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Esportes

Após desistência argentina, seleção feminina terá jogos com Equador

Amistosos em São Paulo ocorrem em 27 de novembro e 1º de dezembro

Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A seleção brasileira de futebol feminino tem um novo adversário para os amistosos marcados para os dias 27 de novembro e 1º de dezembro – ambos em São Paulo. Após a desistência da Argentina, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou nesta quarta-feira (18) que as duas partidas serão contra o Equador. O primeiro duelo será na Neo Química Arena e o segundo no Morumbi. Os confrontos ainda não têm horário definido.

O time equatoriano é dirigido pela brasileira Emily Lima desde o fim do ano passado. A paulistana de 40 anos foi primeira mulher a comandar a seleção feminina do Brasil, assumindo após a Olimpíada do Rio de Janeiro, no lugar de Vadão. Ela ficou no cargo por 10 meses, entre novembro de 2016 e setembro de 2017. Após seis vitórias consecutivas, emendou uma sequência de resultados negativos – argumento que lhe custou o emprego, sendo substituída justamente por Vadão. Depois da passagem pela Seleção, Emily trabalhou no Santos entre 2018 e 2019, onde foi campeã paulista e vice da Libertadores na primeira temporada junto das Sereias da Vila.

Inicialmente adversária do Brasil nos amistosos marcados para São Paulo, a Argentina pediu que os jogos fossem adiados devido ao avanço da pandemia do novo coronavírus (covid-19) na Europa. A nota oficial divulgada pela federação de futebol do país (AFA) diz que a maioria das atletas convocadas para os compromissos atuam no Velho Continente e que não haveria garantias sobre o estado de saúde delas no retorno aos clubes de origem.

Jogos contra o Equador serão os últimos da seleção feminina em 2020
O primeiro duelo contra o Equador será na Neo Química Arena e o segundo no Morumbi | Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Os jogos contra o Equador serão os últimos da seleção feminina em 2020. A equipe comandada por Pia Sundhage não atua desde março, quando disputou um torneio amistoso na França com Holanda, Canadá e as anfitriãs. De lá para cá, devido à pandemia, a sueca realizou apenas duas convocações para períodos de treinamento: em setembro – com jogadoras que atuam no Brasil, na Granja Comary, em Teresópolis (RJ) – e em outubro – com atletas de clubes europeus, chineses e norte-americanos.

Pia convocou 25 atletas (12 de times brasileiros e 13 do exterior) para os amistosos. A lista tem quatro novidades: as meias Duda, Júlia Bianchi (ambas do Avaí/Kindermann) e Ana Vitória (do Benfica, de Portugal) e a atacante Jaqueline, do São Paulo. O Corinthians é o clube com mais representantes: cinco. As jogadoras chamadas se apresentam à Seleção na segunda-feira (23).

Por: Lincoln Chaves – Repórter da Rádio Nacional e da TV Brasil 

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Esportes

Teste de paternidade confirma 8º filho de Jô, o sexto fora do casamento

Novo atacante do Amazonas vai morar no Norte do país com a sua esposa

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O atacante Jô, que acaba de assinar com o Amazonas para a Série B do Brasileirão, reconheceu a paternidade de João Gabriel, de um ano, fruto de um caso extraconjugal com a influenciadora Maiára Quinderolly.

O jogador, que foi campeão da Libertadores pelo Atlético em 2013 e defendeu a seleção brasileira, tem agora oito filhos, sendo seis de relacionamentos fora do casamento.

Jô é casado há 15 anos com Claudia Silva, com quem tem dois filhos. A esposa do jogador perdoou a traição e decidiu reatar o casamento, apesar das provocações de Maiára nas redes sociais nos últimos meses.

O casal deve se mudar para o Norte do país, onde Jô vai defender o Amazonas, clube que disputa pela primeira vez a segunda divisão nacional. O atacante é a principal contratação do time para a temporada.

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Maconha deixa de ser substância proibida para o UFC, entenda

Cannabis sativa foi retirada da lista de substâncias proibidas

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A partir de 1º de janeiro de 2024, os lutadores do UFC não serão mais punidos pelo uso de maconha, uma das substâncias que deixaram de ser consideradas proibidas pela nova Política Antidoping da organização. A mudança foi anunciada no último dia do ano passado, junto com outras alterações nas normas que regem o controle de dopagem no maior evento de artes marciais mistas do mundo.

Segundo o comunicado oficial do UFC, a decisão de liberar a maconha se baseia na falta de evidências científicas de que a substância tenha efeitos ergogênicos ou que possa ocultar o uso de outras drogas de aumento de performance, as chamadas PED’s. Além disso, o UFC reconhece que a maconha tem fins medicinais e recreativos em vários países e estados, e que a sua proibição poderia prejudicar a saúde e o bem-estar dos atletas.

A nova Política Antidoping do UFC também traz mudanças nos agentes responsáveis pela coleta, análise e gestão dos exames antidoping. A partir de agora, a Drug Free Sport International (DFSI), ou uma de suas filiadas contratadas, será a encarregada de realizar as coletas de amostras dos lutadores, substituindo a USADA (agência antidoping dos EUA), que era a antiga parceira do UFC. As amostras serão analisadas pelo Laboratório de Testes de Medicina Esportiva e Pesquisa (SMRTL), credenciado pela Agência Mundial Antidoping (WADA). E a Combat Sports Anti-Doping (CSAD) será a nova administradora do programa antidoping, tendo a autoridade de aplicar as sanções aos infratores.

O UFC afirma que o objetivo da nova política é ser o melhor, mais eficaz e mais progressivo programa antidoping em todos os esportes profissionais. “O UFC está orgulhoso dos avanços que fizemos nos últimos oito anos”, declarou Hunter Campbell, diretor de negócios da organização. A nova política também pode influenciar outras modalidades esportivas, que estão de olho na atitude tomada pelo UFC.

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Esportes

Menino Gui e mãe são assaltados à mão armada na saída de São Januário

‘Não respeitaram o Gui no carro, uma criança!’, relatou Tayane. A mãe não confirmou se registrou boletim de ocorrência nem informou o local exato do crime.

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Tayane Gandra, a mãe do menino Gui, que tem uma doença genética rara chamada epidermólise bolhosa, foi vítima de um assalto na madrugada desta quinta-feira (7), após sair do estádio São Januário, onde assistiu à vitória do Vasco da Gama sobre o Bragantino, pelo Campeonato Brasileiro.

Segundo ela, os criminosos apontaram um revólver para ela e o filho, que estava no carro, e levaram celulares, relógios, aliança e causaram muito terror psicológico. Ela relatou o ocorrido nas redes sociais e pediu a proteção de Deus. Ela não informou se fez o registro da ocorrência nem o local exato do crime.

Antes do episódio, Tayane havia publicado um vídeo de Gui saudando os vascaínos que comemoravam a permanência do clube na Série A do Brasileirão. O menino estava no teto solar do carro acenando para os torcedores, que retribuíam o carinho.

Gui é um torcedor ilustre do Vasco e foi adotado como talismã do time. Ele ficou 16 dias em coma induzido por causa de uma pneumonia em um hospital da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e se recuperou em novembro do ano passado. As cenas do reencontro dele com a família emocionaram o país.

A história de Gui também mobilizou políticos, e uma lei que concede uma pensão a pacientes com epidermólise bolhosa foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e sancionada pelo governador Cláudio Castro. A doença é genética, não tem cura, nem é transmissível, mas provoca graves ferimentos na pele. Os cuidados são redobrados, e os gastos não são poucos.

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