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Esportes

Atletismo: delegação brasileira em Tóquio será a 2ª maior na história

Equipe tem jovens apostas entre homens e experiência no feminino

Foto: Wagner Carmo/CBAt

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) anunciou nesta quinta-feira (1º), em entrevista coletiva, os atletas que representarão o país nas disputas da modalidade na Olimpíada de Tóquio (Japão). A delegação reúne 51 integrantes e será a segunda maior do Brasil na história do evento, menor somente que a dos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, quando foram 67 convocados.

A equipe reúne 31 homens e 20 mulheres. A delegação masculina é formada, na maioria (58,1%), por atletas estreantes em Olimpíada. O grupo feminino, por sua vez, é mais experiente: 61,9% das convocadas já estiveram em alguma edição dos Jogos.

A lista foi anunciada após a World Athletics (federação internacional de atletismo) fechar o ranking mundial por pontos. A meta da CBAt, segundo o diretor executivo Cláudio Castilho, é que o Brasil alcance, pelo menos, 13 finais na Olimpíada.

Destaques

O atletismo brasileiro chega a Tóquio com três atletas entre os dez primeiros do ranking mundial nas respectivas provas. Entre os homens, o principal nome é Alison dos Santos, dono da terceira melhor marca do mundo nos 400m com barreiras (47s38), atingida justamente nesta quinta, na etapa de Oslo (Noruega) da Liga Diamante, mais importante circuito internacional da modalidade. “Piu”, como ele é chamado, quebrou o recorde sul-americano e ficou atrás somente do norueguês Karsten Warholm – que, inclusive, estabeleceu o novo recorde mundial (46s70).

O outro top dez masculino é Thiago Braz, campeão olímpico do salto com vara na Rio 2016, que ocupa o sétimo lugar no ranking da prova. Na última quarta-feira (30), ele saltou 5,82m em uma competição em Bydgoszcz (Polônia), obtendo o melhor resultado em 2021, dois centímetros acima da marca anterior. Há cinco anos, Braz conquistou o ouro olímpico superando os 6,03m.

No feminino, o destaque é Núbia Soares, sexta do mundo no salto triplo com marca de 14,68 metros. O resultado foi alcançado na última terça-feira (29), em um torneio realizado em Castellón (Espanha), no último dia do prazo estipulado pela World Athletics para obtenção de índices.

Além deles, o Brasil tem a equipe de revezamento 4x100m com a quarta melhor marca da prova em 2021. No Mundial de Revezamentos de maio, em Chorzow (Polônia), o quarteto formado por Rodrigo Nascimento, Felipe Bardi, Derick de Souza e Paulo André de Oliveira cravou 38s45 na semifinal. Além dos quatro, a equipe do 4x100m será composta por Jorge Henrique Vides em Tóquio.

Mudança

A relação apresentada inicialmente contava com 52 convocados. Em divulgação posterior, já não constava o nome de Fernanda Borges, do lançamento de disco. Nesta quinta-feira, a Athletics Integrity Unit, ligada à World Athletics, informou que a brasileira estava suspensa provisoriamente por doping. Ela testou positivo para a substância proibida Ostarine (modulador metabólico) em exame realizado em 21 de maio.

Em nota, a CBAt disse ter sabido da suspensão “de modo informal, após a coletiva de anúncio da seleção olímpica, por meio de publicação no Twitter e no site da Athletics Integrity Unit”. Afirmou, também, que a punição ainda não havia sido formalizada à entidade até 17h40 desta quinta.

Logística

As duas maiores partes da delegação embarcam para a cidade japonesa de Saitama nos próximos dias 16 e 17, saindo de Brasil e Portugal, respectivamente, para começar a aclimatação no país-sede dos Jogos a partir do dia 18. Os demais convocados viajam ao Japão direto de locais de treinamento onde estarão, em Espanha, Itália, Alemanha, Suíça e Equador.

Os atletas só terão acesso à vila olímpica 48 horas antes e 48 depois das provas. As disputas do atletismo ocorrem entre 29 de julho e 8 de agosto no estádio Olímpico de Tóquio e no Sapporo Odori Park, na cidade de Sapporo, a 800 quilômetros da capital japonesa.

Os convocados

Masculino

Paulo André de Oliveira (Pinheiros-SP) – 100m, 200m, 4x100m

Felipe Bardi (SESI-SP) – 100m, 4x100m

Rodrigo Nascimento (CT Maranhão-MA) – 100m, 4x100m

Derick de Souza (Pinheiros-SP) – 4x100m

Jorge Henrique Vides (Pinheiros-SP) – 200m, 4x100m

Aldemir Gomes da Silva Junior (Pinheiros-SP) – 200m

Lucas da Silva Carvalho (FECAM-PR) – 400m, 4x400m misto

Anderson Henriques (AABLU-SC) – 4x400m misto

Pedro Luiz Burmann (AABLU-SC) – 4x400m misto

Thiago do Rosário André (CT Maranhão-MA) – 800m, 1.500m

Gabriel Constantino (Pinheiros-SP) – 110m com barreiras

Eduardo de Deus (CT Maranhão-MA) – 110m com barreiras

Raphael Henrique Pereira (Clã Delfos-MG) – 110m com barreiras

Alison dos Santos (Pinheiros-SP) – 400m com barreiras

Marcio Teles (Orcampi-SP) – 400m com barreiras

Altobeli da Silva (Pinheiros-SP) – 3 mil metros com obstáculos

Thiago Braz – salto com vara

Augusto Dutra (Pinheiros-SP) – salto com vara

Samory Uiki (Sogipa-RS) – santo em distância

Almir Cunha (Sogipa-RS) – salto triplo

Alexsandro Melo (CT Maranhão-MA) – saltos em distância e triplo

Fernando Ferreira (Orcampi-SP) – salto em altura

Thiago Júlio Moura (Associação Unindo Famílias-SP) – salto em altura

Darlan Romani (Pinheiros-SP) – arremesso do peso

Daniel Ferreira do Nascimento (ABDA-SP) – maratona

Paulo Roberto Paula (São Paulo/Kiatleta-SP) – maratona

Daniel Chaves (Pinheiros-SP) – maratona

Caio Bonfim (CASO-DF) – 20 km e 50 km marcha

Matheus Gabriel Correa (AABLU-SC) – 20 km marcha

Lucas Gomes Mazzo (CASO-DF) – 20 km marcha

Felipe Vinícius dos Santos (AABLU-SP) – decatlo

Feminino

Vitoria Rosa (Pinheiros-SP) – 100m, 200m, 4x100m

Rosangela Santos (Pinheiros-SP) – 100m, 4x100m

Ana Carolina Azevedo (CT Maranhão-MA) – 200m, 4x100m

Ana Claudia Lemos (SR Mampituba-SC) – 4x100m

Bruna Jéssica Farias (CT Maranhão-MA) – 4x100m

Tiffani Marinho (Orcampi-SP) – 400m, 4x400m misto

Tabata Vitorino de Carvalho (AA Maringá-PR) – 4x400m misto

Geisa Muniz Coutinho (CT Maranhão-MA) – 4x400m misto

Ketiley Batista (ASPMP-SP) – 100m com barreiras

Chayenne Pereira da Silva (EMFCA-RJ) – 400m com barreiras

Tatiane Raquel da Silva (IPEC-PR) – 3.000 m com obstáculos

Simone Ponte Ferraz (Jaraguá do Sul-SC) – 3 mil metros com obstáculos

Eliane Martins (Pinheiros-SP) – salto em distância

Nubia Aparecida Soares (Clã Delfos-MG) – salto triplo

Geisa Arcanjo (Pinheiros-SP) – arremesso do peso

Andressa Oliveira de Morais (Pinheiros-SP) – lançamento do disco

Izabela Rodrigues da Silva (IEMA-SP) – lançamento do disco

Laila Ferrer (Pinheiros-SP) – lançamento do dardo

Jucilene Sales de Lima (IEMA-SP) – lançamento do dardo

Erica Rocha de Sena (Pinheiros-SP) – 20 km marcha

Por: Agência Brasil

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Distrito Federal

Participante de Projeto social do DF disputará Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica no Japão

Além do Campeonato Mundial, a atleta também representará o Brasil no Campeonato Sul-americano. O projeto do qual faz parte atende cerca de 120 meninas de 4 a 20 anos de idade

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Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

Expressão corporal, flexibilidade e postura. Esses são os pontos fortes das meninas que frequentam a Escolinha de Ginástica Rítmica do Instituto Inside Brasil. A modalidade, que já é destaque em Brasília, despertou o interesse de cerca de 120 meninas a participarem do projeto social responsável por difundir a cultura de ginástica rítmica.


O Instituto Inside Brasil surgiu do interesse em levar oportunidade a jovens por meio de práticas esportivas, criando outros polos de incentivo à ginástica rítmica e achar novos talentos. O projeto da Ginástica Rítmica começou em 2013 com a Professora Kely Regina Silva Portela Espinola, mãe e técnica da atleta Ana Luísa Passos Neiva.

Kely foi atleta de ginástica rítmica e começou seu trabalho com a modalidade em 1995. Tempos depois, em parceria com a professora Juliana Andrade, começaram a percorrer algumas administrações regionais e cidades satélites em busca de espaço onde pudessem criar escolinhas que garantissem às crianças a oportunidade de iniciar no esporte e a partir destas escolinhas colher novos talentos que seriam enviados ao Centro de Treinamento.

Este é um trabalho que tem gerado muitos resultados tanto na área social como também esportiva. Ao longo dos anos em que o projeto está em atuação cinco atletas da instituição passaram pela Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica, tanto na modalidade individual quanto na modalidade de conjuntos. O projeto tem o apoio da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania

O projeto conta com resultados expressivos, como o da atleta Ana Luisa Passos Neiva de 17 anos, que conquistou vaga na Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica, única atleta de Brasília, e representará nosso país entre os dias 27 e 31 de outubro no Campeonato Mundial que acontecerá no Japão e no Campeonato Sul-americano de 2 a 8 de novembro na Colômbia.


Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

Outras 3 atletas representarão Brasília nos Jogos Escolares no Rio de Janeiro entre os dias 27 e 31 de outubro e mais 20 atletas no Torneio Nacional em Porto Alegre nos dias 3 a 8 de novembro.

Para as aulas no Instituto Inside, as crianças recebem gratuitamente collant e agasalho. Durante os encontros, as alunas aprendem a utilizar alguns equipamentos que são o diferencial do esporte, como a corda, o arco, a bola, as fitas e as massas.

Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

A Escolinha atende meninas de 4 a 20 anos, em 3 núcleos, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, no Clube de Associados Suboficiais e Sargentos da Aeronáutica de Brasília – CASSAB, localizado no setor de clubes sul trecho 2, no Centro Educacional 03 – Centrão, ÁREA ESPECIAL B – GUARÁ II e em breve na QR 2 na Candangolândia.

Interessados em conhecer o Projeto, podem visitar os núcleos de segunda a sexta-feira das 9h às 18h, ou visitar o site do Instituto: insidebrasil.org.br ou as redes sociais @insidebrasil.

Aqueles que quiserem podem ainda contribuir com o projeto por meio de doações ao projeto de Ginástica Rítmica ou demais projetos do Instituto Inside Brasil, utilizando a chave PIX CNPJ 18.683.437/0001-32 ou ainda realizar depósito em conta corrente 96842-0 agência 2911-4 – Banco do Brasil, em nome do Instituto Inside Brasil – IIB.

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Brasil

Após ouro em Tóquio, Mariana D’Andrea quer repetir feito no Mundial

Halterofilista retomou treinos logo após voltar da Paralimpíada

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Foto: Takuma Matsushita/CPB

Há exatamente um mês, Mariana D’Andrea escrevia o nome na história do paradesporto ao conquistar, nos Jogos de Tóquio (Japão), um inédito ouro paralímpico para o halterofilismo brasileiro. Três meses após o feito, a paulista de 23 anos será testada pela primeira vez desde a medalha, logo em um Campeonato Mundial. Ela já retomou os treinamentos visando a competição, que será disputada entre 28 de novembro e 5 de dezembro na cidade de Butami (Geórgia).

“A expectativa é muito boa. Saí de Tóquio preparada, tive um resultado muito bom lá e agora é manter os treinos para melhorar mais ainda e buscar outra medalha, agora de ouro”, disse Mariana à Agência Brasil.

“Será uma competição forte. Em Tóquio, eram oito [atletas por categoria]. Na Geórgia, podem ser 20. Mas estou bem preparada, tanto fisicamente como psicologicamente”, completou a medalhista de ouro da categoria até 73 quilos, que foi prata no último Mundial, realizado em Nur-Sultan (Cazaquistão), em 2019, na disputa por equipes mistas, ao lado de Bruno Carra e Evandro Rodrigues.

Chegar como atual detentora da coroa da categoria fará de Mariana a atleta mais observada pelas rivais no Mundial. Lidar com a pressão, no entanto, não parece que será difícil para a jovem de Itu (SP), que tem nanismo (baixa estatura). No halterofilismo paralímpico, os competidores não são divididos pela deficiência, mas conforme o peso.

“Tenho amadurecido com as experiências. O nervosismo só atrapalha. Sei que o que faço na competição é o mesmo que faço nos treinos. [Em Tóquio] fiquei bem tranquila. Sabia que a medalha viria. Era meu objetivo, meu foco. Tinha a adrenalina, mas nada de medo ou nervosismo. Nem eu mesmo acreditei que estava calma daquele jeito”, recordou a brasileira.

“Fiquei surpreso com o equilíbrio emocional da Mariana. Ela aqueceu ao lado da adversária principal, a chinesa [Lili Xiu, que foi prata]. Começaram a fazer pressão, jogar a barra, dar gritos, mas a Mariana simplesmente ignorou, virou as costas, fingiu que nada estava acontecendo. Ela dizia o tempo todo que queria ganhar o ouro, desde Hamamatsu [cidade japonesa onde a delegação brasileira fez aclimatação antes de ir para Tóquio]. Estava certa de que disputaria o ouro. Isso fez diferença”, completou o técnico da atleta, Valdecir Lopes, à Agência Brasil.

A maturidade de Mariana, que iniciou na modalidade em 2015, chama atenção pela juventude. A brasileira era a segunda mais jovem entre as finalistas da categoria dela em Tóquio. Das oito competidoras, cinco tinham mais de 30 anos. A chinesa Xiu, vice-campeã, tem 40 anos, um a mais que a francesa Souhad Ghazouani, recordista mundial do peso e medalhista de bronze no Japão.

“O halterofilismo paralímpico é um esporte de longo prazo, que permite tranquilamente que o atleta chegue aos 40 anos, 45, sendo competitivo. A Mariana é muito jovem. Minha ideia, como treinador, é cuidar para que ela prolongue ao máximo da saúde, sem lesão, para atingir essa maturidade e seguir entre as três primeiras do mundo por muito tempo. Ela gostou de ganhar o ouro, viu que representa muita coisa. Se perguntar a ela sobre [a Paralimpíada de] Paris [França], em 2024, ela vai falar que quer ganhar de novo [risos]”, comentou Valdecir.

Os participantes do Mundial ainda não foram confirmados. A equipe brasileira será definida após a seletiva marcada para 13 de outubro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Os sete atletas que representaram o país em Tóquio, porém, já possuem marcas que os credenciam à competição na Geórgia e não devem participar do evento de qualificação.

“Muita gente virá ao Mundial em uma fadiga danada, pois é a primeira vez que o torneio será realizado após a Paralimpíada. Talvez as marcas não sejam lá tão esperadas. Mas acho que aqueles que não conseguiram atingir os objetivos em Tóquio estarão com a faca nos dentes. Será um campeonato forte e duro, talvez até mais duro que os Jogos”, avaliou o técnico de Mariana.

“Meu objetivo é chegar lá, conquistar essa medalha e completar o ano bem feliz. Meu treinador sempre fala que é difícil chegar ao topo, mas que mais difícil é se manter. Quero continuar firme e forte para não deixar que as meninas me peguem e ser a melhor das melhores, sempre”, finalizou a paulista, que foi ao pódio dez vezes nas 12 competições internacionais que disputou.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Libertadores: Flamengo enfrenta Barcelona em busca de vaga na final

Rádio Nacional transmite partida ao vivo nesta quarta (29)

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Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

O Flamengo enfrenta o Barcelona de Guayaquil (Equador) em busca da vaga na decisão da edição 2021 da Libertadores. Após vencer por 2 a 0 na última semana no Maracanã, o Rubro-Negro chega como franco favorito à partida realizada no estádio Monumental de Barcelona, nesta quarta-feira (29) a partir das 21h30 (horário de Brasília).

Com a vantagem obtida na ida, o time da Gávea avança mesmo com um empate ou com uma derrota por um gol de diferença. Além disso, o Flamengo passa caso perca por dois gols de diferença e marque ao menos um gol. Já no caso de vitória de 2 a 0 dos equatorianos a vaga na decisão será definida na disputa de pênaltis.

Para esta partida, o técnico Renato Gaúcho contará com o retorno de duas peças importantes, o meia uruguaio Arrascaeta e o lateral Filipe Luís, ambos recuperados de lesão. Assim, a provável escalação do Rubro-Negro para enfrentar o Barcelona é: Diego Alves; Isla, Rodrigo Caio, David Luiz e Filipe Luís; Willian Arão, Andreas Pereira, Everton Ribeiro e Arrascaeta; Bruno Henrique e Gabriel Barbosa.

Se o Flamengo conta com a vantagem da vitória na partida de ida, o Barcelona contará com o apoio de sua torcida. Para a partida desta quarta, o estádio Monumental teve 30% de sua capacidade liberada (com cerca de 17 mil ingressos colocados à venda).

Quem passar entre Flamengo e Barcelona enfrenta o Palmeiras na grande decisão da Libertadores, no dia 27 de novembro no estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai).

Por: Agência Brasil

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