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O Panorama com Leandro Hungria: Conheça Mucio Eustáquio, um dos maiores nomes do automobilismo brasileiro

Campeão de Drift no Brasil relembra sua trajetória e sua paixão por automóveis

Piloto referência em manobras radicais, Mucio Eustáquio, 48 anos, leva milhares de pessoas ao autódromo com seu estilo singular no volante. Inconformado em apenas pilotar, Mucio percorre as pistas com o que faz de melhor, dando “cavalo de pau”, levando seu estilo de forma consciente para o esporte.

Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA


A paixão pela velocidade começou logo cedo, filho de mecânico, Mucio viveu a infância dentro da oficina do pai, onde teve contato com os mais diferentes tipos de carro. A vivência em meio aos veículos resultou em um vício pela corrida.


“Eu sempre necessitei de adrenalina, de ocupar meu tempo com o automobilismo”.


Mesmo sendo reconhecido Brasil afora, Mucio faz questão de enaltecer a cidade em que viveu a maior parte da sua vida: Ceilândia. Ele diz que a discriminação com a cidade não o impede de se orgulhar de onde nasceu.

“Nasci na M Norte, sempre fui muito fã da Ceilândia e levanto essa bandeira”.

Além da paixão por carros, Mucio também tem um histórico afetivo com a música. Firmando parceria com o cantor e compositor Hungria, o piloto levou um novo conceito para as pistas de automobilismo, misturando som com manobras radicais. Dessa parceria surgiu o hit “Zorro do Asfalto”, que já conta com mais de 70 milhões de visualizações no YouTube.

“Nós fizemos a junção do automobilismo com a música, duas paixões do
povo brasiliense”.

Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

Mucio relembra como foi sua jornada até se tornar um dos campeões do Drift, desde o seu primeiro carro — um chevette — até os troféus ganhos durante sua carreira. Mesmo com tantas recordações e tendo trabalhado com diferentes carros, sua memória afetiva está associada a uma Omega Suprema, o carro favorito do esportista.

“Eu sou doido nesse carro. Tem vezes que olho pra ela e até converso”.

Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

Apesar de todo sucesso e reconhecimento adquirido ao longo da sua carreira de 27 anos de Drift, Mucio também se recorda dos acidentes que teve durante a vida. Um dos acidentes foi em Goiânia, no qual ele perdeu um dos pneus do carro que dirigia, que resultou em 8 capotamentos.

“Fraturei a coluna e tive que ficar em casa por 4 meses”.

Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

Apesar de todos os acidentes da profissão, Mucio diz sentir falta do autódromo, e ainda critica a desvalorização do governo para este esporte que não só entretém os brasilienses, mas também contribui para o turismo da cidade.

“O automobilismo de Brasília foi jogado às traças por pessoas que nunca foram ao autódromo assistir uma prova”.

Assista a entrevista completa no nosso canal no YouTube. Continue atualizado sobre esportes, política, cultura pop e outros assuntos no nosso perfil do Instagram (@OPanoramaOficial).

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Odontologia para Todos: Frederico Rodger fala sobre botox, preenchimento, bioestimuladores de colágenos e muito mais

O cirurgião dentista fez algumas previsões para o futuro da harmonização facial

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Foto: Dimitri/O Panorama

O quadro Odontologia Para Todos recebe o Cirurgião Dentista Frederico Rodger para uma conversa sobre botox, preenchimento, bioestimuladores de colágenos e muito mais.

Frederico Rodger é especialista e mestre em Implantodontia; Pós Graduado em Prótese na Universidade Loma Linda – EUA; e Presidente da Comissão de Harmonização Orofacial CRO-DF. 

O cirurgião dentista ressaltou a importância do botox, colágeno e bioestimuladores para quem procura envelhecer bem. 

“Esses procedimentos têm sido os queridinhos do momento. Há uma grande procura no consultório da harmonização orofacial. O botox tem seu uso há bastante tempo. Os bioestimuladores retardam o envelhecimento precoce. Costumo dizer que são a base para uma estruturação facial” disse. 

Na ocasião, Frederico abordou também o treinamento desses procedimentos em cadaveres.

“Existem projetos em Brasília para gente trabalhar com os cadáveres frescos. Sem dúvida nenhuma, isso veio para ficar e quem tiver a oportunidade vai estar se destacando e se diferenciando como profissional”, afirmou. 

O cirurgião classificou a interferência da mídia como uma reserva do mercado. 

“Isso tem sido muito discutido. O que a gente percebe que atrás dessa preocupação existe uma reserva de mercado. Por vezes, a mídia traz isso de forma difamatória e desleal. Existem dados relevantes quando se fala de mortes provocadas por classe médica, mas isso não é divulgado pela mídia. O que cabe a população e o que cabe a mídia é destacar os bons profissionais para que os pacientes possam encontrar profissionais capacitados”, salientou.

Segundo Frederico, a pandemia aumentou a procura pelos procedimentos estéticos. 

“Vivemos um momento onde a estética está sendo muito demandada pelos profissionais. A procura tem aumentado bastante. A própria rede social ajudou a popularizar o procedimento com a facilidade das informações”, disse o cirurgião.

Rodger falou também sobre as intercorrências que podem ocorrer no procedimento.

“A intercorrência está embutida e pode ocorrer. O profissional que submete a fazer os procedimentos tem que estar preparado para lidar com as intercorrências. Cabe ao profissional saber tratá-las. A parte dos primeiros socorros faz parte da carga horária de estudo da especialização”, comentou. 

Por fim, o cirurgião fez algumas previsões para o futuro da harmonização facial. 

“A harmonização facial cresce rapidamente. Ela tem sido consolidada pra nossa classe e não vejo que vamos retroceder. Portanto, cabe ao cirurgião dentista se capacitar. É preciso acabar com a cultura errônea que o dentista só trata dente. O dentista harmoniza a face desde o início. Sempre foi o dentista quem tratou a simetria facial, trauma de face, oriundos de acidentes ou de patologias na especialidade buco-maxilo. O que fazemos hoje é só a concretização de tudo o que a gente já fazia”, disse.

Acompanhe a entrevista completa com o doutor cirurgião dentista Frederico Rodger acesse o canal do O Panorama no YouTube.

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Odontologia para Todos: Sérgio Bruzadelli Macedo fala sobre ozônio, ozonioterapia, ensino híbrido e muito mais

O cirurgião dentista ressalta sua trajetória profissional, bem como os benefícios da ozonioterapia

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Foto: Dimitri/O Panorama

O quadro Odontologia Para Todos recebe o Cirurgião Dentista Sérgio Bruzadelli para uma conversa sobre ozônio, ozonioterapia, transplante dental, e muito mais.

Graduado em Odontologia pela Escola de Farmácia e Odontologia de Alfenas (UNIFAL), mestrado e doutorado em Odontologia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, Sérgio revela como foi o seu primeiro contato com o ozônio. 

“No meio do meu doutorado em Araçatuba conheci o ozônio com a Dra. Claudia Catelani que trouxe a novidade da Itália. Inicialmente não coloquei muita credibilidade, mas logo na semana seguinte recebemos um paciente que já havia passado por inúmeras cirurgias, sem resolução do caso. Fizemos o procedimento do ozônio nele em 1996 e em 3 semanas o paciente estava curado”, disse. 

A ozonioterapia é o uso medicinal do ponto de vista terapêutico. Se administrado em pequenos volumes, ele vai causar uma resposta do organismo contra o dano oxidante. Durante a conversa, o cirurgião dentista listou alguns benefícios da ozonioterapia.

“Podemos listar uma série de benefícios: 1º aumento das enzimas oxidantes; 2º Ozônio facilita a oxigenação dos órgãos periféricos, beneficiando os pacientes com diabetes, por exemplo. Nós temos vários casos de pacientes diabéticos internados há três meses que após o uso do ozônio e da ozonioterapia, aquelas feridas fecharam muito rapidamente ”, comentou. 

Além disso, Sérgio fez questão de frisar as contraindicações deste procedimento. 

“Indivíduos que têm deficiência de G6PD, que é o guardião que defende o nosso corpo contra oxidação não devem fazer o uso da ozonioterapia sistêmica. Se for a ozonioterapia tópica, não tem problema algum”, afirmou. 

Outro ponto abordado pelo Dr. Sérgio Bruzadelli na entrevista foi sobre as vantagens da ozonioterapia tópica. 

“Podemos veicular esse gás na água estéril, vai ficar uma água ozonizada, onde podemos lavar feridas, cavidades, cirurgias de implantes, cirurgias maiores, menores, etc. Podemos usar azeite extravirgem ozonizado, pois é formado por vários elementos químicos mas principalmente por uma cadeia muito longa de carbonos, e eles têm duplas ligações entre eles. Uma vez que o ozônio atravessa esse azeite, ele quebra  uma dessas ligações e agrega atos de oxigênio”, disse.

Segundo Bruzadelli, o ozônio tem a capacidade de induzir a formação de vasos sanguíneos e oferece uma condição muito boa para o paciente ser operado, etc. Esses benefícios são apresentados aos alunos. Na ocasião, ele ainda ressaltou os ensinamentos que a pandemia trouxe para os estudantes. 

Vimos que é possível fazer uma boa aula teórica de forma virtual. Nossos alunos têm uma facilidade com os meios digitais. Em função da pandemia, aprendemos a trabalhar mais com essas ferramentas. Acredito que o ensino híbrido veio para ficar, mas ele precisa de uma maturação”, afirmou.  

Quanto ao mercado e ao uso da ozonioterapia, o cirurgião fez várias recomendações importantes. 

“Não existe a profissão do futuro, existe o profissional do futuro na medicina, odontologia e nas tradicionais ou não nas tradicionais. O campo é muito amplo, mas o aluno precisa se diferenciar no principalmente conhecimento. Você pode ter até um bom marketing, mas se não tiver um bom conhecimento e um bom treinamento, tudo se desfaz. Você precisa ter essa facilidade de acessar as pessoas, e isso as mídias ajudam muito e a dedicação. Esse é um caminho muito forte para os profissionais do futuro”, salientou. 

Além disso, o profissional ainda fez algumas previsões para o futuro da ozonioterapia. 

“Muitas pessoas com pouca formação se aventuram a trabalhar porque os resultados são bons. Acredito que no futuro nós vamos ter uma queda na ozonioterapia em função dos resultados ruins fornecidos pelos charlatões. do ponto de vista histórico é interessante porque mostra que a técnica é eficaz. Mas sempre digo aos meus alunos que é importante ficarmos dentro da nossa área e dominar a atuação”. 

Acompanhe a entrevista completa com o doutor cirurgião dentista Sérgio Bruzadelli acesse o canal do O Panorama no Youtube.

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Odontologia para todos: Dr. Jaime Bicalho fala sobre odontologia em Brasília, formação do Conselho e muito mais

Com mais de 41 anos de serviço prestado à população, Jaime Bicalho ressalta o seu amor e compromisso com a profissão

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Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

O quadro Odontologia Para Todos, traz desta vez o cirurgião dentista Jaime Bicalho para um bate-papo sobre o que foi a odontologia em Brasília, Formação do Conselho, Formação da Board, e muito mais.

Graduado pela Faculdade de Odontologia de Uberaba, Jaime Bicalho é ex-presidente do Conselho Regional de Odontologia do Distrito Federal, ex-presidente fundador da Associação Brasileira de Ortodontia do Distrito Federal, diplomado pelo Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial e Medalha de Honra ao Mérito em Ortodontia concedida pela Sociedade Paulista de Ortodontia.

“Eu nasci em Catanduva, São Paulo em 1951, sou filho de ortodontista e viemos para Brasília por causa do meu tio Moacir que nos visitou e nos instruiu a vir pra capital federal pelo grande número de crianças, visto que naquela época se fazia ortodontia mais direcionados para o público infantil. Em 1970 nós viemos conhecer Brasília e em 1971 nos mudamos para cá”, disse.

Jaime se formou na Faculdade de Odontologia de Uberaba em 1976 e desempenhou um excelente trabalho no Conselho Regional de Odontologia (DF).

“Assumi o conselho com 31 anos. Fui o presidente do Conselho mais novo do Brasil. E logo em seguida fui convidado para participar do Conselho de Odontologia Federal”, disse.

Em conversa com o Dr. Ricardo Paulin, Jaime falou um pouco sobre sua trajetória de estudos e especializações que o levaram a conquistar uma carreira de prestígio.

“Neste ano a Bicalho Ortodontia completa 50 anos. Em 1971 ela foi fundada pelo meu pai, depois cuidada por mim e agora meu filho é o responsável pela Bicalho Ortodontia”, comentou.

Com mais de 4 décadas de serviço prestado à população, o Doutor Jaime falou sobre a inovação na odontologia do DF e do Brasil, os avanços da odontologia e a contribuição que trouxe para todo país em relação à contenção fixa com livre acesso ao fio dental.

“Eu vejo uma constante evolução e isso nos anima muito, pois é um desafio. Tivemos recentemente os microparafusos, as miniplacas e agora os alinhadores que é outra novidade”, ressaltou.

No fim da entrevista o doutor Jaime Bicalho agradeceu por ter recebido seu diploma pelos seus 41 anos de trabalho sem nenhum processo ético. Além disso, o doutor também noticiou que será avô do Victor no próximo ano. Jaime espera que seja a quarta geração da ortodontia na família.

Acompanhe a entrevista completa com o doutor Jaime Bicalho. Acesse o canal do O Panorama no Youtube.

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