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Esportes

E a bolinha amarela vai quicar nas quadras da capital!

Brasília sedia quatro eventos de tênis profissional nas próximas semanas, em diferentes categorias

As inscrições para as competições estão abertas até 12 de outubro, com exceção da Supercopa, que podem ser feitas até o dia 19. Os protocolos em relação à pandemia serão seguidos de maneira rígida | Foto: Divulgação/CBT

A Capital Federal continua sendo um dos principais palcos para as competições de tênis no cenário nacional. No Sesc Taguatinga Sul, entre 22 e 25 de outubro, por exemplo, será realizada a primeira etapa da Copa BRB de Tênis Profissional em Cadeira de Rodas. Entre os dias 1º e 14 de novembro, no Iate Clube de Brasília, o Circuito BRB de Tênis ocorre em duas etapas, sendo seguido pela Supercopa BRB. Com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), os eventos organizados pela Confederação Brasileira de Tênis (CBT) contam com patrocínio do Banco de Brasília (BRB).

As inscrições para os eventos estão abertas até 12 de outubro, com exceção da Supercopa, que terminam em 19 de outubro (links detalhados abaixo). O torneio em cadeira de rodas conta com disputas nas categorias Open Masculino, Open Feminino e Quad (para atletas com deficiência em membros inferiores e superiores), com divisões em chaves e premiações igualitárias – no valor total de R$ 30 mil. Para garantir a segurança dos participantes, o número de inscrições está limitado a 24 esportistas, podendo atingir o ápice a qualquer momento.  

A primeira e segunda fases do Circuito BRB de Tênis previstas, respectivamente, entre 1º e 6 de novembro e 6 e 11 de novembro, contabilizam premiações igualitárias para homens e mulheres, sendo o total de R$ 160 mil – divididos nas duas etapas da iniciativa com R$ 40 mil por naipe. Cada chave terá a participação de 16 atletas. E ambas as etapas do Circuito vão contar com disputas de qualifyings (oportunidade para tenistas que não estão entre as primeiras colocações do ranking de conquistarem uma vaga na chave principal).

“Após concluirmos com sucesso uma etapa do Roland-Garros Junior em Brasília, retomando o calendário da modalidade após meses de paralisação obrigatória, acredito que a nossa capital esteja preparada para seguir recebendo grandes eventos esportivos, sem colocar em risco a saúde e a segurança dos atletas. Para isso, é claro que todos precisam continuar fazendo a sua parte, respeitando as medidas impostas por meio de decreto do Governo do Distrito Federal”, reforça a secretária de Esporte e Lazer, Celina Leão.  

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Por fim, a Supercopa BRB, que ocorrerá entre 11 e 14 de novembro, prevê a premiação de 150 mil, divididos igualmente entre as chaves masculina e feminina. Os dez jogadores participantes serão classificados diretamente pelo ranking, quatro pela fórmula de wild cards (convites) e dois esportistas compostos pelo melhores classificados nas etapas anteriores do circuito. Todos os torneios preveem a realização de partidas de duplas.

“Brasília saiu na frente com a publicação do decreto com as medidas, que autoriza os eventos mediante o cumprimento das restrições. Em razão de ter sido primeiro nesse sentido, a Confederação de Tênis se sentiu segura para trazer todo o calendário para ser realizado em Brasília. O modelo está sendo pioneiro e deve ser levado para outros estados”, avalia o presidente da Federação Brasiliense de Tênis, Sérgio Oprea.

As competições serão realizadas em conformidade com as recomendações sanitárias vigentes, respeitando as normas publicadas no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), e terá uma série de medidas restritivas em relação ao combate à Covid-19. Entre elas, a testagem obrigatória de atletas, árbitros e funcionários do evento. Também será estabelecido um cronograma de horários, para que apenas jogadores envolvidos com suas partidas estejam presentes no clube.

Links para inscrições:

Primeira etapa da Copa BRB de Tênis Profissional em Cadeira de Rodas

Circuito BRB de Tênis – Etapa 1

Circuito BRB de Tênis – Etapa 2

Supercopa BRB

*Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer

Edição: Freddy Charlson – Agência Brasília

Esportes

Teste de paternidade confirma 8º filho de Jô, o sexto fora do casamento

Novo atacante do Amazonas vai morar no Norte do país com a sua esposa

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O atacante Jô, que acaba de assinar com o Amazonas para a Série B do Brasileirão, reconheceu a paternidade de João Gabriel, de um ano, fruto de um caso extraconjugal com a influenciadora Maiára Quinderolly.

O jogador, que foi campeão da Libertadores pelo Atlético em 2013 e defendeu a seleção brasileira, tem agora oito filhos, sendo seis de relacionamentos fora do casamento.

Jô é casado há 15 anos com Claudia Silva, com quem tem dois filhos. A esposa do jogador perdoou a traição e decidiu reatar o casamento, apesar das provocações de Maiára nas redes sociais nos últimos meses.

O casal deve se mudar para o Norte do país, onde Jô vai defender o Amazonas, clube que disputa pela primeira vez a segunda divisão nacional. O atacante é a principal contratação do time para a temporada.

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Esportes

Maconha deixa de ser substância proibida para o UFC, entenda

Cannabis sativa foi retirada da lista de substâncias proibidas

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A partir de 1º de janeiro de 2024, os lutadores do UFC não serão mais punidos pelo uso de maconha, uma das substâncias que deixaram de ser consideradas proibidas pela nova Política Antidoping da organização. A mudança foi anunciada no último dia do ano passado, junto com outras alterações nas normas que regem o controle de dopagem no maior evento de artes marciais mistas do mundo.

Segundo o comunicado oficial do UFC, a decisão de liberar a maconha se baseia na falta de evidências científicas de que a substância tenha efeitos ergogênicos ou que possa ocultar o uso de outras drogas de aumento de performance, as chamadas PED’s. Além disso, o UFC reconhece que a maconha tem fins medicinais e recreativos em vários países e estados, e que a sua proibição poderia prejudicar a saúde e o bem-estar dos atletas.

A nova Política Antidoping do UFC também traz mudanças nos agentes responsáveis pela coleta, análise e gestão dos exames antidoping. A partir de agora, a Drug Free Sport International (DFSI), ou uma de suas filiadas contratadas, será a encarregada de realizar as coletas de amostras dos lutadores, substituindo a USADA (agência antidoping dos EUA), que era a antiga parceira do UFC. As amostras serão analisadas pelo Laboratório de Testes de Medicina Esportiva e Pesquisa (SMRTL), credenciado pela Agência Mundial Antidoping (WADA). E a Combat Sports Anti-Doping (CSAD) será a nova administradora do programa antidoping, tendo a autoridade de aplicar as sanções aos infratores.

O UFC afirma que o objetivo da nova política é ser o melhor, mais eficaz e mais progressivo programa antidoping em todos os esportes profissionais. “O UFC está orgulhoso dos avanços que fizemos nos últimos oito anos”, declarou Hunter Campbell, diretor de negócios da organização. A nova política também pode influenciar outras modalidades esportivas, que estão de olho na atitude tomada pelo UFC.

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Esportes

Menino Gui e mãe são assaltados à mão armada na saída de São Januário

‘Não respeitaram o Gui no carro, uma criança!’, relatou Tayane. A mãe não confirmou se registrou boletim de ocorrência nem informou o local exato do crime.

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Tayane Gandra, a mãe do menino Gui, que tem uma doença genética rara chamada epidermólise bolhosa, foi vítima de um assalto na madrugada desta quinta-feira (7), após sair do estádio São Januário, onde assistiu à vitória do Vasco da Gama sobre o Bragantino, pelo Campeonato Brasileiro.

Segundo ela, os criminosos apontaram um revólver para ela e o filho, que estava no carro, e levaram celulares, relógios, aliança e causaram muito terror psicológico. Ela relatou o ocorrido nas redes sociais e pediu a proteção de Deus. Ela não informou se fez o registro da ocorrência nem o local exato do crime.

Antes do episódio, Tayane havia publicado um vídeo de Gui saudando os vascaínos que comemoravam a permanência do clube na Série A do Brasileirão. O menino estava no teto solar do carro acenando para os torcedores, que retribuíam o carinho.

Gui é um torcedor ilustre do Vasco e foi adotado como talismã do time. Ele ficou 16 dias em coma induzido por causa de uma pneumonia em um hospital da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e se recuperou em novembro do ano passado. As cenas do reencontro dele com a família emocionaram o país.

A história de Gui também mobilizou políticos, e uma lei que concede uma pensão a pacientes com epidermólise bolhosa foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e sancionada pelo governador Cláudio Castro. A doença é genética, não tem cura, nem é transmissível, mas provoca graves ferimentos na pele. Os cuidados são redobrados, e os gastos não são poucos.

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