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Brasil

Entrega da Ordem do Mérito Cultural marca 456 anos do Rio de Janeiro

Personalidades e instituições serão condecoradas

Foto: Bruna Prado/MTur

A capital fluminense completa 456 anos nesta segunda-feira (1º), com entrega da Medalha São Sebastião do Rio de Janeiro e diploma a 18 personalidades, associações, coletivos e instituições que usaram a cultura como elemento para reduzir os impactos da pandemia de covid-19, incluindo desde criações artísticas até ajuda humanitária.

Mais de 2.800 pessoas fizeram indicações ao prêmio por meio de um formulário disponibilizado nas redes sociais da Secretaria Municipal de Cultura. A escolha foi realizada entre mais de 600 indicações para homenageados com a Ordem do Mérito Cultural Carioca 2020, maior honraria do setor da cidade do Rio.

A homenagem será no Palácio da Cidade, às 14h. Os 18 homenageados são: Associação de Produtores de Teatro (APTR), cantora Teresa Cristina, Circo Crescer e Viver, criador de jornal comunitário Renê Silva, Polifônica Cia, compositor Moacyr Luz, sacerdote de igreja de matriz africana Humbono Rogério de Olissá, esportista e poeta Wanderson Geremias, Pretinhas Leitoras, Slam das Minas RJ, Gastromotiva, Núcleo de Apoio à Produção Cultural da UFRJ (Naprocult), Companhia de Dança Passinho Carioca, designer Fred Gelli, Coletivo Lanchonete Lanchonete, Espaço Cultural Viaduto de Realengo, Palcos do Rio – Rede Cultural e Filma Rio – Movimento suprapartidário dos profissionais do setor audiovisual carioca.

Fotografia

A exposição online O Mar de Malta – O Rio de Janeiro marca sua identidade nas fotografias de Augusto Malta, um dos mais importantes nomes da história da fotografia brasileira, será aberta hoje (1º) para marcar o dia do aniversário da cidade, com curadoria do fotógrafo e antropólogo Milton Guran e da pesquisadora Ana Bartolo. A mostra pode ser acessada no site mardemalta.com.

A exposição reúne 40 imagens do alagoano Augusto Malta, que apresentam o momento de virada da cidade na direção do mar, entendendo-o como área de lazer, afirmação cultural e práticas sociais na orla. Para Milton Guran, Malta se tornou, em mais de 40 anos, o mais dedicado cronista visual da cidade. “Suas fotografias nos mostram quem éramos e como chegamos ao que somos. Tão importante foi o seu trabalho que Augusto Malta figura entre os heróis da cidade. Feliz da cidade que tem um fotógrafo entre seus heróis”, destacou o curador da exposição.

Malta chegou ao Rio com 24 anos de idade, em 1888, durante a época das ideias republicanas, que levaram Deodoro da Fonseca, também alagoano, à Presidência da República. Malta começou como guarda-livros, antes de abrir seu próprio escritório de contabilidade; passou em seguida para o ramo dos secos e molhados; depois, para o comércio de tecidos, indo de porta em porta de bicicleta, que era uma novidade na época. Em 1900, um dos clientes propôs a troca da bicicleta por uma máquina fotográfica. Foi dessa forma que Malta ingressou na fotografia.

Sessenta mil “chapas”

Em 1903, foi convidado pelo prefeito Pereira Passos para documentar as casas que seriam demolidas dentro dos trabalhos de modernização do Rio. No tempo em que permaneceu na prefeitura, entre 1903 e 1936, e também por conta própria, produziu, segundo estimativas, entre 30 mil e 60 mil “chapas” de documentação urbana, tornando-se um dos maiores fotógrafos brasileiros.

Malta foi ainda um dos responsáveis pelo surgimento das reportagens ilustradas no Brasil, colaborando nas revistas Kosmos, Illustração Brasileira, Revista da Semana e Fon-Fon. Foi sócio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) – onde fez a primeira exposição em 1930 – até o fim da sua vida em 1957, aos 93 anos de idade.

As imagens selecionadas para a exposição fazem parte dos acervos do Museu Histórico da Cidade, Arquivo-Geral da Cidade, Museu da Imagem e do Som, Biblioteca Nacional, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Instituto Moreira Salles e o Arquivo George Ermakoff. A mostra estará disponível até 31 de julho deste ano.

Cristo Redentor

Aproveitando também a data comemorativa dos 456 anos da capital fluminense, o Santuário Cristo Redentor divulga o calendário de eventos que celebrarão os 90 anos do monumento mais conhecido do país. A festa principal está programada para o periodo de 9 a 17 de outubro próximo, na Passarela do Samba.

O aniversário do Rio de Janeiro será comemorado de forma tímida, sem grandes badalações, em virtude da pandemia de covid-19.

Bondinho

Pela primeira vez, comemorando o aniversário do Rio de Janeiro, o Bondinho Pão de Açúcar promove a campanha Carioca Maravilha, que oferecerá desconto de 60% nos ingressos regulares adquiridos via online (www.bondinho.com.br), a partir desta segunda-feira (1º). A edição especial da campanha será válida durante todo o mês de março, beneficiando pessoas nascidas na cidade e moradores do Rio de Janeiro e Grande Rio.

De acordo com a administração do Bondinho Pão de Açúcar, a ação visa a valorizar a essência e a cultura cariocas. O benefício especial é válido para o passeio completo, que começa na estação da Praia Vermelha e vai até o Pão de Açúcar. Os valores promocionais não são cumulativos com outras opções de descontos já existentes.

Para aproveitar o benefício, adultos devem apresentar um comprovante de residência e documento oficial com foto, enquanto as crianças de 6 a 12 anos têm de mostrar certidão de nascimento ou documento oficial com foto que comprove ser residente ou nascido no Rio de Janeiro. Crianças de até cinco anos não pagam ingresso.

Ineditismo

O diretor executivo do Bondinho Pão de Açúcar, Sandro Fernandes, destacou o ineditismo da ação, ao homenagear o melhor que a cidade do Rio tem nesses 456 anos de história – o carioca. “Somos um ícone da cidade e temos como propósito inspirar a felicidade em todos que se conectam conosco e, principalmente, com o carioca, que compartilha com a gente o encantamento de ter nascido nesta cidade maravilhosa que é o Rio de Janeiro”, afirmou Fernandes.

As normas de segurança sanitária de combate à covid-19 são adotadas pelo Bondinho Pão de Açúcar em seu funcionamento. O uso de máscara é obrigatório, podendo ser retirada apenas no momento de fazer refeições e desde que o distanciamento social seja mantido. Totens com álcool em gel estão disponibilizados ao longo de todo o parque e a medição de temperatura é feita em todos na entrada.

Além da demarcação do espaço de distanciamento físico nas filas, os bondes operam com capacidade reduzida e são sanitizados a cada viagem. O regulamento completo da promoção pode ser acessado no site oficial do Bondinho Pão de Açúcar.

MAR

Reaberto ao público no último dia 11 de fevereiro, o Museu de Arte do Rio (MAR) comemora oito anos de atividades, coincidindo com o aniversário de 456 anos da cidade. Para celebrar a data, o museu oferecerá ao público entrada gratuita às quintas-feiras, durante todo o mês de março.

O museu estava fechado há 11 meses, em função da pandemia. A reabertura é uma das primeiras medidas da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), à frente da instituição carioca desde janeiro, por meio de acordo de cooperação internacional firmado com a prefeitura municipal. A entidade é o primeiro organismo intergovernamental de cooperação no espaço ibero-americano e, desde 1949, trabalha em três campos de ação: cultura, educação e ciência.

O diretor e chefe da representação da OEI no Brasil, Raphael Callou, disse que o MAR oferece a todos os visitantes um diálogo direto com a cidade em suas diversas dimensões:cultural, educativa e social. “A OEI atua há mais de 70 anos trabalhando arte e educação de forma articulada, em defesa de uma sociedade mais inclusiva, em que o acesso à cultura seja garantido efetivamente como um direito. Faremos dessa experiência na gestão do MAR uma referência das iniciativas de cultura e economia criativa conduzidas pela organização na região”, acrescentou Callou.

Inserção

Curador-chefe do MAR, Marcelo Campos destacou que, ao completar oito anos de vida, o museu já apresenta uma vontade nítida. “O MAR, em seu aniversário, quer se manter como um museu em forte inserção na cidade, a partir de sua vizinhança. Portanto, comemorar oito anos é se manter atento aos objetivos e missões que fizeram do MAR um dos principais museus da cidade. A história que nos interessa está contada “a contrapelo”, tensionando e incorporando críticas e desafios em todos os setores do museu”, observou.

A programação de aniversário começa com uma live (transmissão ao vivo pela internet) de Marcelo Campos e Raphael Callou, às 17h, quando apresentarão aos seguidores do equipamento no Instagram a programação do MAR para este mês. O público terá a oportunidade de conhecer a mostra inédita “Paulo Werneck – Murais para o Rio”, que vai ocupar uma das galerias do museu até agosto.

Segundo Marcelo Campos, Paulo Werneck foi um importante muralista, que atuou junto com arquitetos de renome, entre eles Oscar Niemeyer. São de autoria de Werneck projetos como o prédio da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), localizado na região central do Rio. Paralelamente à mostra de Paulo Werneck, terão continuidade as exposições “Rua!”; “Casa Carioca”; e “Aline Motta: memória, viagem e água”, lançadas no ano passado.

Educação

Neste mês de março, o museu vai retomar a atividade educativa Conheça o MAR. Trata-se de uma visita guiada, com até uma hora de duração, oferecida ao público espontâneo pelos espaços da instituição. A mediação dialoga com a história da região portuária e será realizada todas às sextas-feiras de março, às 14h.

Para Hugo Oliveira, gerente de Educação e Escola do Olhar, “comemorar o 8º aniversário do MAR renova as esperanças, traz excelentes memórias e nos desafia a pensar caminhos para as práticas educativas. Vamos retomar aos poucos, começando com o projeto Conheça o MAR às sextas-feiras para o público espontâneo, tomando as devidas medidas de segurança. A visita oferece visão panorâmica dos espaços do museu em conexão com a história da região portuária e da Pequena África, além de um percurso pelas diferentes mostras em cartaz. A conclusão ocorre dentro do pavilhão para que o visitante possa retornar às exposições”, informou.

Encerrando as comemorações, no dia 27 de março, uma nova bandeira será hasteada no mastro do museu, marcando o início deste novo ano para a instituição. O MAR funciona de quinta-feira a domingo, das 11h às 18h. A entrada no Pavilhão de Exposições é permitida até as 17h. Os ingressos têm valor de R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).

Por: Agência Brasil

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Prefeitura de SP vai procurar quem não tomou segunda dose de vacina

Segunda dose é necessária para imunização completa contra a covid-19

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Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

A Prefeitura de São Paulo vai entrar em contato com as pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus, mas não foram receber a segunda dose, necessária para completar a imunização, no prazo estipulado. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, mais de 81 mil pessoas estão nessa situação.

A partir das informações cadastrais das pessoas, as unidades básicas de saúde e os agentes comunitários de saúde de cada região vão entrar em contato para saber os motivos do atraso. A secretaria aponta que podem existir diversas razões para isso, como a mudança de endereço, a espera de um acompanhante para comparecer ao local de vacinação ou esquecimento.

A pasta acrescenta que o sistema VaciVida já faz a comunicação via celular quando é a hora de tomar a segunda dose da vacina. Até o momento, na capital paulista, foram aplicadas 2,8 milhões de doses da vacina, sendo 984 mil da segunda dose.

Estado

Em todo o estado de São Paulo, de acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, 270,8 mil pessoas não foram tomar a segunda dose do imunizante. A pasta destaca que no caso da vacina do Instituto Butantan (CoronaVac) o retorno para segunda dose deve ser feito em até 28 dias, enquanto os que receberam a vacina Astrazeneca devem receber a segunda dose em até 12 semanas.

Em todo o estado de São Paulo foram aplicadas mais de 10 milhões de doses de vacinas contra o novo coronavírus, sendo 3,4 milhões da segunda dose.

Por: Agência Brasil

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Conass aponta falhas no combate à covid-19 e pede recursos ao Senado

Entidade diz que há um grande conflito federativo no Brasil

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Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Carlos Eduardo de Oliveira Lula, avaliou nesta quinta-feira (22) que desde o início da pandemia há um grande conflito federativo no Brasil. “A gente não conseguiu unir os esforços da União aos de estados e municípios para ter uma condução unificada e coerente das medidas que precisavam ser implementadas. A gente sabe que muitas medidas, do ponto de vista sanitário, são complexas e difíceis e trazem consequências econômicas e sociais, mas a dicotomia entre economia e saúde é uma dicotomia falsa”, avaliou durante audiência pública na Comissão Temporária da Covid -19 no Senado.

Além da falta de uma coordenação nacional para as ações, Carlos Eduardo disse que o Brasil esbarra em uma baixa cobertura vacinal, por causa da falta de imunizantes para atender o mercado mundial e no financiamento insuficiente da saúde. “A gente já estimava, Conass e Conasems [Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde], que haveria uma diminuição no final de abril para meados de maio, e isso é verdade, só que essa diminuição do número de óbitos ocorreu num processo muito mais lento do que a gente esperava”, disse.

Segundo Lula , as novas variantes da covid-19 – são 92 em circulação – sendo a mais comum no Brasil a descoberta em Manaus, têm afetado de maneira muito mais grave a população mais jovem, o que tem estabilizado a doença “em um patamar muito alto”. “Isso quer dizer que a gente continua com um número muito alto de internados e deve continuar, infelizmente, com um número muito alto de óbitos por essa razão”, avaliou. Outro problema destacado pelo Conass aos senadores foi a falta de financiamento adequado da saúde.

Antes da pandemia, o presidente do Conass disse que entre leitos adultos e pediátricos havia um déficit histórico de, pelo menos, 13 mil vagas de UTI a serem financiados pelo Ministério da Saúde. “Ainda há esse déficit. A gente tem 19 mil leitos e tem pouco mais de dez mil que o ministério [da Saúde] hoje financia. Há nove mil leitos ainda a serem financiados. Isso aqui da forma mais transparente possível, colocando o que a gente tem de dados publicados no Diário Oficial da União”, pontuou.

Por: Agência Brasil

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Salles: governo dobra recursos para combater desmatamento na Amazônia

Ações serão desencadeadas a partir de 1º de maio, diz ministro

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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, disse hoje (22) que o governo vai dobrar o orçamento deste ano para ações de combate ao desmatamento ilegal na Amazônia. Salles não citou, entretanto, os valores, que, segundo ele, ainda estão pendentes na negociação do orçamento.

“O número preciso [dos recursos] não é possível estabelecer agora, porque nesta semana se está definindo o Orçamento junto ao Congresso Nacional. Porem, é possível dizer que o que houver de disponibilidade, o presidente vai dobrar o recurso”, disse o ministro.

Salles concedeu entrevista, após a fala do presidente Jair Bolsonaro na na Cúpula de Líderes sobre o Clima. Em discurso, Bolsonaro se comprometeu a, além de zerar o desmatamento ilegal até 2030, alcançar, até 2050, a neutralidade zero de emissões de gases de efeito estufa no país, antecipando em dez anos a sinalização anterior, prevista no Acordo de Paris.

De acordo com Salles, o governo desencadeará as ações de comando e controle contra o desmatamento ilegal a partir do dia 1º de maio. O ministro disse que, com a duplicação dos recursos, o governo poderá arcar com os custos de apoio de órgãos como as polícias Federal e Rodoviária Federal, equipes da Força Nacional e também do apoio logístico das Forças Armadas.

“Isso [duplicação dos recursos] é importante porque dá sustentação a esse pagamento das equipes da Força Nacional, que podem aumentar substancialmente e que se somam ao que já tem de equipes e logística do Ibama e ICMBio [Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade]”, afirmou.

Durante a entrevista coletiva, Salles disse ainda que espera recursos de países e empresas estrangeiras para antecipar as metas de desmatamento zero. Segundo o ministro, essa participação pode se dar no apoio do Orçamento para as ações de comando e controle e também no incentivo econômico da região.

“O presidente [Jair Bolsonaro] determinou a manutenção dos compromissos já assumidos e foi mais além: ao assumir o compromisso de eliminação do desmatamento ilegal em 2030, ele reforçou o Orçamento e pode, com essas ações, dar espaço para que [o prazo de] 2030 seja antecipado na prática. Isso será tão mais fortemente feito quanto a gente possa receber recurso tangíveis, volumosos e imediatos dos países e empresa estrangeiras”, acrescentou.

Salles também defendeu a regulamentação de dispositivos do Acordo de Paris que tratam do mercado de carbono. O tema será tratado na próxima Conferência Internacional sobre Mudança Climática, a COP-26, prevista para novembro, na Escócia.

Segundo o ministro, a regulamentação do Artigo 6 do Acordo de Paris, que prevê a monetização dos créditos de carbono, é um dos elementos-chave do debate climático. Ele disse que, se os mecanismos já estivessem regulamentados, seria mais fácil o país receber recursos de empresas e países estrangeiros para compensar a emissão de gases do efeito estufa.

“O principal mecanismo para fruição de recursos no mundo inteiro será o mercado de carbono construído sob as regras do Artigo 6° do Acordo de Paris. Este é o elemento-chave para os mecanismos de carbono. O Brasil tem todo interesse e vem incentivando ao máximo que seja elaborada essa implementação”, afirmou.

Por: Agência Brasil

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