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Esportes

Golfe: pela vaga olímpica, Adilson da Silva retorna ao Sunshine Tour

Brasileiro, residente na África do Sul, compete nesta terça (2)

Foto: Sunshine Tour/Divulgação

O brasileiro Adilson da Silva, residente na África do Sul, viajou nesta terça-feira (2) para Joanesburgo, a maior cidade do país, para a disputa do Kit Kat Group ProAm. O torneio começa nesta sexta-feira (5) e segue até domingo (7) e marca a retomada do Sunshine Tour, o circuito profissional da África do Sul, interrompido em dezembro, por conta da pandemia do coronavírus (covid-19).

A disputa será no Royal Johannesburg & Kensington Golf Club, clube fundado em 1890. Focado em um bom retorno, Adilson quer buscar os pontos para confirmar a vaga nos Jogos Olímpicos. Atual número 372 no Ranking Mundial, o brasileiro precisa subir cerca de cem colocações para jogar no Japão. “Estou me sentindo bem com o retorno dos torneios, fico feliz que o circuito esteja voltando, porque já tem bastante tempo que paramos”, diz o golfista Adilson da Silva à assessoria da Confederação Brasileira de Golfe (CBG).

Nesta quarta-feira (3), ele joga o ProAm da etapa, uma espécie de rodada preparatória para o evento. “Vai ser bom, conheço bem os campos das próximas etapas, apesar de ter aí uns dois ou três anos que não jogo por lá”, finaliza Adilson.

Após cerca de três meses sem competições, o Sunshine Tour terá uma sequência de quatro torneios, uma semana de pausa e depois mais três etapas até maio, totalizando sete torneios até a metade do ano.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Volta do lockdown no DF impacta Supercopa, Recopa, Libertadores e NBB

Em decisão, eventos esportivos ficam proibidos em território distrital

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Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) impugnou nesta quinta-feira (8) a decisão que havia suspendido a volta do lockdown no Distrito Federal. A medida afeta partidas de futebol e basquete marcadas para Brasília nos próximos dias, uma vez que o fechamento inclui a restrição a eventos esportivos, mesmo sem presença de público, por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em nota, o governo distrital anunciou que recorrerá.

O estádio Nacional Mané Garrincha, por exemplo, tem três jogos decisivos entre domingo (11) e quarta-feira (14). O primeiro é a Supercopa do Brasil, entre Flamengo e Palmeiras, às 11h (horário de Brasília) de domingo (11). Na terça-feira (13), às 21h30, o Santos enfrenta o San Lorenzo (Argentina) no duelo de volta do confronto que vale vaga na fase de grupos da Libertadores. Já na quarta, também às 21h30, o Verdão volta a campo no Mané Garrincha para enfrentar o Defensa y Justicia (Argentina), na segunda partida da Recopa Sul-Americana.

Além disso, a reta final da primeira fase do Novo Basquete Brasil (NBB) é disputada no ginásio da Associação dos Empregados da Companhia Energética de Brasília (Asceb) desde o último dia 30, com previsão de término no próximo dia 13. A capital federal é a terceira sede para a qual os jogos foram levados, após restrições no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Flamengo, Palmeiras e Santos ainda não se pronunciaram sobre a decisão, assim como as confederações Brasileira (CBF) e Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Em nota, a Liga Nacional de Basquete (LNB), responsável pelo NBB, disse que só se manifestará quando receber uma informação oficial sobre a possibilidade (ou não) de realização dos jogos.

“Na semana passada, a LNB entrou com uma petição nesse processo e pediu para que a Juíza marque uma audiência de tentativa de conciliação, para mostrar à Defensoria, Ministério Público e Juíza os protocolos de segurança do NBB, que são reconhecidos por diversas autoridades como absolutamente rígidos para realização dos jogos com segurança para os envolvidos. Estamos aguardando que a audiência seja marcada”, informou a Liga, por meio da assessora de imprensa.

“A gravidade do quadro inicialmente verificado […] não sofreu qualquer redução, mas sim agravamento, a demonstrar que houve e há uma escalada no risco de iminente colapso do serviço de saúde público e privado no Distrito Federal, não se justificando, dessa maneira, o relaxamento de tais medidas, enquanto não reduzidos os índices de contaminação e de capacidade de atendimento e tratamento às enfermidades decorrentes do contágio do coronavírus”, argumentou o desembargador federal Souza Prudente, na decisão.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Após ranking histórico, Luisa Stefani sonha com vaga na Olimpíada

Tenista tem de chegar ao Top 10 do mundo até junho para ir a Tóquio

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Foto: André Gemmer/Green

Atingir o 26º lugar do ranking de duplas da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês) colocou Luisa Stefani na história do tênis brasileiro. Trata-se da melhor colocação de uma atleta do país desde que a lista foi criada, em novembro de 1975. A paulistana de 23 anos superou ninguém menos que a lenda Maria Esther Bueno, dona de 19 títulos de Grand Slam (simples e duplas) e que ocupou a 29ª posição em dezembro de 1976. No auge de Maria Esther, nos anos 1950 e 1960, ainda não havia um ranking com atualizações semanais.

“Com certeza, o retorno [sobre o feito] tem sido grande nesses dias, mas estou muito longe de superar a Maria Esther. Obviamente, é um momento especial, fruto de muito trabalho. Nos últimos meses, tenho visto melhora no meu jogo, dentro e fora de quadra. A gente fica tão envolvida com a rotina, jogo a jogo, treino a treino, que só quando tem uma pausa é que dá para sentir a dimensão, o carinho e a importância para o tênis brasileiro e feminino, principalmente”, conta a tenista, em entrevista à Agência Brasil.

A marca foi alcançada após o vice-campeonato no WTA 1000 de Miami (Estados Unidos), no último sábado (3), ao lado da norte-americana Hayley Carter, 27ª do mundo nas duplas e parceira da brasileira desde outubro de 2019. Se viesse o título, a paulistana teria iniciado a semana na 23ª posição do ranking. Na atual temporada, elas também foram finalistas nos WTA 500 de Abu Dhabi (Emirados Árabes) e Adelaide (Austrália).

E Luisa pode ir além. Se chegar ao Top 10 do ranking de duplas até 7 de junho, garante vaga na Olimpíada de Tóquio (Japão) e, de quebra, leva com ela uma brasileira que esteja entre as 300 do mundo na WTA para formar uma das 32 parcerias do torneio feminino. O Brasil tem, hoje, quatro tenistas na condição: Laura Pigossi (171ª), Carol Meligeni (249ª), Gabriela Cé (254ª) e Paula Gonçalves (289ª). Nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), em 2019, Luisa e Carol foram medalhistas de prata.

A vaga olímpica também colocaria a paulistana na chave de duplas mistas, possivelmente para atuar com Bruno Soares, número quatro do ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP). Eles jogaram juntos no Aberto da Austrália deste ano e caíram nas oitavas de final.

“Para esse ano, com certeza, a meta que tenho quase todo dia em mente é chegar à Olimpíada. Sempre foi um sonho. [Classificar] não é algo que possa controlar totalmente, mas é do que lembro ao fazer minha rotina no dia a dia, trabalhar duro. É uma das minhas maiores metas, além de conquistar um Grand Slam e ser número um do mundo”, afirma Luisa.

Outro objetivo, segundo ela, é incentivar a nova geração do tênis brasileiro, da mesma forma que, há seis anos, Teliana Pereira a motivou. Aposentada desde setembro do ano passado, aos 32 anos, Teliana esteve entre as cem melhores do mundo entre 2013 e 2016. Em 2015, a paranaense venceu o WTA 250 de Bogotá (Colômbia), sendo a primeira jogadora do país a vencer um torneio nível WTA após 27 anos. Naquele mesmo ano, em outubro, ela atingiu o 43º lugar do ranking mundial em simples.

“Foi muito legal vê-la despontar no Top 100, ganhar WTA, aparecer mais na TV, podendo assisti-la mais vezes na TV. Fiquei feliz por ela, mesmo sem conhecê-la na época, ainda mais depois que a conheci. Ela mostrou que a gente podia chegar lá”, recorda Luisa.

“É bem gratificante ver as crianças, as meninas mesmo, falando que querem jogar assim, jogar mais duplas, chegar onde você está chegando. É uma das partes mais especiais [da carreira]. Ainda mais no Brasil, onde a gente ainda está meio carente [no tênis feminino principalmente] de mais jogadores. Poder servir de referência, motivar meninas e meninos a chegarem a esse nível no esporte, é incrível. Quero continuar”, completa.

O próximo compromisso de Luisa será justamente representando o Brasil. Ela foi uma das convocadas pela capitã Roberta Burzagli para o confronto contra a Polônia, pela repescagem da Billie Jean King Cup, torneio de seleções equivalente à Copa do Mundo no tênis feminino. As partidas serão na cidade de Bytom (Polônia), em quadra rápida, entre os dias 16 e 17 deste mês. As brasileiras têm de vencer o duelo para manter o país entre os 16 integrantes do Grupo Mundial. Gabriela Cé, Carol Meligeni e Laura Pigossi também foram chamadas.

“Eu amo participar de competições por equipes, principalmente pelo Brasil. Adoro a energia, ter a equipe próxima, ainda mais com a meninas e o time que formamos. Joguei tênis universitário [nos Estados Unidos], então [a Billie Jean King Cup] me lembra muito. É uma das minhas semanas preferidas no ano”, diz a brasileira, que terá alguns dias de descanso em Tampa, cidade norte-americana onde mora, antes da viagem para Bytom.

“O desgaste [da sequência de competições] é grande, mentalmente e fisicamente. Ir de bolha em bolha, tem a preocupação do novo coronavírus [covid-19], aumenta um pouco a tensão dos torneios. Então, com certeza, nos próximos dias, estar em casa, dar uma refrescada na cabeça e ajustar coisas no jogo que preciso melhorar, mas também dar uma acalmada, será superpositivo antes da Billie Jean King Cup. Depois, aproveitar a Billie Jean com a energia do time. É a parte principal, onde cresço e que dá gás para o resto do ano”, conclui.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Fluminense goleira Macaé por 4 a 0 no Carioca

Gols são do garoto Kayky e dos veteranos Fred, Nenê e Ganso

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Foto: Lucas Mercon/Fluminense F.C

Com gols do garoto Kayky e dos veteranos Fred, Nenê e Ganso, o Fluminense goleou o Macaé por 4 a 0, na noite desta terça-feira (6) no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.

Com a vitória na partida válida pela 8ª rodada da Taça Guanabara do Campeonato Carioca, o Tricolor das Laranjeiras assumiu a 4ª posição da classificação com 13 pontos. Já o Leão permaneceu na lanterna da competição com apenas dois pontos conquistados.

Vitória tranquila

O Fluminense começou mandando na partida, e não demorou a abrir o marcador. E o primeiro gol saiu dos pés de um garoto de apenas 17 anos formado em Xerém. Aos 23 minutos Luiz Henrique tocou para Kayky, que bateu na saída do goleiro Jonathan Ribeiro. Este foi o primeiro gol do atacante como profissional.

O time das Laranjeiras continuou melhor, mas só ampliou o marcador aos 18 da etapa final. O meio-campista Martinelli deu passe em profundidade para Fred, que dominou na entrada da área e deslocou Jonathan Ribeiro para marcar o seu gol de número 399 na carreira.

O terceiro também sai dos pés de um veterano. Aos 33 minutos Nenê cobrou falta direto, da intermediária, para fazer 3 a 0. Mas o Fluminense queria mais, e conseguiu o quarto com Ganso, aos 46 minutos, quando o camisa 10 aproveitou passe de cabeça de Lucca para deixar o seu.

Próximo compromisso

O próximo jogo do Tricolor no Carioca será no domingo (11), quando enfrenta o Nova Iguaçu no estádio do Maracanã. Já o Macaé volta a entrar em campo no sábado, contra o Resende.

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