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Curiosidades

Guinness: brasileiro mais rápido a viajar o mundo mostra tudo no Tik Tok

Considerado o 1º brasileiro a visitar todos os países e o ser humano mais rápido a cumprir o feito, Anderson Dias dá dicas no Tik Tok

Anderson Dias, o homem mais rápido a viajar o mundo
Foto: Anderson Dias/Arquivo Pessoal/Divulgação

O homem mais rápido a viajar o mundo, segundo o Guinness Book, é brasileiro. Anderson Dias, de 26 anos, visitou 196 países em apenas um ano e alcançou dois recordes mundiais: 1º brasileiro a visitar todos os países do planeta e o ser humano mais rápido a cumprir o feito. Os embarques e desembarques do pernambucano de Caruaru foram registrados no story do instagram e no feed do Tik Tok.

Países mais caros

Ao longo dos meses de viagem, Anderson compartilhou com os mais de um milhão de seguidores as principais curiosidades dos países por onde passou. Segundo o viajante, a Islândia é um dos países mais caros para conhecer. “País da aurora boreal, mas essa aurora boreal é cara de verdade! É quase R$100,00 um copinho de mojito. A cerveja que eu tomei lá foi R$78,00 e foi só uma. É R$1.200 um hotel três estrelas, imagine o cinco estrelas.”

“Mas uma coisa não posso negar, é um dos países mais bonitos do mundo”, contou.

Países mais bizarros

Em compilados, o influencer elege categorias para ilustrar os países visitados. No quesito “países mais bizarros”, Anderson elenca: Turcomenistão, situado na Ásia Central, Brunei, na Ásia, e Nauru, localizado na Oceania.

@196sonhos

PAÍSES MAIS BIZARROS DO MUNDO PARTE 3 – NAURU 🇳🇷 #fy #fyp #nauru #196sonhos #tiktoktravel

♬ som original – Anderson Dias 🇧🇷

Dicas de viagem

Além de levar um pouco da cultura do mundo aos seguidores, o brasileiro viajante do Guinness Book ainda dá dicas de como conseguir passagens aéreas baratas e melhores hospedagens.

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Ciência e Tecnologia

Primeiro mamífero clonado, Dolly completaria hoje 25 anos

Ovelha é marco para discussões sobre ética e legislação

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Foto: Reuters/Jeff Mitchell

Pode até não parecer, mas já faz um quarto de século que o mundo se espantou com um dos maiores passos já dados pela ciência: a primeira clonagem de um mamífero, a partir de uma célula adulta – a ovelha Dolly, que se estivesse viva completaria 25 anos neste 5 de julho.

O experimento foi um divisor de águas não apenas para a ciência. A partir dele, teve início em todo o mundo uma série de debates sobre a relação entre ética, ciência e legislação.

Produzida operacionalmente a partir de julho de 1996 nos laboratórios do Roslin Institute, da Universidade de Edimburgo (Escócia), sob a coordenação do pesquisador Ian Wilmuth, a ovelha Dolly teve seu nascimento anunciado na revista Nature em 27 de fevereiro de 1997. O artigo científico “imediatamente gerou enormes discussões após ganhar as páginas dos principais meios de comunicação do mundo”, lembra o professor de pós graduação em Bioética da Universidade de Brasília (UnB), Volnei Garrafa.

Em 1999, um estudo mostrou a tendência da ovelha de desenvolver formas de envelhecimento precoce. Três anos depois, em 2002, foi anunciado que Dolly estaria com uma doença pulmonar progressiva que, segundo alguns cientistas, seria um sinal de envelhecimento.

Em fevereiro de 2003, aos 6 anos, Dolly foi abatida, de forma a evitar que fosse acometida de uma morte sofrida por causa de infecção pulmonar incurável. Seu corpo foi empalhado e encontra-se exposto no Museu Real da Escócia, localizado em Edimburgo.

Tentativas

Volnei Garrafa explica que Dolly foi o primeiro mamífero clonado a partir de uma célula somática, já diferenciada, retirada da glândula mamária de uma ovelha adulta. Dolly foi o único exemplo de sucesso entre 277 tentativas fracassadas de obtenção de um “clone aparentemente normal”, uma vez que as demais tentativas geraram embriões com aberrações.

“Em termos biológicos, foi retirado o núcleo de uma célula da glândula mamária de uma ovelha adulta e colocado no espaço nuclear de outra célula também adulta; sob estímulos, essa célula reproduziu-se dando origem a um embrião que foi colocado no útero da ovelha doadora”, detalha o professor que é também presidente da Associação Internacional de Ensino da Ética (IAEE, sigla em inglês) e diretor de Assuntos Internacionais da Rede Latino-Americana e do Caribe de Bioética da Unesco (Redbioética).

Ele lembra que a repercussão desse fato “foi extraordinária no mundo todo”, especialmente com críticas à interpretação de que o ser humano estava “brincando de Deus”.

Avanços

O pesquisador explica que existem dois tipos de clonagem, fato geralmente desconhecido pelo público leigo e que muda completamente a percepção sobre a palavra, o que costuma gerar desconfiança de modo geral.

“Além da clonagem reprodutiva, há a clonagem terapêutica, que consiste no desenvolvimento da mesma técnica, mas cujo embrião resultante não irá ser colocado no útero de um animal (ou de uma mulher) para gerar uma cópia genética similar, mas em um meio de cultura de laboratório”, disse ele à Agência Brasil.

“Nesse meio, ocorrerá o desenvolvimento do embrião (no caso denominado de quimera) até um determinado momento – em geral até o 8º dia, quando leva o nome de blastômero, estrutura embriológica com 80 a 100 células chamadas de tronco-embrionárias. Essas células jovens têm a característica de ainda serem indiferenciadas, o que significa que, se utilizadas em transplantes celulares bem conduzidos cientificamente, poderão se adaptar e se transformar em qualquer outro tipo de tecido do organismo animal ou humano”, afirma.

Garrafa acrescenta que, atualmente, existem “incontáveis linhas de pesquisa” que utilizam a clonagem terapêutica para o desenvolvimento de estudos relacionados a diferentes tipos de doenças, a partir da utilização de células tronco-embrionárias originárias da técnica de clonagem terapêutica.

“Além disso, para o futuro, a partir do controle biológico e ético seguro das técnicas pode-se prever até mesmo a criação de órgãos para transplantes, embora os órgãos sejam estruturas formadas por vários tecidos (epitelial, conjuntivo, muscular) o que gera maior complexidade técnica até que se logre alcançar seu controle adequado”, diz o professor, ao comentar que já foram desenvolvidas técnicas para a criação em laboratório de tecidos, como o do músculo cardíaco.

Clonagem humana

Entre as grandes preocupações que se tem, relativas ao uso de técnicas de clonagem, está a possibilidade de ela ser utilizada para reprodução humana. Garrafa explica que “o rechaço ético-moral” é quase unânime nesse caso.

“Não existe até hoje segurança técnica de que um pesquisador interessado na clonagem reprodutiva humana não vá criar aberrações biológicas. Mas minha reflexão vai muito além da simples estética do ser produzido mas, especificamente, à manipulação da intimidade da vida humana, ao próprio genoma da espécie, à organização das nossas cerca de 30 mil cadeias decifradas e harmônicas de DNA, fragilizando-nos como espécie com vistas ao futuro”.

Com isso, as pesquisas têm se restringido a algumas espécies animais. “Nesse sentido, já são muitos – e com bons resultados – os estudos desenvolvidos, por exemplo, com gado, onde a clonagem constitui hoje uma técnica já incorporada em vários lugares”.

No Brasil, acrescenta o pesquisador, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) desenvolve há cerca de 20 anos esse tipo de trabalho, “inclusive no sentido do melhoramento genético animal para consumo humano”.

Ética

Volnei Garrafa lembra que na semana imediata à notícia da existência de Dolly, em fevereiro de 1997, sem noção sequer da existência de dois tipos básicos de uso da clonagem (reprodutiva e terapêutica), nove projetos de lei contrários a toda e qualquer iniciativa de clonagem foram registrados no Congresso Nacional, bloqueando ou atrasando pesquisas éticas que já vinham sendo desenvolvidas, especialmente no campo da genética, em universidades do país.

“Se a ciência e a tecnologia, por um lado, não devem ser academicamente dominadoras, por outro não podem ser eticamente submissas de modo a aceitar proibições desmedidas. A ciência é a busca do conhecimento e o seu desenvolvimento – desde que feito dentro de referenciais éticos societariamente aceitos. Já a aplicação prática das descobertas, a tecnologia, essa sim deve ser controlada por meio de comitês especializados de ética e bioética”, defende o professor.

Legislação

“O Congresso tem um quadro muito qualificado de assessores legislativos nas mais diferentes áreas que devem ser melhor utilizados. O que se vê, em geral, com relação às proposições legislativas no campo biomédico, e muito especialmente no campo da vida e da própria reprodução humana, é uma  mistura conservadora entre ciência e religião”. 

Segundo Garrafa, nas democracias participativas modernas se requer que as legislações sejam construídas positivamente, afirmativamente, proporcionando o direito à decisão autônoma de cidadãos e cidadãs com relação ao que desejam ou não para suas vidas.

De acordo com o professor de bioética, a última lei que o Congresso Nacional aprovou com relação ao campo biotecnocientífico foi a Lei de Biossegurança, em 2005.

“Apesar de ter proporcionado avanços, [a Lei de Biossegurança] mistura três temas diversos: o controle e uso de organismos geneticamente modificados, incluindo as células tronco-embrionárias para pesquisas [objeto dessa nossa entrevista e seu uso nas pesquisas com clonagem terapêutica], a criação do Conselho Nacional de Biossegurança e a reestruturação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança”, disse o pesquisador.

Por: Agência Brasil

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Curiosidades

Gato invade a cabine e ataca piloto durante voo de passageiros

Ser atacado por um felino enquanto pilota um avião de passageiros não é realmente algo que um comandante espera, mas aconteceu na semana passada.

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Foto: Arte/AEROIN

Um avião de passageiros Boeing 737 Classic da empresa sudanesa Tarco Aviation foi forçado a retornar ao aeroporto na capital sudanesa de Cartum depois que um gato furioso, que de alguma forma entrou na cabine, atacou os pilotos logo após a decolagem, informou a mídia local.

O voo da companhia aérea sudanesa Tarco Airlines aconteceu na quarta-feira (24) com destino a Doha, um serviço de 3 horas e 45 minutos, e estava ocorrendo de maneira totalmente rotineira até que o passageiro muito improvável causou a emergência no ar.

Em torno de 30 minutos após a decolagem, o gato apareceu na cabine e atacou o comandante, que tentou conter o felino. Mas ele não parava o ataque, de acordo com o Al-Sudani. Depois que todas as tentativas de conter o invasor peludo falharam, o piloto decidiu dar meia-volta com o avião e voltar para a capital sudanesa.

Em sua matéria, o Al-Sudani obteve informações de que a aeronave havia passado uma noite estacionada em um hangar no aeroporto de Cartum antes do voo. A fonte sugeriu que o gato provavelmente entrou furtivamente a bordo durante a limpeza ou manutenção e se escondeu dentro da cabine para surpreender os pilotos mais tarde.

O avião pousou em segurança e o felino foi removido, para a alegria da tripulação.

Por mais desconcertante que o incidente possa parecer, esta não é nem mesmo a primeira invasão de um gato num jato comercial. É a segunda vez em menos de um mês que um gato tem acesso à cabine, a primeira foi no início de fevereiro quando um gato decidiu tomar sol na cabine de um Boeing 737 da El Al.

Por: Aeroin

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Curiosidades

Confira 3 truques do iPhone que você não sabia e facilitam o dia a dia

Escanear um documento nunca foi tão fácil com a ferramenta disponível no bloco de notas do celular

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Confira truques do iPhone
Foto: banco de imagens/Pixabay

O iPhone dispõe de vários truques que facilitam o dia a dia, mas nem todos são conhecidos pelos próprios usuários do sistema. Por isso, O Panorama reuniu três ferramentas disponíveis na nova atualização do iOS 14.3 que talvez estejam escondidas aos seus olhos, mas muito requisitadas na rotina.

Scanner

Essa dica salva quem precisa enviar um documento prontamente, mas não possui impressora em casa ou não tem tempo para ir até um local de xerox, e principalmente os universitários que tanto precisam obter materiais para estudo.

Para escanear uma folha, um documento ou texto no Iphone, basta pressionar e segurar o ícone do bloco de “notas” por alguns segundos. Em seguida, uma lista de opções vai surgir na tela, entre elas, a alternativa “Escanear documento”. Selecione, enquadre na câmera a folha desejada, aperte como se fosse fazer uma foto, recorte o fundo da foto e mantenha somente até as extremidades do documento, clique em “manter escaneamento” e depois “salvar”. Pronto! O seu documento está escaneado em alguns minutos.

A ferramenta ainda dá opção de selecionar filtros à imagem, que pode assumir efeito real de scanner feito em máquina.

Descubra o nome da música

Outra maravilhosidade escondida no sistema iOS é a ferramenta que possibilita encontrar o nome da música tocada no ambiente. Quem nunca esteve em um restaurante ou escutou uma música na televisão, gostou ou recordou memórias boas com o som e quis descobrir o nome do hit para curtir depois, mas não sabe o que diz a letra para pesquisar?

Pois então, o iPhone resolveu esse problema e entregou mais uma facilidade para o dia a dia dos usuários. Em “Ajustes”, “Central de Controle”, procure em “mais controles” a ferramenta “Reconhecimento de música”. Após selecionar, abra a aba de baixo para cima da Central de Controle, clique e espere o celular reconhecer a música para você.

Além de entregar o nome da canção, o sistema ainda dirige o usuário para um link onde a música está disponível para reprodução.

O fim da foto invertida

Para fechar os truques do Iphone: expectativa x realidade. Abrir a câmera frontal, se posicionar para a foto, gostar da posição e se decepcionar com o resultado, essa era a realidade dos usuários do Iphone que sofriam com o tal recurso da foto ao contrário. O sistema iOS considerava interessante inverter a foto para dar aspecto de câmera traseira para o registro, mas acabava com a produção e a pose pensada para a selfie.

Por isso, muitos usuários optavam por utilizar o aplicativo Instagram para fazer as fotos frontais, já que o resultado continua o mesmo após clicar o registro. No entanto, o recurso virou opção e agora pode ser desabilitado na nova atualização do sistema.

Para obter a foto idêntica a que aparece na tela, basta ir até “Ajustes” e “Câmera”. Em “Composição”, selecione “Espelhar câmera frontal”. A mágica está feita e a dor de cabeça sanada.

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