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O Panorama dos Influenciadores: Júlia e Danielle Bucher falam sobre ser influenciadora mirim

Com apenas 4 aninhos de idade, a pequena influencer já conquistou 56 mil seguidores no Instagram

Se existe um tipo de foto que é capaz de arrancar suspiros quando passam pela nossa timeline, com certeza são as  que envolvem bebês ou crianças. Os pais postam imagens dos filhos, elas bombam de likes e quando menos se espera, a criança naturalmente virou um influenciador com seguidores fiéis. Foi assim que aconteceu com a Júlia, do perfil “Fofurices de Júlia”. 

Em um bate-papo com Ray Milhomem, para o quadro “O Panorama dos Influenciadores”, gravado no Alameda Shopping, Danielle Bucher, mãe de Juju, contou como tudo começou de forma muito espontânea. Como toda mãe muito coruja, Dani fazia fotos da filha para guardar de lembrança e quando a menina tinha apenas 6 meses de vida, resolveu publicar uma foto da pequena em seu perfil no Instagram, e o resultado não podia ser outro senão muitos likes.  

Foto: Rayra Paiva Franco/ O Panorama

“A gente começou a juju tinha 6 meses de idade, hoje ela tem 4 anos. Postei uma foto dela bebezinha no meu Instagram pessoal usando um sapatinho da Melissa e marquei o Mini Melissa, eles pediram autorização para repostar a foto e deixei. Com isso, foi chegando muita gente no perfil e decidi virar mini melisseira. Toda coleção que saia comprava todas e ia postando as fotos”, conta Danielle sobre como tudo começou. 

Ao mesmo tempo que a Júlia é uma criança fofa, a mãe conta que a menina é um pouco arteira. Quando tinha um aninho de idade, pegou um pote grande de creme da irmã mais velha e virou todo na cabeça. Apesar da arte, a mãe achou a situação engraçada e decidiu filmar a menina tentando explicar o que tinha acontecido e mais uma vez, o público amou. 

Outra situação foi quando a mãe pegou a filha escondida comendo uma lata de Leite Ninho e com isso observou que os seguidores gostavam dos conteúdos que iam para um lado mais divertido e engraçado. Hoje, além das muitas fotos fofíssimas de looks do dia, Danielle compartilha momentos da vida real de Júlia, como por exemplo acordar com o cabelo bagunçado e se achando linda. 

Foto: Rayra Paiva Franco/ O Panorama

“Nos stories eu gosto de postar o dia a dia e sempre aperto a tecla que a maternidade não tem que ser romantizada. Quando ela tá doentinha eu vou lá e posto, tem um mês atrás ela foi atualizar a vacina de quatro anos e ela passou muito mal, ficou muito ruim, e muitas mãe já estavam passando por isso, então é uma troca muito bacana”, conta Dani sobre como é no dia a dia.

Sobre como começou a fazer parcerias, a mãe da menina conta que tudo começou de forma muito natural também. Uma loja grande daqui de Brasília entrou em contato querendo mandar algumas sandálias para Júlia, e por ser um produto com valor consideravelmente alto a mãe da menina achou uma máximo. Em seguida, Dani começou a receber propostas para fazer fotos de looks e ganhava em permuta, mas ainda não tinha noção de como cobrar.  

“O dono de uma grande loja gostou da Juju e disse que queria ela nas propagandas da loja e perguntou quanto a gente cobrava. Entrei em contato com uma amiga minha apresentadora de TV aqui em Brasília, e ela me disse que podia cobrar em dinheiro porque a Juju bombava muito nos stories e foi quando comecei a cobrar e graças a Deus tem dado muito certo. Fiz uma poupança pra Júlia e tudo que ela ganha vai para essa poupança, para ela usar no futuro dela”, explica Dani quando sobre como a vida na internet começou a render dinheiro. 

Sobre a aceitação da família, Danielle explica que de início, o pai da garota não gostava devido a grande exposição mas ao ver os benefícios, ficou mais tranquilo. “A gente ganha muito coisa, eu doo com a etiqueta, então já é uma economia. A Júlia faz acompanhamento com endocrinologista, ele não aceita plano de saúde mas a gente tem uma parceria e o pai dela viu que isso na verdade era bom e já apoia mais”.

Foto: Rayra Paiva Franco/ O Panorama

Entre muitos outros assuntos, Danielle finalizou a entrevista reforçando que é importante deixar as coisas acontecerem de forma natural e não forçar a criança, porque o que tiver que ser vai ser.  Para a entrevista completa de Júlia e Danielle  Bucher no canal de Youtube do O Panorama para desvendar mais detalhes da vida e carreira da influenciadora, clicando aqui.

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Odontologia para todos: Cirurgião Frederico Felipe fala sobre cirurgia bucomaxilofacial e novas tecnologias aliadas à odontologia

Com especialização também pelo John Peter Smith Hospital, em Nort Worth no Texas (EUA). Dr. Frederico Felipe hoje é Chefe de Residência no Hospital de Base de Brasília.

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Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

O quadro Odontologia Para Todos, traz desta vez o cirurgião dentista Dr. Frederico Felipe para um bate-papo sobre cirurgia bucomaxilofacial, a influencia da tecnologia na formação e nos tratamentos e mais.
Graduado pela Universidade Federal de Uberlândia, Frederico Felipe é mestre e doutor em cirurgia bucomaxilofacial e chefe do programa de residência e treinamento em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial do Hospital de Base de Brasília.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Em conversa com o Dr. Ricardo Paulin, Frederco falou um pouco sobre sua trajetória de estudos e especializações que o levaram a conquistar uma carreira de prestígio e de grande responsabilidade e influência na formação de novos cirurgiões para a área em que atua.

“Eu sou graduado pela Universidade Federal de Uberlândia, fiz residência e mestrado também pela Universidade Federal de Uberlândia e fui professor da mesma universidade. Depois retornei a Brasília onde iniciei meus trabalhos na Secretaria de Saúde do Distrito Federal e saí pra fazer doutorado na Universidade Estadual de Campinas, a UniCamp”, iniciou o doutor.

De volta a Brasília onde trabalhou na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, o Dr foi aceito no programa do hospital universitário do Texas nos Estados Unidos, John Peter Smith Hospital em Fort Worth, onde acompanhou a rotina do hospital por 06 meses e estudou com grandes mestres da cirurgia ortognática mundial.

Quando questionado sobre sua decisão de voltar ao Brasil após a experiência nos Estados Unidos, o Dr Frederico Felipe falou sobre os motivos que impactaram em não permanecer em solo americano, apesar das propostas.

“Na verdade essa é uma pergunta que eu me faço ainda, eu tive a oportunidade [porque] o profissional com formação acadêmica ele é muito bem quisto no mercado americano e eu tive a oportunidade de ficar. Como eu fui liberado pra fazer o custo de doutorado com ônus pra Secretaria de Saúde, eu fui com um salário eu não achei justo ficar. Resolvi voltar pra ofertar o que eu tinha aprendido na minha formação no Estados Unidos, aqui no Brasil”, relata Frederico.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

De acordo com o cirurgião a formação mudou muito ao longo dos anos, mas um dos principais impactos foi os avanços e contribuições que a implementação digital trouxe para a odontologia. Para Frederico Felipe uma das vantagens da tecnologia nas cirurgias é a previsibilidade e o planejamento realizado de maneira mais fidedigna garantindo ainda mais conforto e segurança ao paciente que consegue ter uma visão real sobre seu caso e as possibilidades que o tratamento permite.

Como professor de graduação Felipe falou ainda sobre os desafios enfrentados pelos estudantes que estão se formando na era pós-pandêmica e sobre a importância da educação para aqueles que tem o desejo de participar de um programa de especialização como a residência oferecida pelo Hospital de Base de Brasília.

“É um grande desafio o mercado hoje, então na verdade você precisa de reinventar o tempo todo, quando nós nos formamos nosso sonho era montar um consultório e trabalhar e hoje apenas isso não é sinônimo de sucesso. A odontologia é muito grande ainda tem muito espaço pra gente trabalhar e para explorar. E para aqueles que querem entrar no programa de residência minha dica é: estude, é um programa muito pesado e que seleciona sempre os mais preparados, longe dos livros e fora dos estudos não temos salvação” finalizou o doutor Frederico Felipe.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Acompanhe a entrevista completa com o doutor cirurgião dentista Frederico Felipe acesse o canal do O Panorama no Youtube.

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O Panorama da Saúde Mental: Sérgio Roberto fala sobre o método “Jus-Jitsu” – A arte do concurseiro

Sérgio Roberto é defensor público e criador do método Jus-Jitsu – A arte do concurseiro, que visa auxiliar os estudantes a passarem em concursos públicos ao trabalhar a constância e o fortalecimento psicológico.

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Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Sabe-se que a maioria dos jovens sonha com uma aprovação em concurso público, mas a inconstância e ansiedade acabam por atrapalhar essa jornada. Foi enfrentando estas dificuldades que o defensor público Sérgio Roberto desenvolveu o método conhecido como Jus-Jitsu – A arte do concurseiro.

“A maior dificuldade que as pessoas têm é a de manter a disciplina necessária para passar em concurso. Aí desenvolvi um método baseado no Jiu-Jitsu. É feita uma analogia que vai ajudar você a manter a ‘coisa’ mais divertida e a se manter mais focado nessa estrada”, conta Sérgio Roberto.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

São utilizados princípios da gamificação, muito relacionada à arte marcial Jus-Jitsu, em que se trabalha motivação, capacidade de ver evolução com rankings, campeonatos, afirmações dos bons e maus resultados e interação entre as pessoas. De acordo com Sérgio, existe uma parte muito forte da gamificação que torna todo processo mais divertido.

“É aí que entra uma parte muito boa do conhecimento, que é a interação social. Nós promovemos muito essa interação social entre os concurseiros, porque se você quer se tornar um dançarino bom, você deve andar com bons dançarinos. Se você quer se tornar um concurseiro bom, você tem que estar em contato com concurseiros”, exemplifica Sérgio.

A interação social é um ponto importante no desenvolvimento do método e, de acordo com Sérgio, garante bons resultados.


Sérgio Roberto falou ainda sobre outro aspecto importante que deve ser trabalhado para que haja resultados positivos na participação em um concurso público. Mais do que os estudos, um ponto primordial para o sucesso nos concursos públicos, e que muitas vezes é negligenciado, é a construção do trabalho psicológico.


“Eu diria que a principal coisa que atrapalha os alunos é o desconhecimento da realidade. Quando a pessoa começa a estudar para concurso, ela acha que vai resolver a vida dela em seis meses. Essa não é a realidade dela, assim como não foi a minha e não é a realidade da maioria”, afirma Sérgio Roberto.

O defensor público relembra que qualquer trabalho sério que envolve concurso público e educação é um trabalho para longo prazo.


“Quando eu falo de um trabalho para longo prazo, quero dizer um trabalho para um ano, três anos, cinco anos; qualquer coisa antes disso para mim vai ser uma surpresa muito grande. Existe ainda o contraponto que são as pessoas que acham que vão resolver em três meses e vão com muita sede ao pote e querem estudar seis horas, oito horas, às vezes 10 horas por dia. E essa também não é a realidade da maioria”, diz Sérgio.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

De acordo com Sérgio, o que precisa ser feito é trabalhar o equilíbrio e manter a constância no que se propõe a fazer para manter a rotina até se conquistar o objetivo final.

“Encare isso como uma caminhada de 2.400 quilômetros. Se você caminhar 6 quilômetros todos os dias, completará a jornada de maneira tranquila, em determinado período. Mas, se no início tentar caminhar 20 ou 15 quilômetros por dia, o que vai acontecer é que, em poucos dias, você não conseguirá mais caminhar”, explica o defensor.

Sérgio também falou das maneiras que o Instituto de Medicina e Psicologia Integradas pode contribuir para que o concurseiro mantenha constância e equilíbrio, gerando, como consequência, a diminuição do número de desistências ao longo do processo.

“Assim como um grande time de futebol precisa ter um departamento médico, o IMPI pode entrar com essa parte do auxílio médico-psicológico”, completou Sérgio Roberto.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Para entender mais sobre o método Jus-Jitsu e a importância do trabalho psicológico, nesta jornada até a aprovação em concurso público, assista à entrevista completa com Sérgio Roberto no canal do Youtube do O Panorama.

IMPI–Instituto de Medicina e Psicologia Integradas
RT: Dalmo Garcia Leão CRM 4453

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Odontologia Para Todos: Jorge Faber fala sobre a técnica do Benefício Antecipado e o cenário da odontologia a nível nacional e internacional

Pioneiro mundial em diferentes campos, o doutor Jorge Faber foi o precursor do Benefício Antecipado para o tratamento de deformidades dentofaciais.

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Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

O quadro Odontologia Para Todos recebe o Dr. Jorge Faber para uma conversa sobre técnicas e tratamentos e a importância do profissional para a qualidade de vida da população.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Nascido em Brasília, Jorge Faber é ex-editor-chefe do Journal of the World Federation of Orthodontists e editor-emérito do Dental Press Journal of Orthodontics.

Com mais de 100 artigos publicados em revistas científicas e pioneiro mundial em diferentes campos, Dr Faber começa a entrevista falando sobre uma figura de primordial importância no desenvolvimento de sua carreira o Dr. Dante Bresolin, um dos pioneiros da odontologia em Brasília.

“Professor Dante foi uma pessoa de uma alma diferente, ele sem sombra de dúvidas foi uma das pessoas que mais influenciaram na minha carreira, já desde aluno. Além de professor foi um grande amigo, e é uma pessoa que eu sinto muita falta”, disse Faber.

Defensor do Benefício Antecipado na cirurgia Ortognática, o Doutor Faber falou ainda dos impactos da técnica na qualidade de vida dos pacientes.

“Os trabalhos mais recentes e que comparam e contrastam o Benefício Antecipado com as alternativas tradicionais de tratamento, ou seja, que envolve a descompensação dos dentes pra depois operar tem mostrado que o Benefício Antecipado é melhor para o paciente”, falou o doutor.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

De acordo com o Doutor o método se mostra melhor não em termos de resultados, pois os resultados são assemelhados, mas o benefício em termos de qualidade de vida para o paciente é flagrantemente melhor.

Entretanto Faber ressalta a complexidade do Benefício Antecipado do ponto de vista ortodôntico.

“Por ser uma técnica ortodôntica e não apenas cirurgia, embora envolva a cirurgia, requer um planejamento combinado que exige do ortodontista um conhecimento de como se planeja uma cirurgia ortognática, junto com a necessidade de domínio do uso de ancoragem esquelética”, disse o ortodontista.

Outro ponto abordado pelo Dr. Jorge Faber na entrevista foi a apneia do sono em crianças. O tema tem sido palestrado por Faber em diversos lugares e é um assunto importante a ser discutido.

Faber ressalta que em 1995 começou a tratar apneia do sono com aparelhos intraorais em adultos, e foi da apneia do sono que surgiu a ideia do Benefício Antecipado.

“Me pareceu muito obvio que se o paciente sofre de apneia do sono ele não pode realizar um preparo para cirurgia ortognática que acontecerá daqui a oito meses, um ano”, completou.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Para Faber, muitos dos problemas tratados em adultos poderiam ser tratados quando ainda criança e assim melhorar muitos destes padrões respiratórios. Ele completa que foi deste ponto que veio sua crescente atenção ao tema.

Jorge Faber falou ainda sobre o uso dos, hoje tão famosos, alinhadores em crianças e idosos. Para ele é uma alternativa fantástica de tratamento para os idosos, tornando o tratamento possível e menos incômodo.

“À medida que a gente envelhece, diminui o nosso fluxo salivar, e o parelho fixo se torna muito difícil de ser usado por uma pessoa mais velha, ele tem um atrito muito grande e traumatiza muito a mucosa. Além disso, os alinhadores acabam preenchendo as duas deficiências que temos com aparelho fixo pois torna o parelho mais confortável como também permite uma higiene melhor”, disse o Dr Faber.

Já em relação aos alinhadores em crianças Dr. Faber observou que é um campo que ainda precisa ser analisado para entender melhor quando esses alinhadores se enquadrariam de forma mais ideal.

“Particularmente vejo que os alinhadores, quando são bem tolerados e utilizados pelos pacientes são sempre uma ótima opção. Claro, desde que o tratamento seja bem planejado, porque por mais que existam propagandas sobre algoritmos que planejam tratamentos na verdade eu nunca vi planejamento feito com alinhadores que não requeresse uma grande quantidade [de neurônios queimados] pelo ortodontista”, completou.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Palestrante internacional, Doutor Jorge Faber falou ainda sobre a diferença entre a odontologia nacional e de outros países.

“Temos alguns pontos muito bons, como produção científica fantástica, grande número de profissionais que são do mais alto nível no cenário mundial […] então a odontologia brasileira é uma referência”, conta Jorge Faber.

Mesmo com uma avaliação altíssima à frente de diversas áreas e sendo referência internacional. Faber citou ainda a necessidade de se entregar a comunidade um profissional de saúde que, comprovadamente, tenha um conhecimento pelo menos básico em uma área tão importante de atuação.

“Nós vemos lugares como a Tailândia, Dubai, Austrália, Estados Unidos, onde o aluno precisa fazer uma prova semelhante a prova da OAB para exercer sua profissão. E o que nós fazemos aqui com uma quantidade enorme de jovens onde a gente vende um sonho e colhe o pesadelo, que o pesadelo de não saber o suficiente para entrar no mercado de trabalho”, explicou o doutor.

Jorge falou ainda sobre importantes mudanças no ensino ortodôntico e outros pontos importantes para esta área no Brasil. Para acompanhar a entrevista completa acesse o canal do O Panorama no Youtube, clicando aqui.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

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