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Esportes

Libertadores: Flamengo enfrenta Barcelona em busca de vaga na final

Rádio Nacional transmite partida ao vivo nesta quarta (29)

Foto: Marcelo Cortes/Flamengo

O Flamengo enfrenta o Barcelona de Guayaquil (Equador) em busca da vaga na decisão da edição 2021 da Libertadores. Após vencer por 2 a 0 na última semana no Maracanã, o Rubro-Negro chega como franco favorito à partida realizada no estádio Monumental de Barcelona, nesta quarta-feira (29) a partir das 21h30 (horário de Brasília).

Com a vantagem obtida na ida, o time da Gávea avança mesmo com um empate ou com uma derrota por um gol de diferença. Além disso, o Flamengo passa caso perca por dois gols de diferença e marque ao menos um gol. Já no caso de vitória de 2 a 0 dos equatorianos a vaga na decisão será definida na disputa de pênaltis.

Para esta partida, o técnico Renato Gaúcho contará com o retorno de duas peças importantes, o meia uruguaio Arrascaeta e o lateral Filipe Luís, ambos recuperados de lesão. Assim, a provável escalação do Rubro-Negro para enfrentar o Barcelona é: Diego Alves; Isla, Rodrigo Caio, David Luiz e Filipe Luís; Willian Arão, Andreas Pereira, Everton Ribeiro e Arrascaeta; Bruno Henrique e Gabriel Barbosa.

Se o Flamengo conta com a vantagem da vitória na partida de ida, o Barcelona contará com o apoio de sua torcida. Para a partida desta quarta, o estádio Monumental teve 30% de sua capacidade liberada (com cerca de 17 mil ingressos colocados à venda).

Quem passar entre Flamengo e Barcelona enfrenta o Palmeiras na grande decisão da Libertadores, no dia 27 de novembro no estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai).

Por: Agência Brasil

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Distrito Federal

Participante de Projeto social do DF disputará Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica no Japão

Além do Campeonato Mundial, a atleta também representará o Brasil no Campeonato Sul-americano. O projeto do qual faz parte atende cerca de 120 meninas de 4 a 20 anos de idade

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Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

Expressão corporal, flexibilidade e postura. Esses são os pontos fortes das meninas que frequentam a Escolinha de Ginástica Rítmica do Instituto Inside Brasil. A modalidade, que já é destaque em Brasília, despertou o interesse de cerca de 120 meninas a participarem do projeto social responsável por difundir a cultura de ginástica rítmica.


O Instituto Inside Brasil surgiu do interesse em levar oportunidade a jovens por meio de práticas esportivas, criando outros polos de incentivo à ginástica rítmica e achar novos talentos. O projeto da Ginástica Rítmica começou em 2013 com a Professora Kely Regina Silva Portela Espinola, mãe e técnica da atleta Ana Luísa Passos Neiva.

Kely foi atleta de ginástica rítmica e começou seu trabalho com a modalidade em 1995. Tempos depois, em parceria com a professora Juliana Andrade, começaram a percorrer algumas administrações regionais e cidades satélites em busca de espaço onde pudessem criar escolinhas que garantissem às crianças a oportunidade de iniciar no esporte e a partir destas escolinhas colher novos talentos que seriam enviados ao Centro de Treinamento.

Este é um trabalho que tem gerado muitos resultados tanto na área social como também esportiva. Ao longo dos anos em que o projeto está em atuação cinco atletas da instituição passaram pela Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica, tanto na modalidade individual quanto na modalidade de conjuntos. O projeto tem o apoio da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania

O projeto conta com resultados expressivos, como o da atleta Ana Luisa Passos Neiva de 17 anos, que conquistou vaga na Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica, única atleta de Brasília, e representará nosso país entre os dias 27 e 31 de outubro no Campeonato Mundial que acontecerá no Japão e no Campeonato Sul-americano de 2 a 8 de novembro na Colômbia.


Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

Outras 3 atletas representarão Brasília nos Jogos Escolares no Rio de Janeiro entre os dias 27 e 31 de outubro e mais 20 atletas no Torneio Nacional em Porto Alegre nos dias 3 a 8 de novembro.

Para as aulas no Instituto Inside, as crianças recebem gratuitamente collant e agasalho. Durante os encontros, as alunas aprendem a utilizar alguns equipamentos que são o diferencial do esporte, como a corda, o arco, a bola, as fitas e as massas.

Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

A Escolinha atende meninas de 4 a 20 anos, em 3 núcleos, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, no Clube de Associados Suboficiais e Sargentos da Aeronáutica de Brasília – CASSAB, localizado no setor de clubes sul trecho 2, no Centro Educacional 03 – Centrão, ÁREA ESPECIAL B – GUARÁ II e em breve na QR 2 na Candangolândia.

Interessados em conhecer o Projeto, podem visitar os núcleos de segunda a sexta-feira das 9h às 18h, ou visitar o site do Instituto: insidebrasil.org.br ou as redes sociais @insidebrasil.

Aqueles que quiserem podem ainda contribuir com o projeto por meio de doações ao projeto de Ginástica Rítmica ou demais projetos do Instituto Inside Brasil, utilizando a chave PIX CNPJ 18.683.437/0001-32 ou ainda realizar depósito em conta corrente 96842-0 agência 2911-4 – Banco do Brasil, em nome do Instituto Inside Brasil – IIB.

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Brasil

Após ouro em Tóquio, Mariana D’Andrea quer repetir feito no Mundial

Halterofilista retomou treinos logo após voltar da Paralimpíada

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Foto: Takuma Matsushita/CPB

Há exatamente um mês, Mariana D’Andrea escrevia o nome na história do paradesporto ao conquistar, nos Jogos de Tóquio (Japão), um inédito ouro paralímpico para o halterofilismo brasileiro. Três meses após o feito, a paulista de 23 anos será testada pela primeira vez desde a medalha, logo em um Campeonato Mundial. Ela já retomou os treinamentos visando a competição, que será disputada entre 28 de novembro e 5 de dezembro na cidade de Butami (Geórgia).

“A expectativa é muito boa. Saí de Tóquio preparada, tive um resultado muito bom lá e agora é manter os treinos para melhorar mais ainda e buscar outra medalha, agora de ouro”, disse Mariana à Agência Brasil.

“Será uma competição forte. Em Tóquio, eram oito [atletas por categoria]. Na Geórgia, podem ser 20. Mas estou bem preparada, tanto fisicamente como psicologicamente”, completou a medalhista de ouro da categoria até 73 quilos, que foi prata no último Mundial, realizado em Nur-Sultan (Cazaquistão), em 2019, na disputa por equipes mistas, ao lado de Bruno Carra e Evandro Rodrigues.

Chegar como atual detentora da coroa da categoria fará de Mariana a atleta mais observada pelas rivais no Mundial. Lidar com a pressão, no entanto, não parece que será difícil para a jovem de Itu (SP), que tem nanismo (baixa estatura). No halterofilismo paralímpico, os competidores não são divididos pela deficiência, mas conforme o peso.

“Tenho amadurecido com as experiências. O nervosismo só atrapalha. Sei que o que faço na competição é o mesmo que faço nos treinos. [Em Tóquio] fiquei bem tranquila. Sabia que a medalha viria. Era meu objetivo, meu foco. Tinha a adrenalina, mas nada de medo ou nervosismo. Nem eu mesmo acreditei que estava calma daquele jeito”, recordou a brasileira.

“Fiquei surpreso com o equilíbrio emocional da Mariana. Ela aqueceu ao lado da adversária principal, a chinesa [Lili Xiu, que foi prata]. Começaram a fazer pressão, jogar a barra, dar gritos, mas a Mariana simplesmente ignorou, virou as costas, fingiu que nada estava acontecendo. Ela dizia o tempo todo que queria ganhar o ouro, desde Hamamatsu [cidade japonesa onde a delegação brasileira fez aclimatação antes de ir para Tóquio]. Estava certa de que disputaria o ouro. Isso fez diferença”, completou o técnico da atleta, Valdecir Lopes, à Agência Brasil.

A maturidade de Mariana, que iniciou na modalidade em 2015, chama atenção pela juventude. A brasileira era a segunda mais jovem entre as finalistas da categoria dela em Tóquio. Das oito competidoras, cinco tinham mais de 30 anos. A chinesa Xiu, vice-campeã, tem 40 anos, um a mais que a francesa Souhad Ghazouani, recordista mundial do peso e medalhista de bronze no Japão.

“O halterofilismo paralímpico é um esporte de longo prazo, que permite tranquilamente que o atleta chegue aos 40 anos, 45, sendo competitivo. A Mariana é muito jovem. Minha ideia, como treinador, é cuidar para que ela prolongue ao máximo da saúde, sem lesão, para atingir essa maturidade e seguir entre as três primeiras do mundo por muito tempo. Ela gostou de ganhar o ouro, viu que representa muita coisa. Se perguntar a ela sobre [a Paralimpíada de] Paris [França], em 2024, ela vai falar que quer ganhar de novo [risos]”, comentou Valdecir.

Os participantes do Mundial ainda não foram confirmados. A equipe brasileira será definida após a seletiva marcada para 13 de outubro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Os sete atletas que representaram o país em Tóquio, porém, já possuem marcas que os credenciam à competição na Geórgia e não devem participar do evento de qualificação.

“Muita gente virá ao Mundial em uma fadiga danada, pois é a primeira vez que o torneio será realizado após a Paralimpíada. Talvez as marcas não sejam lá tão esperadas. Mas acho que aqueles que não conseguiram atingir os objetivos em Tóquio estarão com a faca nos dentes. Será um campeonato forte e duro, talvez até mais duro que os Jogos”, avaliou o técnico de Mariana.

“Meu objetivo é chegar lá, conquistar essa medalha e completar o ano bem feliz. Meu treinador sempre fala que é difícil chegar ao topo, mas que mais difícil é se manter. Quero continuar firme e forte para não deixar que as meninas me peguem e ser a melhor das melhores, sempre”, finalizou a paulista, que foi ao pódio dez vezes nas 12 competições internacionais que disputou.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Além do tri no Brasileiro, atacante do Timão é eleita craque da final

Adriana marcou um golaço na vitória por 3 a 1 sobre o Palmeiras

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Foto: Lucas Figueiredo/CBF

A piauiense Adriana, atacante do Corinthians, brilhou em campo na noite deste domingo (27), na vitória por 3 a 1 sobre o Palmeiras, que garantiu ao Timão o tricampeonato do Brasileiro Feminino de Futebol. A atacante, de 24 anos, marcou um golaço aos 32 minutos do primeiro tempo na Neo Química Arena, em São Paulo, e participou da jogada do terceiro gol do Timão, uma bicicleta da meia Vic Albuquerque.  

“Momento inesquecível. Vai ficar guardado para sempre na minha memória esse espetáculo que a gente fez aqui hoje. Um título tão importante para a gente. Para mim mais especial ainda, o terceiro título. Fico feliz demais, agora é comemorar e aproveitar”, disse a atleta, eleita craque da partida,  em depoimento à Confederação Brasileira de Futebol.

No Corinthians deste 2017, Adriana foi artilheira no Brasileiro do ano seguinte, com 14 gols, no primeiro título do Timão no campeonato feminino. No ano seguinte, devido a uma lesão, foi cortada da seleção convocada para a Copa do Mundo. Mas voltou com tudo no ano passado, quando conquistou o segundo título para o Timão.

“Para mim, é superação. E gratidão a Deus por toda oportunidade. Acho que tudo que eu passei agora me fez crescer, e hoje eu mostrei quem é a Adriana. Agradeço demais o apoio de todo mundo, de todos os torcedores, às meninas da comissão, que isso foi essencial”, afirmou Adriana.

O Timão saiu na frente do placar aos 22 minutos com com gol contra da zagueira Agustina Barosso,  no rebote do chute cruzado de Adriana.  A lateral esquerda Camilinha, descontou para o Palmeiras aos 28 minutos do segundo tempo.

A equipe feminina do Corinthians já tem compromisso na quarta-feira (29) pela sétima rodada do Campeonato Paulista. O embate será contra o  PInda, às 19h (horário de Brasília), no Parque São Jorge, em São Paulo.

Por: Agência Brasil

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