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O Panorama dos Influenciadores: Lúcia Muniz se divide entre a carreira de médica e influenciadora digital

Com conteúdos sobre saúde, beleza e humor, Lúcia alcançou a marca de 27 mil seguidores no Instagram e compartilhou sobre como concilia a carreira de médica e influenciadora.

A internet tem um papel muito importante de conectar pessoas. As redes sociais exercem esse papel de forma quase que natural e quando você vê, já conquistou vários seguidores que tem interesse pelo conteúdo compartilhado. Em bate-papo com Ray Milhomem, no Pier 21, a influenciadora Lúcia Muniz contou sobre como começou na internet e se divide entre a carreira de médica e influenciadora digital.

Nascida e criada em Brasília, a carreira de influenciadora digital para Lúcia, de 27 anos, começou em 2012 de forma muito espontânea. Na época, o estilo EMO fazia muito sucesso, a jovem tinha o costume de compartilhar  fotos e dicas de maquiagem e beleza. O público foi se identificando, o número de seguidores aumentando e quando a Lúcia reparou, já estava influenciado pessoas. 

“Comecei naquela época dos EMOS, que a gente se vestia bonitinha e usava franjinha. Tirava muitas fotos e gostava de postar, também falava sobre maquiagem e bem estar”, conta Lúcia sobre o início. 

Foto: Rayra Paiva/ O Panorama

Com talento para se comunicar, a jovem, que também atua como médica, sempre teve o apoio da família. Em seu perfil do instagram, com quase 28 mil seguidores, Lúcia compartilha além dos conteúdos de beleza, pautas de humor e saúde, tentando sempre incluir assuntos sérios de forma natural. 

“Gosto muito de inserir o assunto da saúde dentro do meu cotidiano, mas gosto de fazer isso de forma leve e não engessada. Acho que se não for assim, não entra na cabeça das pessoas, então falo sobre saúde mas de uma forma humanizada”, explica a influenciadora. 

Entre as principais dificuldades encontradas no caminho, Lúcia conta sobre o desafio de se conectar de forma verdadeira com o público e de ser compreendida de forma verdadeira, e não da forma como as pessoas criam a imagem. “As pessoas não reconhecem a gente como seres humanos, como indivíduos, eles querem que a gente seja um modelo que nem sempre bate com o que somos”, desabafa. 

Além do Instagram, a jovem também se aventura na plataforma TikTok, onde tem um conteúdo mais voltado para o humor e não só para a exposição da vida pessoal que a geração atual tende a esperar. A ideia é agregar na vida das pessoas de forma leve e divertida, proporcionando uma forma de entretenimento. 

Para quem deseja seguir na profissão de digital influencer,  Lúcia deixou como conselho o interesse por estudar e entender sobre a profissão. De acordo com a jovem, para começar não é necessário saber de tudo, no entanto, é muito importante que se estude sobre o que está falando e que de fato, tenha conhecimento para replicar a informação.  

Foto: Rayra Paiva/ O Panorama

Entre outros assuntos, Lúcia falou sobre o mercado de influenciadores durante a pandemia. Confira a entrevista completa no canal de Youtube do O Panorama para desvendar mais detalhes da vida e carreira da médica e influenciadora, clicando aqui.

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O Panorama dos Influenciadores: Carolina Tanure fala sobre empreender na pandemia e carreira digital

A jovem, que também é maquiadora, já alcançou 25 mil seguidores no Instagram com conteúdos de beleza.

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Foto: Rayra Paiva/ O Panorama

Carioca de nascença e brasiliense de coração, Carolina Tanure se divide entre muitas funções como ser influenciadora digital, maquiadora, empresária e professora da educação infantil na rede pública. Com jeitinho meigo, a jovem de 28 anos contou em um bate-papo com Ray Milhomem, para o quadro “O Panorama dos Influenciadores”, gravado na varanda do Eliá Spa, no Shopping Pier 21, como faz para conciliar todas as profissões, realizando tudo com muita dedicação. 

Há três anos atuando como influenciadora digital, Carolina conta que começou na internet de forma muito natural quando ainda morava no Rio de Janeiro. A ideia inicial era buscar uma forma de expandir a cartela de clientes no ramo da maquiagem, foi quando a jovem teve a ideia de criar uma página no instagram para compartilhar seus trabalhos e dar dicas para as clientes. A página funcionava como um portfólio mas logo foi expandido e Carolina começou a falar sobre outros assuntos do dia a dia, como viagens e gastronomia.

Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

“Em 2018 mudei para Brasília, na época não tinha encontrado trabalho na área da educação.  Saía com minha mãe para ir em lojas de maquiagem e ela sempre falava para as marcas que eu era influenciadora e podia divulgar a loja. Comecei a fazer alguns trabalhos assim com lojas de maquiagem e depois fui abrindo um leque para outras coisas com as quais eu e minhas seguidoras se identificavam”, conta Carolina sobre como começou. 

 A influencer sempre teve muito o apoio da família, em especial, dos pais e do marido que sempre a incentivaram e acreditaram no trabalho dela. Entre as principais dificuldades enfrentadas no caminho, a jovem comentou sobre a timidez para aparecer em vídeos. Outra adversidade encontrada na visão da influencer é encontrar pessoas que realmente entendam e valorizem a profissão de influenciador digital.

Carol diz se sentir realizada na profissão que proporciona a oportunidade de comunicação com muitas pessoas. A jovem acredita que ainda vão surgir novas profissões no meio digital e, para aqueles que desejam seguir no mesmo caminho, a jovem comenta que o mais importante de tudo é não desistir e seguir em busca do sonho, independente do sonho. 

Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

“O conselho que daria é não desistir dos seus sonhos. Acredite que Deus vai te honrar com aquilo que você construiu e tudo que você planta, vai colher e não tem como fugir disso. Acredite nos seus sonhos seja qual for e não desista, porque as dificuldades vêm mas uma hora da certo”, diz a influenciadora.  

Em paralelo a carreira de digital influencer, Carolina também atua como empresária no ramo da gastronomia. O sonho de empreender virou realidade durante a pandemia. Ao lado do marido, a jovem montou uma hamburgueria, a Black’in Food, que atua no formato de delivery. A empresa começou inicialmente oferecendo batata rosti e crepe e ao perceber uma demanda de mercado, mudou para hamburguers.  

Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

“Já era o sonho meu marido ter uma hamburgueria, no começo foi mais tranquilo porque começamos de forma pequena. A demanda foi aumentando, alugamos um espaço e hoje temos uma cartela fiel de clientes. Focamos no digital para atingir o público que queríamos, que era da região de Taguatinga, Ceilândia, Samambaia e Águas Claras. A loja não é física, funciona somente no formato de delivery”, explica Carolina.    

Confira a entrevista completa de Carolina Tanure no canal de Youtube do O Panorama para desvendar mais detalhes da vida e carreira da médica e influenciadora, clicando aqui.

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O Panorama dos Influenciadores: Carol Ornavo fala sobre carreira de influenciadora digital e empresária

Com conteúdos de humor e beleza, a jovem já alcançou 25 mil seguidores no Instagram.

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Foto: Rayra Paiva/ O Panorama

Para muitos, o talento para comunicar e lidar com o público vem da infância. Assim foi com Carol Ornavo, que já na escola, chamava bastante atenção e era considerada popular.  Em bate-papo com Kelson Miranda, no Alameda Shopping, a jovem contou sobre como começou e como faz para conciliar o mundo digital com a carreira de empresária. 

Carol é uma daquelas mulheres autênticas, que chamam atenção por onde passam. Quando mais nova, a jovem que hoje tem 23 anos, chamava bastante atenção na escola e fez dessa “fama”, algo bom. Ao entrar para as redes sociais, Carol aproveitou a visibilidade que já tinha e usou isso ao seu favor. Assim que entrou para as plataformas digitais, os colegas da escola passaram a segui-lá e ter interesse pelo conteúdo publicado.

Foto: Rayra Paiva/ O Panorama

“Comecei com conteúdos de humor, porque sempre fui uma garota extrovertida, daquelas que todo mundo brinca e da risadas quando está junto. Depois fui para o ramo da beleza, comecei a dar dicas e logo vieram as campanhas para grandes marcas”, conta Carol sobre como começou. 

Sobre ser reconhecida nas ruas, a influenciadora diz que até hoje sente um frio na barriga quando é parada e quando pedem para tirar fotos com ela. Já sobre poder trabalhar com grandes marcas como a rede Smart Fit e a Go Case, a influenciadora diz se sentir muito realizada. 

Em  paralelo a carreira de digital influencer, Carol se dedica também à faculdade de nutrição e à carreira de empresária. A influenciadora comanda uma empresa de doces e outra de marketing digital e para dar conta de tudo, conta com a ajuda de seu sócio, separando dias específicos para gravar, fotografar e produzir conteúdos. 

Foto: Rayra Paiva/ O Panorama

Para aqueles que querem seguir no ramo digital, Carol explica que o mais importante é amar o que faz e não apenas seguir modinhas do momento. Autêntica, a jovem nunca ligou para críticas e diz acreditar que comentários negativos costumam vir de pessoas invejosas ou que não tem coragem para fazer o que gostam.   

“Faça realmente porque você ama e não por ser modinha. Modinhas passam, mas fazer o que você ama não,  essa vai ser a motivação diária. Acompanhe aquelas pessoas que você gosta, vê como elas falam, como ela interage, faz stories todos os dias mesmo sendo ruim porque é tudo aprendizagem, a constância vai te fazer chegar onde você quer”, sugere a influenciadora.

Para saber mais sobre a carreira de Carol, confira  a entrevista completa no canal de Youtube do O Panorama clicando aqui.

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O Panorama da Saúde Mental: Especialistas falam sobre medicamentos e concursos públicos

Estudar para concurso pode ser bastante desafiador. Por isso, muitos concurseiros apelam para o uso de medicação. Mas, ela só deve ser usada quando indicada por médicos.

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Foto: Rayra Paiva/ O Panorama

Ser concurseiro demanda muito foco e determinação, e começar a estudar para uma prova é uma tomada de decisão difícil que envolve muitas questões. Quantas horas se dedicar aos estudos, quais técnicas adotar, quais erros não cometer e conciliar a rotina do dia a dia com os estudos, dentre outras questões. Isso não é uma tarefa fácil, o que leva muitos estudantes a fazerem o uso de medicações.

Em conversa sobre o tema, conduzida pela psicóloga Camila Virgínio, no Instituto de Medicina e Psicologia Integradas (IMPI), o defensor público Dr. Vinicius Reis e a médica psiquiatra Dra. Angelica Cappellesso falaram sobre estudo para concursos e os momentos em que uma medicação é ou não indicada para auxiliar em questões de concentração.

A Dra. Angelica explicou que essas medicações funcionam como um estimulante no sistema nervoso central, promovendo o aumento dos neurotransmissores. Os medicamentos são indicados para quem tem Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), que é uma doença de neurodesenvolvimento identificada, na maioria dos casos, na infância ou na adolescência.

Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

“Quando falamos em psicoestimulantes, estamos falando do metilfenidato, que é o composto da ritalina e da Lisdexanfetamina, que é o composto do venvanse. Essas são medicações utilizadas para o tratamento do TDAH, também para a narcolepsia, que é um distúrbio do sono e, também, para algumas depressões. Mas, o principal uso da medicação é para o TDAH. Para alguns adultos, o diagnóstico passa batido e são descobertos quando a pessoa começa a reparar em questões como a falta de atenção e a imperatividade”, explica a Dra. Angelica Cappellesso.

De acordo com a médica, quem tem TDAH, tem uma alteração neuroquímica na região do lobo frontal, com a diminuição de neurotransmissores, o que deixa a pessoa mais desatenta e a torna mais hiperativa e impulsiva. O medicamento, por sua vez, causa o aumento desses neurotransmissores, trazendo-os para um nível normal, gerando uma melhoria na concentração e fazendo com que o indivíduo se sinta mais focado ao usá-lo. Mas, o uso deve sempre ser indicado por um médico especialista.

Se por um lado os medicamentos ajudam aqueles que têm TDAH diagnosticado, por outro, o remédio pode acarretar uma série de problemas. Além disso, em um primeiro momento, o medicamento pode trazer sensação de maior disposição, concentração, menos sono e um rendimento melhor, mas, de acordo com os especialistas, são efeitos subjetivos e sem capacidade de mudar o desenvolvimento cognitivo do estudante.

“Para uma pessoa que tem TDAH, a medicação faz um nivelamento e essa pessoa passa a ter uma vida normal, conseguindo resolver todos os déficits. O concurseiro que não tem TDAH, já tem um funcionamento normal, então ao usar medicamento, ele está usando um neurotransmissor em excesso. A pessoa fica em estado de alerta, fica mais acordada, tem aumento de dopamina, sensação de não estar cansado, mas ela não aumenta a capacidade cognitiva, nem o desempenho”, pontua a médica.

Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

Após a conversa sobre questões importantes do uso de medicamentos para foco e concentração, o Dr. Vinicius Reis falou um pouco sobre a execução de uma rotina de estudos e contou sobre as questões que observa em relação ao uso de medicamentos, por uma perspectiva prático. O ex-concurseiro e eterno estudante, proprietário do Espaço Mege, um ambiente destinado a estudo, acompanha a trajetória de muitos estudantes há anos e vivencia de perto os resultados de quem faz o uso de medicamentos e dos estudantes que não fazem.

Tendo como referência sua trajetória, o Dr. Vinicius acredita que houve uma época em que as pessoas igualmente se preparavam para concursos públicos, com os mesmos objetos e com as mesmas ansiedades. Era uma época em que não se falava sobre o uso de medicamentos que aumentassem a capacidade cognitiva de aprendizados.

“Eram outros tempos e tudo acontecia de forma natural, a pessoa se enfiava nos livros, tinha muita dedicação na disciplina dela e se disponibilizava a estudar. Hoje, tem sido muito comum essa difusão do uso de medicamentos para auxiliar a capacidade cognitiva. Na minha visão, as pessoas querem aprender mais e em menos tempo e acham que o medicamento pode auxiliar. O que posso dizer é que tenho visto pessoas com um desempenho brilhante sem precisar usar qualquer tipo de medicamento e outras que, embora recorrendo a medicamentos, não tem alcançado os seus resultados”, opina Dr. Vinicius.

Ainda, de acordo com o Defensor Público, para aqueles que não tem TDAH, existem formas naturais de organizar uma rotina de estudo, sem precisar recorrer ao uso de medicamento. Entre os pontos citados durante a entrevista, destaca-se: dormir bem, manter uma alimentação saudável e um ambiente adequado para os estudos.

O Dr. Vinicius usou como exemplo o fato de que muitas pessoas têm dificuldade de estudar em casa, devido a questões como barulho e ambiente conturbado. Há, ainda, pessoas que, mesmo sozinhas em casa, não conseguem se concentrar, por causa de distrações como televisão e celular. Nesses casos, as salas de estudo podem ser uma boa saída, onde outras pessoas estão focadas no mesmo objetivo.

Para entender mais sobre preparação para concurso público e o uso de medicamentos, confira a entrevista completa com o defensor público Dr. Vinicius Reis e a médica psiquiatra Dra. Angelica Cappellesso no canal de Youtube do O Panorama.

IMPI–Instituto de Medicina e Psicologia Integradas

RT: Dalton Garcia Leão CRM 4453

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