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Esportes

Luisa Stefani alcança melhor ranking de uma tenista brasileira na WTA

Com 26º lugar, paulistana supera feito de Maria Esther Bueno em 1976

Foto: Marcelo Stefani/Divulgação

A paulistana de 23 anos superou ninguém menos que Maria Esther Bueno, maior nome da modalidade no Brasil, que detinha a marca graças ao 29º lugar alcançado em dezembro de 1976. O Hall da Fama Internacional do Tênis indica que Maria Esther foi a melhor tenista do mundo nas temporadas de 1959, 1960, 1964 e 1966, ocasiões em que conquistou títulos de Grand Slam em simples e duplas. Na época, porém, não havia um ranking semanal.

Luisa alcançou o ranking com o vice-campeonato no WTA 1000 de Miami (Estados Unidos). No último domingo (4), a parceria entre a brasileira e a norte-americana Hayley Carter (que também subiu cinco posições e agora é a 27ª do mundo) foi superada na final pelas japonesas Ena Shibahara e Shuko Ayoama (ambas em 13º, empatadas) por 2 sets a 0, em uma hora e 24 minutos de jogo, com parciais de 6/2 e 7/5.

Foi a primeira final de um WTA 1000 na carreira dela. Torneios deste nível, em termos de importância, ficam abaixo somente dos Grand Slams no circuito mundial. Além disso, foi a segunda decisão contra Shibahara e Ayoama em 2020. Em janeiro, no WTA 500 de Abu Dhabi (Emirados Árabes), as japonesas também levaram a melhor.

“Não conseguimos nos soltar e jogar nosso melhor no primeiro set. Elas foram mais inteligentes taticamente e também ganharam os pontos decisivos, que fizeram a diferença. No segundo jogamos bem melhor, do nosso estilo, da maneira que deveríamos jogar e acabamos deixando escapar. Não era para termos perdido o segundo set, pois iríamos ao terceiro e poderia cair para qualquer lado”, comentou Luisa, em vídeo à imprensa.

Entre terça-feira (6) e quarta-feira (7), ainda sem horário definido, Luisa e Carter estreiam no WTA 500 de Charleston (Estados Unidos), contra as checas Lucie Hradecka (36ª) e Marie Bouzkova (107ª). Em seguida, ela viaja para Bytom (Polônia) para defender o Brasil na Billie Jean King Cup diante das anfitriãs.

“[Foram] Duas semanas muito positivas em Miami, com muita aprendizagem e feliz com o nível que a gente vem apresentando e a nossa melhora nos últimos meses. Agora é seguir trabalhando e o ano só está começando”, finalizou a brasileira.

Bia Haddad campeã

Outra jogadora do país que encerrou o fim de semana em alta foi Beatriz Haddad Maia. Também paulistana; a brasileira de 24 anos, número 331 do mundo em simples, foi campeã do W25 de Villa Maria (Argentina) no domingo ao superar a britânica Francesca Jones (200º) por 2 sets a 1, de virada, com parciais de 5/7, 6/4 e 6/2 em três horas e 13 minutos de jogo.

“Estive o tempo inteiro atrás no começo da partida, ela jogou melhor em todas as oportunidades que eu tive. Fiz muito esforço mental para ficar no jogo, que é algo que venho trabalhando com o meu técnico e acho que valeu muito a pena. Estamos passando por um momento muito difícil no Brasil. É nessas horas que a gente vê que um jogo de tênis não é tão duro e, por mais que a gente dê um valor muito grande, na verdade é muito pequeno se compararmos com a vida. Dedico este título às famílias que estão passando dificuldade e precisando de muita força neste momento”, disse Bia, após a partida.

O resultado ainda será computado no ranking da WTA. Com os 50 pontos do título na Argentina, a brasileira retornará ao top-300. Em 25 de setembro de 2017, Bia chegou a ser a 58ª do mundo. Ela segue no país sul-americano para o W25 de Córdoba e depois viaja a Portugal, para duas competições na cidade de Oeiras.

Por: Agência Brasil

Automobilismo

Covid-19 tira provas de Chile e Marrocos de calendário da Fórmula E

Categoria anuncia rodadas duplas em México, EUA, Inglaterra e Alemanha

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Foto: Audi Communications Motorsport

A Fórmula E alterou o calendário da temporada 2020/2021. Segundo comunicado da categoria de carros elétricos, divulgado nesta quinta-feira (22), as etapas de Marrakesh (Marrocos), em 22 de maio, e Santiago (Chile), entre 5 e 6 de junho, deixaram a competição devido ao estágio da pandemia do novo coronavírus (covid-19) nos locais. Já a rodada dupla prevista para 19 e 20 de junho migrou da Cidade do México para Puebla (México), porque o circuito da capital (Autódromo Hermanos Rodriguez) é utilizado como hospital de campanha.

A categoria também anunciou as seis corridas que encerrarão a temporada, divididas em três rodadas duplas. A primeira será em Nova Iorque (Estados Unidos), entre 10 e 11 de junho. Depois, a Fórmula E vai para Londres (Inglaterra), com provas nos dias 24 e 25 de julho.

A sétima edição do campeonato mundial dos carros elétricos chega ao fim em Berlim (Alemanha), entre 14 e 15 de agosto. No ano passado, o Aeroporto de Tempelhof, na capital alemã, recebeu as seis provas finais da competição, em formato de bolha sanitária, em nove dias.

A temporada atual terá 15 provas, superando o recorde anterior da história da categoria (13, na edição de 2018/2019). Quatro corridas foram disputadas até o momento, após rodadas duplas em Al-Diriyah (Arábia Saudita) e Roma (Itália). As próximas etapas serão em Valencia (Espanha), no circuito Ricardo Tormo, nestes sábado (24) e domingo (25). Em seguida, a Fórmula E vai para Mônaco, com disputa única em 8 de maio.

O britânico Sam Bird, da escuderia Jaguar, lidera a temporada com 43 pontos, seguido pelo neozelandês Mitch Evans, seu companheiro de equipe, com 39 pontos. O neerlandês Robin Frinjs (Virgin), com 34 pontos, é o terceiro. O brasileiro mais bem colocado é Sérgio Sette Câmara (Dragon Penske), em 13º, com 12 pontos. Lucas Di Grassi (Audi), campeão na edição 2016/2017, está em 18º, com seis pontos.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Olimpíada: Pia destaca Países Baixos e alerta sobre China e Zâmbia

Técnica da seleção feminina sublinha técnica asiática e força africana

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Foto: Laura Zago/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) publicou um vídeo da técnica seleção feminina, Pia Sundhage, comentando o sorteio dos grupos da Olimpíada de Tóquio (Japão), realizado nesta quarta-feira (21). Das três adversárias da primeira fase, a equipe dos Países Baixos é a mais bem posicionada no ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em terceiro lugar. É também a rival de quem a comissão técnica mais possui informações.

“Os Países Baixos disputaram a final da última Copa do Mundo [em 2019, na França, derrotadas pelos Estados Unidos] e sabemos que é um time muito bom. Conhecemos todas as jogadoras, pois as vimos muitas vezes. O jogo pelos lados do campo será muito importante contra elas, tanto ofensiva como defensivamente”, afirmou Pia à CBF TV.

As neerlandesas foram adversárias do Brasil com Pia no Torneio Internacional da França, em março do ano passado. Na ocasião, as seleções empataram sem gols. O reencontro será na segunda rodada do torneio olímpico, em 27 de julho, às 8h (horário de Brasília), na cidade japonesa de Miyagi.

Antes, no dia 21 de julho, às 5h, também em Miyagi, o primeiro desafio será contra a China, a mesma rival da estreia da seleção feminina nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Dirigido por Vadão, há cinco anos, o Brasil venceu por 3 a 0, gols da zagueira Mônica, da meia-atacante Andressa Alves e da atacante Cristiane.

Com Pia no comando, as brasileiras pegaram as asiáticas na final do Torneio Internacional de Chongqing (China), em novembro de 2019. As equipes ficaram no 0 a 0 no tempo normal e as anfitriãs venceram na disputa por pênaltis. A treinadora, aliás, trabalhou na seleção chinesa como auxiliar na Copa do Mundo de 2007.

“A China se classificou [para Tóquio] ao derrotar a Coreia do Sul [no Pré-Olímpico asiático]. Vamos nos aprofundar para termos certeza de saber tudo sobre elas. É uma seleção técnica. Um time duro, coeso e agressivo no ataque, que está se preparando muito para essa competição”, comentou a técnica brasileira.

O Brasil encerra a participação na primeira fase dos Jogos de Tóquio contra a Zâmbia, no dia 27 de julho, às 8h30, na cidade de Saitama. As zambianas, embora figurem apenas na 104ª colocação do ranking da Fifa e sejam a 12ª nação africana mais bem posicionada, surpreenderam ao conquistarem o Pré-Olímpico continental, superando Camarões.

“Para ser sincera, não sabemos muito sobre a Zâmbia e, provavelmente, esse será o maior desafio. Por isso, é até melhor que não a enfrentemos no primeiro jogo, e sim na última partida. Assim, teremos a chance de saber um pouco mais sobre essa seleção. Pela minha experiência contra times africanos, elas são sempre muito fortes e rápidas. Talvez não seja a equipe mais organizada taticamente, mas elas estão se preparando para algumas situações de uma contra uma e cruzamentos na área”, analisou Pia.

Até Tóquio, a treinadora espera que a seleção brasileira consiga ir a campo na próxima data Fifa, período destinado a jogos entre equipes nacionais. Por conta do cenário da pandemia do novo coronavírus (covid-19) no Brasil, não foi possível realizar amistosos na última data Fifa, entre 5 e 13 de abril. Nestes dias, Pia comandou treinos com um elenco formado predominantemente por jogadoras que atuam no país na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).

“Estamos tentando nos preparando o máximo possível. Como todos sabem, não estamos jogando tantos jogos como a China e a Holanda. Teremos mais uma data Fifa e espero que tenhamos confrontos. Após esse período, imagino que teremos uma melhor ideia da qualidade da equipe brasileira. Temos ótimos planos para o período pré-olímpico e isso fará diferença. Se quisermos ter um time coeso e um plano de jogo, temos que trabalhar o DNA e, por isso, é preciso treinar muito”, concluiu a sueca.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Fluminense recebe River Plate no Maracanã na estreia da Libertadores

Partida acontece nesta quinta, a partir das 19h, no Maracanã

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Foto: Lucas Mercon/Fluminense F.C

Esta quinta-feira (22) ficará na memória dos tricolores cariocas, pois, após um hiato de oito anos, o Fluminense volta a disputar uma partida pela Taça Libertadores da América. E a caminhada em busca da glória eterna começa contra o River Plate (Argentina), a partir das 19h (horário de Brasília), no estádio do Maracanã. Brasileiros e argentinos estão no Grupo D junto com Santa Fe e Junior Barranquilla, ambos da Colômbia.

“O que nos colocará na condição de brigar por este título é a classificação para as oitavas de final. A partir daí, tudo se iguala”, afirma Fred. O veterano atacante de 37 anos é um dos trunfos do técnico Roger Machado para estrear com sucesso na competição.

O Tricolor vem de vitória de 1 a 0 sobre o Botafogo pelo Campeonato Carioca com uma trinca de volantes (Yago Felipe, Martinelli e Wellington) que pode ser repetida esta noite. Dos cinco reforços recém-contratados, não jogam o atacante argentino naturalizado paraguaio Raúl Bobadilla, por falta de documentação, e o zagueiro David Braz, que recupera do novo coronavírus (covid-19).

Já os argentinos chegam à estreia na Libertadores após golearem o Central Córdoba por 5 a 0 pelo Campeonato Argentino. Com quatro Libertadores no currículo (1986, 1996, 2015 e 2018) e o mesmo técnico desde 2014, Marcelo Daniel Gallardo (campeão da competição como jogador e treinador), o River Plate é um dos favoritos a ficar com o título da atual edição da Libertadores.

Retrospecto

Esta será a primeira partida oficial entre Fluminense e River Plate. As duas equipes já disputaram quatro amistosos, com dois empates e uma vitória para cada lado.

Por: Agência Brasil

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