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O Panorama da Saúde Mental: Fernando Freitas fala sobre atuação da Associação dos Servidores da Justiça do Distrito Federal (Assejus) em relação a saúde pública

Com o intuito de atender os interesses dos servidores, a instituição defende os direitos jurídicos e trabalha pelo bem-estar de seus colaboradores.

Criada em março de 1979, com apenas trinta sócios fundadores, dentre os quais estavam os membros da primeira Diretoria provisória, a Associação dos Servidores da Justiça do Distrito Federal – Assejus, nasceu com o intuito atender aos interesses dos servidores do poder judiciário.

Em conversa conduzida pela psicóloga Camila Virgínio, no clube da associação, Fernando Freitas, atual diretor de administração da instituição, falou sobre a atuação da Assejus em relação à saúde pública e à administração como um todo. A Associação trabalha de forma a fomentar o melhor para o servidor público, seja defendendo, proporcionando melhorias para o setor ou, até mesmo, cultura e lazer. 

“A Assejus é uma associação sociocultural com 42 anos de existência. Ela foi criada pelos servidores do TJDFT e, logo depois, ela se expandiu para a participação de outros órgãos do judiciário. Temos uma atuação na área sociocultural como a razão de ser, no sentido de proporcionar cultura e ambientes de lazer, mas atuamos, também, na defesa dos servidores junto ao poder legislativo e aos tribunais. Temos a questão dessa defesa, do diálogo, das resoluções dos problemas, agimos como condutores representantes dos servidores”, explica Fernando sobre a atuação da Assejus. 

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Em relação à pandemia causada pela Covid-19 e as mudanças que ela trouxe, o advogado explica que em um momento pré-pandêmico, a Associação tinha uma atuação mais próxima junto ao servidor. Com a chegada da pandemia, o desafio da diretoria da casa foi de não perder o vínculo e seguir atuante junto ao associado. Junto ao tribunal, a instituição precisou se reinventar por meio do home office, teletrabalho, trabalho misto e outras formas de atuação.  

Para lidar com essas mudanças, novas tecnologias precisaram ser adotadas para que a associação pudesse continuar prestando um serviço de qualidade para os associados.  Outro ponto importante, de acordo com Fernando, foi o diálogo com as administrações dos tribunais para pontuar de que forma os trabalhos seriam feitos, exigindo uma reinvenção do meio tecnológico e administrativo. Medidas como as videoconferências foram adotadas para que os serviços não fossem paralisados, com exceção do clube, que precisou ser fechado seguindo o decreto do governo local. 

Com as alterações realizadas, duas áreas da associação tiveram uma quantidade maior de demandas: atuação judiciária e saúde. A Associação foi acionada cerca de 45% a mais do que o mesmo período no ano anterior e, pelas medidas sanitárias que precisaram ser tomadas, foi criado o atendimento online ao associado, feito através de e-mails e WhatsApp.

“Na parte de saúde, a Assejus tem uma cadeira no conselho que gera o plano de saúde do TJ e, em paralelo, buscamos convênios com entidades como, por exemplo, com academias, nutricionistas, porque os servidores mudaram a rotina. A pandemia colocou a gente em teletrabalho e em uma nova rotina em família, de saúde física e mental e, inclusive, nessa parte de saúde mental nasce a parceria com o IMPI”, explica Fernando sobre o que mudou na atuação do conselho. 

O diretor de administração da Assejus falou, ainda, sobre a sensibilidade que os responsáveis por conduzir a Associação precisaram ter em relação a saúde mental dos funcionários. O advogado explica que muitas pessoas têm dificuldades para lidar com o trabalho em home office e a rotina doméstica ao mesmo tempo. Por isso, e por outros fatores, a Associação buscou formas de proteger a saúde mental dos servidores e ampliou o núcleo de psicologia e todos os outros setores que contribuem para a saúde mental. 

Entre outras questões, Fernando explica que, para manter um serviço de qualidade, a Assejus precisa saber o que acontece no meio interno das instituições, a exemplo do campo de metas do tribunal, que divulga uma produtividade alta como um sinal de que o judiciário é eficiente. O advogado pontua que é necessário compreender de que forma se considera que a produtividade está em alta e se essa produtividade está sendo atingida à custa da saúde do servidor. Caso seja, isso é um ponto negativo e indica que a diretoria tem que atuar no sentido de guarnecer o tribunal e a própria Associação com meios que proporcionem uma melhor qualidade de vida, ainda que o ambiente seja estressante e com muitas exigências de metas.

“A Assejus tem que entrar, também, oferecendo uma qualidade de vida. Fizemos várias reformas recentes aqui no clube como novos ambientes com toboágua, aquecimento de piscina e tudo isso com a ideia de que o clube seja o local onde esse servidor possa desligar um pouco da realidade de trabalho, de metas e da rotina. Os investimentos foram feitos visando essa qualidade de vida para que o associado possa ter a feitura de um bom trabalho, mas que, também, na Assejus ele possa adquirir um escape, um local onde ele possa se divertir e desligar um pouco dessa rotina que é pesada, não é uma rotina fácil não”, pontua Fernando. 

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Entre outros assuntos, o diretor administrativo falou sobre os principais diferenciais da atual gestão, além das outras áreas onde atuam. Para entender mais sobre o trabalho da Assejus, confira a entrevista completa com Fernando Freitas no canal de Youtube do O Panorama.

IMPI–Instituto de Medicina e Psicologia Integradas

RT: Dalmo Garcia Leão CRM 4453

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Odontologia para todos: Cirurgião Frederico Felipe fala sobre cirurgia bucomaxilofacial e novas tecnologias aliadas à odontologia

Com especialização também pelo John Peter Smith Hospital, em Nort Worth no Texas (EUA). Dr. Frederico Felipe hoje é Chefe de Residência no Hospital de Base de Brasília.

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Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

O quadro Odontologia Para Todos, traz desta vez o cirurgião dentista Dr. Frederico Felipe para um bate-papo sobre cirurgia bucomaxilofacial, a influencia da tecnologia na formação e nos tratamentos e mais.
Graduado pela Universidade Federal de Uberlândia, Frederico Felipe é mestre e doutor em cirurgia bucomaxilofacial e chefe do programa de residência e treinamento em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial do Hospital de Base de Brasília.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Em conversa com o Dr. Ricardo Paulin, Frederco falou um pouco sobre sua trajetória de estudos e especializações que o levaram a conquistar uma carreira de prestígio e de grande responsabilidade e influência na formação de novos cirurgiões para a área em que atua.

“Eu sou graduado pela Universidade Federal de Uberlândia, fiz residência e mestrado também pela Universidade Federal de Uberlândia e fui professor da mesma universidade. Depois retornei a Brasília onde iniciei meus trabalhos na Secretaria de Saúde do Distrito Federal e saí pra fazer doutorado na Universidade Estadual de Campinas, a UniCamp”, iniciou o doutor.

De volta a Brasília onde trabalhou na Secretaria de Saúde do Distrito Federal, o Dr foi aceito no programa do hospital universitário do Texas nos Estados Unidos, John Peter Smith Hospital em Fort Worth, onde acompanhou a rotina do hospital por 06 meses e estudou com grandes mestres da cirurgia ortognática mundial.

Quando questionado sobre sua decisão de voltar ao Brasil após a experiência nos Estados Unidos, o Dr Frederico Felipe falou sobre os motivos que impactaram em não permanecer em solo americano, apesar das propostas.

“Na verdade essa é uma pergunta que eu me faço ainda, eu tive a oportunidade [porque] o profissional com formação acadêmica ele é muito bem quisto no mercado americano e eu tive a oportunidade de ficar. Como eu fui liberado pra fazer o custo de doutorado com ônus pra Secretaria de Saúde, eu fui com um salário eu não achei justo ficar. Resolvi voltar pra ofertar o que eu tinha aprendido na minha formação no Estados Unidos, aqui no Brasil”, relata Frederico.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

De acordo com o cirurgião a formação mudou muito ao longo dos anos, mas um dos principais impactos foi os avanços e contribuições que a implementação digital trouxe para a odontologia. Para Frederico Felipe uma das vantagens da tecnologia nas cirurgias é a previsibilidade e o planejamento realizado de maneira mais fidedigna garantindo ainda mais conforto e segurança ao paciente que consegue ter uma visão real sobre seu caso e as possibilidades que o tratamento permite.

Como professor de graduação Felipe falou ainda sobre os desafios enfrentados pelos estudantes que estão se formando na era pós-pandêmica e sobre a importância da educação para aqueles que tem o desejo de participar de um programa de especialização como a residência oferecida pelo Hospital de Base de Brasília.

“É um grande desafio o mercado hoje, então na verdade você precisa de reinventar o tempo todo, quando nós nos formamos nosso sonho era montar um consultório e trabalhar e hoje apenas isso não é sinônimo de sucesso. A odontologia é muito grande ainda tem muito espaço pra gente trabalhar e para explorar. E para aqueles que querem entrar no programa de residência minha dica é: estude, é um programa muito pesado e que seleciona sempre os mais preparados, longe dos livros e fora dos estudos não temos salvação” finalizou o doutor Frederico Felipe.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Acompanhe a entrevista completa com o doutor cirurgião dentista Frederico Felipe acesse o canal do O Panorama no Youtube.

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O Panorama da Saúde Mental: Sérgio Roberto fala sobre o método “Jus-Jitsu” – A arte do concurseiro

Sérgio Roberto é defensor público e criador do método Jus-Jitsu – A arte do concurseiro, que visa auxiliar os estudantes a passarem em concursos públicos ao trabalhar a constância e o fortalecimento psicológico.

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Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Sabe-se que a maioria dos jovens sonha com uma aprovação em concurso público, mas a inconstância e ansiedade acabam por atrapalhar essa jornada. Foi enfrentando estas dificuldades que o defensor público Sérgio Roberto desenvolveu o método conhecido como Jus-Jitsu – A arte do concurseiro.

“A maior dificuldade que as pessoas têm é a de manter a disciplina necessária para passar em concurso. Aí desenvolvi um método baseado no Jiu-Jitsu. É feita uma analogia que vai ajudar você a manter a ‘coisa’ mais divertida e a se manter mais focado nessa estrada”, conta Sérgio Roberto.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

São utilizados princípios da gamificação, muito relacionada à arte marcial Jus-Jitsu, em que se trabalha motivação, capacidade de ver evolução com rankings, campeonatos, afirmações dos bons e maus resultados e interação entre as pessoas. De acordo com Sérgio, existe uma parte muito forte da gamificação que torna todo processo mais divertido.

“É aí que entra uma parte muito boa do conhecimento, que é a interação social. Nós promovemos muito essa interação social entre os concurseiros, porque se você quer se tornar um dançarino bom, você deve andar com bons dançarinos. Se você quer se tornar um concurseiro bom, você tem que estar em contato com concurseiros”, exemplifica Sérgio.

A interação social é um ponto importante no desenvolvimento do método e, de acordo com Sérgio, garante bons resultados.


Sérgio Roberto falou ainda sobre outro aspecto importante que deve ser trabalhado para que haja resultados positivos na participação em um concurso público. Mais do que os estudos, um ponto primordial para o sucesso nos concursos públicos, e que muitas vezes é negligenciado, é a construção do trabalho psicológico.


“Eu diria que a principal coisa que atrapalha os alunos é o desconhecimento da realidade. Quando a pessoa começa a estudar para concurso, ela acha que vai resolver a vida dela em seis meses. Essa não é a realidade dela, assim como não foi a minha e não é a realidade da maioria”, afirma Sérgio Roberto.

O defensor público relembra que qualquer trabalho sério que envolve concurso público e educação é um trabalho para longo prazo.


“Quando eu falo de um trabalho para longo prazo, quero dizer um trabalho para um ano, três anos, cinco anos; qualquer coisa antes disso para mim vai ser uma surpresa muito grande. Existe ainda o contraponto que são as pessoas que acham que vão resolver em três meses e vão com muita sede ao pote e querem estudar seis horas, oito horas, às vezes 10 horas por dia. E essa também não é a realidade da maioria”, diz Sérgio.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

De acordo com Sérgio, o que precisa ser feito é trabalhar o equilíbrio e manter a constância no que se propõe a fazer para manter a rotina até se conquistar o objetivo final.

“Encare isso como uma caminhada de 2.400 quilômetros. Se você caminhar 6 quilômetros todos os dias, completará a jornada de maneira tranquila, em determinado período. Mas, se no início tentar caminhar 20 ou 15 quilômetros por dia, o que vai acontecer é que, em poucos dias, você não conseguirá mais caminhar”, explica o defensor.

Sérgio também falou das maneiras que o Instituto de Medicina e Psicologia Integradas pode contribuir para que o concurseiro mantenha constância e equilíbrio, gerando, como consequência, a diminuição do número de desistências ao longo do processo.

“Assim como um grande time de futebol precisa ter um departamento médico, o IMPI pode entrar com essa parte do auxílio médico-psicológico”, completou Sérgio Roberto.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Para entender mais sobre o método Jus-Jitsu e a importância do trabalho psicológico, nesta jornada até a aprovação em concurso público, assista à entrevista completa com Sérgio Roberto no canal do Youtube do O Panorama.

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Odontologia Para Todos: Jorge Faber fala sobre a técnica do Benefício Antecipado e o cenário da odontologia a nível nacional e internacional

Pioneiro mundial em diferentes campos, o doutor Jorge Faber foi o precursor do Benefício Antecipado para o tratamento de deformidades dentofaciais.

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Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

O quadro Odontologia Para Todos recebe o Dr. Jorge Faber para uma conversa sobre técnicas e tratamentos e a importância do profissional para a qualidade de vida da população.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Nascido em Brasília, Jorge Faber é ex-editor-chefe do Journal of the World Federation of Orthodontists e editor-emérito do Dental Press Journal of Orthodontics.

Com mais de 100 artigos publicados em revistas científicas e pioneiro mundial em diferentes campos, Dr Faber começa a entrevista falando sobre uma figura de primordial importância no desenvolvimento de sua carreira o Dr. Dante Bresolin, um dos pioneiros da odontologia em Brasília.

“Professor Dante foi uma pessoa de uma alma diferente, ele sem sombra de dúvidas foi uma das pessoas que mais influenciaram na minha carreira, já desde aluno. Além de professor foi um grande amigo, e é uma pessoa que eu sinto muita falta”, disse Faber.

Defensor do Benefício Antecipado na cirurgia Ortognática, o Doutor Faber falou ainda dos impactos da técnica na qualidade de vida dos pacientes.

“Os trabalhos mais recentes e que comparam e contrastam o Benefício Antecipado com as alternativas tradicionais de tratamento, ou seja, que envolve a descompensação dos dentes pra depois operar tem mostrado que o Benefício Antecipado é melhor para o paciente”, falou o doutor.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

De acordo com o Doutor o método se mostra melhor não em termos de resultados, pois os resultados são assemelhados, mas o benefício em termos de qualidade de vida para o paciente é flagrantemente melhor.

Entretanto Faber ressalta a complexidade do Benefício Antecipado do ponto de vista ortodôntico.

“Por ser uma técnica ortodôntica e não apenas cirurgia, embora envolva a cirurgia, requer um planejamento combinado que exige do ortodontista um conhecimento de como se planeja uma cirurgia ortognática, junto com a necessidade de domínio do uso de ancoragem esquelética”, disse o ortodontista.

Outro ponto abordado pelo Dr. Jorge Faber na entrevista foi a apneia do sono em crianças. O tema tem sido palestrado por Faber em diversos lugares e é um assunto importante a ser discutido.

Faber ressalta que em 1995 começou a tratar apneia do sono com aparelhos intraorais em adultos, e foi da apneia do sono que surgiu a ideia do Benefício Antecipado.

“Me pareceu muito obvio que se o paciente sofre de apneia do sono ele não pode realizar um preparo para cirurgia ortognática que acontecerá daqui a oito meses, um ano”, completou.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Para Faber, muitos dos problemas tratados em adultos poderiam ser tratados quando ainda criança e assim melhorar muitos destes padrões respiratórios. Ele completa que foi deste ponto que veio sua crescente atenção ao tema.

Jorge Faber falou ainda sobre o uso dos, hoje tão famosos, alinhadores em crianças e idosos. Para ele é uma alternativa fantástica de tratamento para os idosos, tornando o tratamento possível e menos incômodo.

“À medida que a gente envelhece, diminui o nosso fluxo salivar, e o parelho fixo se torna muito difícil de ser usado por uma pessoa mais velha, ele tem um atrito muito grande e traumatiza muito a mucosa. Além disso, os alinhadores acabam preenchendo as duas deficiências que temos com aparelho fixo pois torna o parelho mais confortável como também permite uma higiene melhor”, disse o Dr Faber.

Já em relação aos alinhadores em crianças Dr. Faber observou que é um campo que ainda precisa ser analisado para entender melhor quando esses alinhadores se enquadrariam de forma mais ideal.

“Particularmente vejo que os alinhadores, quando são bem tolerados e utilizados pelos pacientes são sempre uma ótima opção. Claro, desde que o tratamento seja bem planejado, porque por mais que existam propagandas sobre algoritmos que planejam tratamentos na verdade eu nunca vi planejamento feito com alinhadores que não requeresse uma grande quantidade [de neurônios queimados] pelo ortodontista”, completou.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

Palestrante internacional, Doutor Jorge Faber falou ainda sobre a diferença entre a odontologia nacional e de outros países.

“Temos alguns pontos muito bons, como produção científica fantástica, grande número de profissionais que são do mais alto nível no cenário mundial […] então a odontologia brasileira é uma referência”, conta Jorge Faber.

Mesmo com uma avaliação altíssima à frente de diversas áreas e sendo referência internacional. Faber citou ainda a necessidade de se entregar a comunidade um profissional de saúde que, comprovadamente, tenha um conhecimento pelo menos básico em uma área tão importante de atuação.

“Nós vemos lugares como a Tailândia, Dubai, Austrália, Estados Unidos, onde o aluno precisa fazer uma prova semelhante a prova da OAB para exercer sua profissão. E o que nós fazemos aqui com uma quantidade enorme de jovens onde a gente vende um sonho e colhe o pesadelo, que o pesadelo de não saber o suficiente para entrar no mercado de trabalho”, explicou o doutor.

Jorge falou ainda sobre importantes mudanças no ensino ortodôntico e outros pontos importantes para esta área no Brasil. Para acompanhar a entrevista completa acesse o canal do O Panorama no Youtube, clicando aqui.

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

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