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Esportes

Palmeiras recebe Defensa de olho na liderança geral da Libertadores

Verdão deve poupar jogadores nesta terça pensando na final do Paulista

Foto: Cesar Greco/Palmeiras

Garantido nas oitavas de final da Libertadores com duas rodadas de antecipação e com a liderança do Grupo A assegurada, o Palmeiras mira o posto de melhor time da fase de grupos – o que lhe dá o mando de campo para os jogos de volta no mata-mata. Uma vitória nesta terça-feira (18), às 19h15 (horário de Brasília), contra o Defensa y Justicia (Argentina), no Allianz Parque, pela quinta rodada da chave, deixa a meta mais próxima.

No momento, o clube paulista é o único com 100% de aproveitamento na Libertadores, com 12 pontos somados em quatro jogos. Flamengo e Atlético-MG, ambos com dez pontos, são os principais rivais alviverdes na disputa pela melhor campanha geral. Argentinos Juniors (Argentina) e Barcelona de Guayaquil (Equador), com nove pontos, também estão na briga.

Acontece que na quinta-feira (20), às 22h, o Verdão já retorna a campo para o jogo de ida da final do Campeonato Paulista, diante do São Paulo, novamente no Allianz. A partida de volta está marcada para domingo (23), às 16h, no Morumbi. A comissão técnica alviverde ainda não definiu se terá força máxima ou não contra os argentinos.

“Vimos que estamos preparados para jogar de dois em dois dias. Temos feito isso há quase 15 dias. Vamos escolher os que estiverem melhores, principalmente, física e mentalmente. Jogos como estes são desgastantes em todos os níveis, com ansiedade e pressão, isso tudo mexe”, comentou o auxiliar João Martins, em entrevista coletiva.

No último domingo (16), o Verdão utilizou força máxima na vitória por 2 a 0 sobre o Corinthians, na Neo Química Arena, pela semifinal do Paulista. A equipe alinhou com Weverton; Luan, Gustavo Gómez e Renan; Mayke, Felipe Melo, Patrick de Paula, Raphael Veiga e Victor Luís, Rony e Luiz Adriano. Contra o Defensa, a expectativa é que o treinador Abel Ferreira promova a volta de jogadores como o lateral Matías Viña, o volante Danilo, o meia Gustavo Scarpa e os atacantes Wesley e William ao escrete titular.

O Defensa ocupa o segundo lugar do Grupo A, com cinco pontos, e não alcança mais o Palmeiras. Em caso de vitória nesta terça, os argentinos se classificam com uma rodada de antecipação se o Independiente del Valle (Equador) não superar o Universitario (Peru) no estádio Monumental de Lima, na capital peruana, às 21h30.

Este será o quarto duelo entre alviverdes e argentinos em 2021. Os dois primeiros ocorreram em abril, com uma vitória para cada lado, valendo a Recopa Sul-Americana, conquistada pelo Defensa. O embate mais recente foi no último dia 4 de maio, pela terceira rodada da fase de grupos da Libertadores, com triunfo brasileiro por 2 a 1 no estádio Norberto Tomaghello, em Florencio Varela (Argentina). Na ocasião, o time comandado pelo técnico Sebastián Beccacece atuou desfalcado de vários jogadores acometidos pelo novo coronavírus (covid-19). Desta vez, a única ausência deverá ser o lateral Marcelo Benítez, com uma lesão no joelho.

Por: Agência Brasil

Esportes

Com manifesto contra assédio, seleção feminina bate Rússia em amistoso

Bruna Benites com dois gols brilha em penúltimo jogo antes de Tóquio

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Foto: Richard Callis/SPP/CBF

A seleção brasileira de futebol feminino venceu o penúltimo compromisso antes da Olimpíada de Tóquio (Japão). Nesta sexta-feira (11), as comandadas de Pia Sundhage superaram a Rússia por 3 a 0 em amistoso realizado no estádio Municipal de Cartagonova, em Cartagena (Espanha).

Antes de a bola rolar, as jogadoras da seleção foram para o gramado segurando uma faixa com a mensagem “Assédio não”. A manifestação ocorreu durante a execução do hino nacional brasileiro e na tradicional foto posada que antecede as partidas. Minutos antes do jogo, as atletas já haviam publicado nas redes sociais um manifesto contra os assédios sexual e moral.

Protesto contra assédio antes do amistoso contra a Rússia

Protesto contra assédio antes do amistoso contra a Rússia – Richard Callis/SPP/CBF

Vale lembrar que o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Rogério Caboclo, foi afastado no ultimo domingo (6), pelo Comitê de Ética da entidade, devido a uma acusação de assédio sexual. Na segunda-feira (7), o Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ) determinou abertura de investigação sobre o caso envolvendo o dirigente. Na quinta-feira (10), questionada em entrevista coletiva, Pia disse que o assunto era “muito sério”.

O primeiro tempo foi amplamente dominado pelo Brasil, quase sempre com jogadas armadas no lado esquerdo, com a lateral Tamires atuando quase como ponta. As oportunidades mais claras, porém, saíram em cobranças de escanteio pela esquerda. Aos 16 minutos, Bruna Benites desviou de cabeça com perigo, rente à trave da Rússia. Aos 27, foi a vez da também zagueira Rafaelle cabecear, para defesa da goleira Yulia Grichenko. Aos 41, enfim, a rede balançou. A meia Andressinha bateu o tiro de canto, a atacante Ludmilla escorou para trás e Bruna Benites, na pequena área, completou para o gol.

As brasileiras seguiram amassando as adversárias na etapa final, mesmo com as alterações efetuadas por Pia. Aos sete e aos 17 minutos, as tentativas das atacantes Debinha e Marta passaram rente à trave de Grichenko. O jeito foi, novamente, apostar na bola parada. Aos 18, a meia Andressa Alves, que tinha acabado de entrar, bateu escanteio na direita e Bruna Benites subiu livre para cabecear e aumentar a vantagem. Aos 34, Andressa Alves escapou da marcação pela esquerda e cruzou rasteiro. A zaga russa cortou, mas a bola sobrou nos pés da própria Andressa, que mandou para as redes vazias.

O Brasil volta a campo na segunda-feira (14), às 16h (horário de Brasília), novamente em Cartagena, para enfrentar o Canadá. Na semana que vem, Pia Sundhage deve anunciar a relação de 18 convocadas para os Jogos de Tóquio.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Copa do Brasil: Flu visita Bragantino em busca de vaga nas oitavas

Duelo às 21h30, em São Paulo, será transmitido pela Rádio Nacional

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Foto: Lucas Mercon/Fluminense F.C

Bragantino e Fluminense voltam a se enfrentar nesta quarta-feira (9), pela Copa do Brasil, dessa vez no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP). O time carioca entra em campo com vantagem, pois venceu o jogo de ida por 2 a 0, no Maracanã. Já a equipe paulista, precisa, no mínimo, devolver o placar para definir a classificação na cobrança de pênaltis. O duelo começa às 21h30 (horário de Brasília), com transmissão ao vivo pela Rádio Nacional, com narração de André Luiz Mendes, e comentários de Waldir Luiz e Bruno Mendes.

“A gente espera um adversário forte e que vai buscar tirar esta diferença”, afirmou Roger Machado, técnico do Tricolor carioca, que não perde há quatro partidas. 

Nesta noite, o Fluminense não que, nesta noite, não vai poder contar com o ter o zagueiro Nino, convocado para a seleção olímpica brasileira.não poderá contar com o zagueiro Nino, convocado para os últimos dois amistosos da seleção olímpica brasileira. Outro desfalque será o meia Cazares. O equatoriano já vestiu a camisa do Corinthians nesta edição da Copa do Brasil e, pelo regulamento, não pode mais defender nenhum clube.

A esperança Fluminense é de que o atacante Fred, em grande fase, balance as redes. Atual artilheiro da competição, com 34 gols, Fred busca empatar Romário,  maior goleador da Copa do Brasil, que marcou marcou 35 vezes.

O Bragantino vem de um empate em 3 a 3 com o Bahia, pela Série A pelo Campeonato Brasileiro. O técnico Maurício Barbieri tem três titulares no departamento médico, além da ausência do meia Claudinho e do goleiro Cleiton, ambos chamados para a seleção olímpica.

“O Tricolor Carioca é favorito porque vem jogando bem e construiu uma boa vantagem no primeiro duelo. O Bragantino pode reverter a situação, mas o time do Barbieri perde muito com a ausência do Claudinho”, analisa Waldir Luiz, comentarista da Rádio Nacional

Por: Agência Brasil

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Esportes

Copa América: jogadores farão testes de covid-19 a cada 48 horas

Competição vai de 13 de junho a 10 de julho

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Foto: Ministério da Saúde

O ministro da Saúde Marcelo Queiroga disse nesta segunda-feira (7) que o protocolo de segurança sanitária para Copa América incluirá testes moleculares de covid-19 nos atletas a cada 48 horas. O Brasil atendeu a um pedido da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) para receber o torneio. A competição terá início no dia 13 de junho e vai até 10 de julho.

A organização do torneio vai se locomover entre as quatro cidades-sede (Brasília, Cuiabá, Goiânia e Rio de Janeiro) por meio de voos fretados. Os membros das equipes ficarão em quartos individuais em andar isolado de hotéis e terão restrição a circulação fora dos estabelecimentos.

“Não há nenhum óbice legal ou sanitário para que esse evento possa ser realizado no Brasil”, afirmou o ministro. Queiroga reiterou que o país já tem realizado com segurança sanitária outras competições esportivas, como jogos da Copa Libertadores, da Copa Sul Americana, o Campeonato Brasileiro e os campeonatos estaduais.

O torneio terá 10 equipes, que poderão contar com até 65 pessoas. Ao todo, serão realizadas 28 partidas. De acordo com ministro da Saúde, todos os atletas têm seguro-saúde e, caso tenham necessidade de atendimento hospitalar, serão encaminhados para a rede privada. Os exames para detecção de covid-19 não serão realizados pelo SUS.

Queiroga afirmou ainda que não haverá esquema de vacinação exclusiva para os atletas que participarão da Copa América. 

“Se vacinar os atletas nesse momento, eles não teriam a imunidade no momento do campeonato”, afirmou. “Não é uma imposição a questão da vacina. Os que estiverem vacinados, melhor, mas não se fará um esforço para vaciná-los agora porque a vacina poderia dar uma reação que poderia inviabilizar a participação [no torneio]”, acrescentou. 

Desistências

As sedes originais do torneio eram Colômbia e Argentina. Os colombianos desistiram devido à grave crise social que tomou conta do país. Posteriormente, o governo argentino também desistiu do evento por causa da piora da pandemia no país. Com aproximadamente 45 milhões de habitantes, a Argentina registrou mais de 3,6 milhões de casos da doença e 76 mil mortes causadas pelo vírus.

Por: Agência Brasil

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