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Esportes

Palmeiras vence River Plate e está perto da final da Libertadores

Time paulista triunfa por 3 a 0 jogando em Buenos Aires

Foto: Reprodução/Twitter

O Palmeiras deu um grande passo na busca por uma vaga na final da Copa Libertadores, ao derrotar o River Plate (Argentina) por 3 a 0, na noite desta terça-feira (5) no estádio Libertadores de América, em Avellaneda (Buenos Aires), na partida de ida das semifinais.

Agora, o time paulista recebe a equipe de Marcelo Gallardo no Allianz Parque (São Paulo), na próxima terça-feira (12) a partir das 21h30 (horário de Brasília).

Gol de Rony

Jogando em casa, o River começou a partida pressionando a equipe comandada pelo técnico português Abel Ferreira. Assim, a primeira oportunidade do time argentino não demora a aparecer. Logo no primeiro minuto, Borré chuta para fora com perigo após receber de Matías Suárez.

Quatro minutos depois, o atual vice-campeão da Libertadores quase abre o placar, quando Carrascal bate da pequena área para grande defesa do goleiro Weverton.

Aos 20 minutos, o River Plate tem nova oportunidade, com Borré, que chega de carrinho, mas erra na finalização.

Mas aos 26 minutos o Palmeiras finalmente conseguiu criar algo. E quando o fez, abriu o placar. Gabriel Menino recebe na direita e cruza rasteiro para o meio da área. O goleiro Armani corta errado e a bola sobra na entrada da área para Rony, que bate cruzado para marcar.

Com a desvantagem no marcador, o River se desequilibra, e aos 30 minutos Gustavo Scarpa vence novamente o goleiro Armani. Mas o gol é anulado por impedimento de Luiz Adriano, que participou da jogada.

O tempo passa, e o River Plate volta a melhorar, e a criar boas oportunidades com Matías Suárez, aos 38, e com Ignacio Fernández, que, em cobrança de falta, acerta o travessão do gol defendido por Weverton aos 43 minutos. Mas o placar permanece inalterado até o intervalo.

Domínio no segundo tempo

Se o River começou melhor a etapa inicial, o início do segundo tempo foi do Palmeiras, que marcar seu segundo gol logo no primeiro minuto. Após boa troca de passes dos jogadores do time brasileiro, Luiz Adriano recebe no meio de campo, se livra de Rojas com um giro e parte livre até a pequena área adversária, onde bate na saída do goleiro Armani. Um belo gol.

O Palmeiras passa a controlar as ações no segundo tempo. Já o River se perde, e tem um jogador expulso aos 14 minutos, quando o colombiano Carrascal agride Gabriel Menino por trás e recebe o vermelho. Na cobrança da infração, Gustavo Scarpa levanta a bola na área adversária e o uruguaio Matías Viña faz de cabeça.

Com vantagem numérica, e no placar, o Palmeiras até tentou ampliar o marcador, mas não conseguiu vencer mais a defesa do River Plate.

Veja a tabela da Copa Libertadores.

Por: Agência Brasil

Esportes

Volta do lockdown no DF impacta Supercopa, Recopa, Libertadores e NBB

Em decisão, eventos esportivos ficam proibidos em território distrital

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Foto: Rayra Paiva Franco/O PANORAMA

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) impugnou nesta quinta-feira (8) a decisão que havia suspendido a volta do lockdown no Distrito Federal. A medida afeta partidas de futebol e basquete marcadas para Brasília nos próximos dias, uma vez que o fechamento inclui a restrição a eventos esportivos, mesmo sem presença de público, por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). Em nota, o governo distrital anunciou que recorrerá.

O estádio Nacional Mané Garrincha, por exemplo, tem três jogos decisivos entre domingo (11) e quarta-feira (14). O primeiro é a Supercopa do Brasil, entre Flamengo e Palmeiras, às 11h (horário de Brasília) de domingo (11). Na terça-feira (13), às 21h30, o Santos enfrenta o San Lorenzo (Argentina) no duelo de volta do confronto que vale vaga na fase de grupos da Libertadores. Já na quarta, também às 21h30, o Verdão volta a campo no Mané Garrincha para enfrentar o Defensa y Justicia (Argentina), na segunda partida da Recopa Sul-Americana.

Além disso, a reta final da primeira fase do Novo Basquete Brasil (NBB) é disputada no ginásio da Associação dos Empregados da Companhia Energética de Brasília (Asceb) desde o último dia 30, com previsão de término no próximo dia 13. A capital federal é a terceira sede para a qual os jogos foram levados, após restrições no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Flamengo, Palmeiras e Santos ainda não se pronunciaram sobre a decisão, assim como as confederações Brasileira (CBF) e Sul-Americana de Futebol (Conmebol). Em nota, a Liga Nacional de Basquete (LNB), responsável pelo NBB, disse que só se manifestará quando receber uma informação oficial sobre a possibilidade (ou não) de realização dos jogos.

“Na semana passada, a LNB entrou com uma petição nesse processo e pediu para que a Juíza marque uma audiência de tentativa de conciliação, para mostrar à Defensoria, Ministério Público e Juíza os protocolos de segurança do NBB, que são reconhecidos por diversas autoridades como absolutamente rígidos para realização dos jogos com segurança para os envolvidos. Estamos aguardando que a audiência seja marcada”, informou a Liga, por meio da assessora de imprensa.

“A gravidade do quadro inicialmente verificado […] não sofreu qualquer redução, mas sim agravamento, a demonstrar que houve e há uma escalada no risco de iminente colapso do serviço de saúde público e privado no Distrito Federal, não se justificando, dessa maneira, o relaxamento de tais medidas, enquanto não reduzidos os índices de contaminação e de capacidade de atendimento e tratamento às enfermidades decorrentes do contágio do coronavírus”, argumentou o desembargador federal Souza Prudente, na decisão.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Após ranking histórico, Luisa Stefani sonha com vaga na Olimpíada

Tenista tem de chegar ao Top 10 do mundo até junho para ir a Tóquio

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Foto: André Gemmer/Green

Atingir o 26º lugar do ranking de duplas da Associação de Tênis Feminino (WTA, na sigla em inglês) colocou Luisa Stefani na história do tênis brasileiro. Trata-se da melhor colocação de uma atleta do país desde que a lista foi criada, em novembro de 1975. A paulistana de 23 anos superou ninguém menos que a lenda Maria Esther Bueno, dona de 19 títulos de Grand Slam (simples e duplas) e que ocupou a 29ª posição em dezembro de 1976. No auge de Maria Esther, nos anos 1950 e 1960, ainda não havia um ranking com atualizações semanais.

“Com certeza, o retorno [sobre o feito] tem sido grande nesses dias, mas estou muito longe de superar a Maria Esther. Obviamente, é um momento especial, fruto de muito trabalho. Nos últimos meses, tenho visto melhora no meu jogo, dentro e fora de quadra. A gente fica tão envolvida com a rotina, jogo a jogo, treino a treino, que só quando tem uma pausa é que dá para sentir a dimensão, o carinho e a importância para o tênis brasileiro e feminino, principalmente”, conta a tenista, em entrevista à Agência Brasil.

A marca foi alcançada após o vice-campeonato no WTA 1000 de Miami (Estados Unidos), no último sábado (3), ao lado da norte-americana Hayley Carter, 27ª do mundo nas duplas e parceira da brasileira desde outubro de 2019. Se viesse o título, a paulistana teria iniciado a semana na 23ª posição do ranking. Na atual temporada, elas também foram finalistas nos WTA 500 de Abu Dhabi (Emirados Árabes) e Adelaide (Austrália).

E Luisa pode ir além. Se chegar ao Top 10 do ranking de duplas até 7 de junho, garante vaga na Olimpíada de Tóquio (Japão) e, de quebra, leva com ela uma brasileira que esteja entre as 300 do mundo na WTA para formar uma das 32 parcerias do torneio feminino. O Brasil tem, hoje, quatro tenistas na condição: Laura Pigossi (171ª), Carol Meligeni (249ª), Gabriela Cé (254ª) e Paula Gonçalves (289ª). Nos Jogos Pan-Americanos de Lima (Peru), em 2019, Luisa e Carol foram medalhistas de prata.

A vaga olímpica também colocaria a paulistana na chave de duplas mistas, possivelmente para atuar com Bruno Soares, número quatro do ranking da Associação dos Tenistas Profissionais (ATP). Eles jogaram juntos no Aberto da Austrália deste ano e caíram nas oitavas de final.

“Para esse ano, com certeza, a meta que tenho quase todo dia em mente é chegar à Olimpíada. Sempre foi um sonho. [Classificar] não é algo que possa controlar totalmente, mas é do que lembro ao fazer minha rotina no dia a dia, trabalhar duro. É uma das minhas maiores metas, além de conquistar um Grand Slam e ser número um do mundo”, afirma Luisa.

Outro objetivo, segundo ela, é incentivar a nova geração do tênis brasileiro, da mesma forma que, há seis anos, Teliana Pereira a motivou. Aposentada desde setembro do ano passado, aos 32 anos, Teliana esteve entre as cem melhores do mundo entre 2013 e 2016. Em 2015, a paranaense venceu o WTA 250 de Bogotá (Colômbia), sendo a primeira jogadora do país a vencer um torneio nível WTA após 27 anos. Naquele mesmo ano, em outubro, ela atingiu o 43º lugar do ranking mundial em simples.

“Foi muito legal vê-la despontar no Top 100, ganhar WTA, aparecer mais na TV, podendo assisti-la mais vezes na TV. Fiquei feliz por ela, mesmo sem conhecê-la na época, ainda mais depois que a conheci. Ela mostrou que a gente podia chegar lá”, recorda Luisa.

“É bem gratificante ver as crianças, as meninas mesmo, falando que querem jogar assim, jogar mais duplas, chegar onde você está chegando. É uma das partes mais especiais [da carreira]. Ainda mais no Brasil, onde a gente ainda está meio carente [no tênis feminino principalmente] de mais jogadores. Poder servir de referência, motivar meninas e meninos a chegarem a esse nível no esporte, é incrível. Quero continuar”, completa.

O próximo compromisso de Luisa será justamente representando o Brasil. Ela foi uma das convocadas pela capitã Roberta Burzagli para o confronto contra a Polônia, pela repescagem da Billie Jean King Cup, torneio de seleções equivalente à Copa do Mundo no tênis feminino. As partidas serão na cidade de Bytom (Polônia), em quadra rápida, entre os dias 16 e 17 deste mês. As brasileiras têm de vencer o duelo para manter o país entre os 16 integrantes do Grupo Mundial. Gabriela Cé, Carol Meligeni e Laura Pigossi também foram chamadas.

“Eu amo participar de competições por equipes, principalmente pelo Brasil. Adoro a energia, ter a equipe próxima, ainda mais com a meninas e o time que formamos. Joguei tênis universitário [nos Estados Unidos], então [a Billie Jean King Cup] me lembra muito. É uma das minhas semanas preferidas no ano”, diz a brasileira, que terá alguns dias de descanso em Tampa, cidade norte-americana onde mora, antes da viagem para Bytom.

“O desgaste [da sequência de competições] é grande, mentalmente e fisicamente. Ir de bolha em bolha, tem a preocupação do novo coronavírus [covid-19], aumenta um pouco a tensão dos torneios. Então, com certeza, nos próximos dias, estar em casa, dar uma refrescada na cabeça e ajustar coisas no jogo que preciso melhorar, mas também dar uma acalmada, será superpositivo antes da Billie Jean King Cup. Depois, aproveitar a Billie Jean com a energia do time. É a parte principal, onde cresço e que dá gás para o resto do ano”, conclui.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Fluminense goleira Macaé por 4 a 0 no Carioca

Gols são do garoto Kayky e dos veteranos Fred, Nenê e Ganso

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Foto: Lucas Mercon/Fluminense F.C

Com gols do garoto Kayky e dos veteranos Fred, Nenê e Ganso, o Fluminense goleou o Macaé por 4 a 0, na noite desta terça-feira (6) no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda.

Com a vitória na partida válida pela 8ª rodada da Taça Guanabara do Campeonato Carioca, o Tricolor das Laranjeiras assumiu a 4ª posição da classificação com 13 pontos. Já o Leão permaneceu na lanterna da competição com apenas dois pontos conquistados.

Vitória tranquila

O Fluminense começou mandando na partida, e não demorou a abrir o marcador. E o primeiro gol saiu dos pés de um garoto de apenas 17 anos formado em Xerém. Aos 23 minutos Luiz Henrique tocou para Kayky, que bateu na saída do goleiro Jonathan Ribeiro. Este foi o primeiro gol do atacante como profissional.

O time das Laranjeiras continuou melhor, mas só ampliou o marcador aos 18 da etapa final. O meio-campista Martinelli deu passe em profundidade para Fred, que dominou na entrada da área e deslocou Jonathan Ribeiro para marcar o seu gol de número 399 na carreira.

O terceiro também sai dos pés de um veterano. Aos 33 minutos Nenê cobrou falta direto, da intermediária, para fazer 3 a 0. Mas o Fluminense queria mais, e conseguiu o quarto com Ganso, aos 46 minutos, quando o camisa 10 aproveitou passe de cabeça de Lucca para deixar o seu.

Próximo compromisso

O próximo jogo do Tricolor no Carioca será no domingo (11), quando enfrenta o Nova Iguaçu no estádio do Maracanã. Já o Macaé volta a entrar em campo no sábado, contra o Resende.

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