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Esportes

Redes sociais confirmam: Brasil é, disparado, o país do futebol

CBF lidera o ranking digital das confederações brasileiras de esporte

Foto: Rayra Paiva Franco/O Panorama

O Brasil continua sendo, com folgas, o país do futebol. Essa é a primeira conclusão que se pode tirar do levantamento da edição 2020 do ranking digital das confederações brasileiras de esporte, publicado pelo IBOPE Repucom. A CBF totaliza 24.960.613 seguidores nas cinco redes sociais pesquisadas (Youtube, Facebook, TikTok, Instagram e Twitter), muito à frente da CBV (vôlei), segunda colocada com 1.165.969 fãs. Entre as seleções de futebol de todo o mundo, a CBF também ocupa o primeiro lugar.

“Nossas análises mostram que a CBF é líder global de seguidores nas redes sociais, o que demonstra que o Brasil segue no lugar mais alto do pódio como país do futebol. Mas esse estudo mostra que existe um enorme espaço de crescimento do engajamento dos fãs brasileiros com seus esportes favoritos”, diz José Colagrossi, diretor do IBOPE Repucom.

O adiamento dos Jogos Olímpicos de 2020 não chegou a impactar as confederações na conquista de novos seguidores. Desde o ano passado, quando foi divulgada a última edição do ranking, foram mais de 2 milhões novos inscritos nas redes oficiais das confederações. E desse total, 1,5 milhão (77%) passaram a seguir a CBF.

Outras quatro confederações mereceram destaque no período, pelo bom crescimento: as do vôlei (CBV), do jiu-jitsu (CBJJ), do basquete (CBB) e do futsal (CBFS).  “Isso demonstra nossa capacidade de explorar positivamente o potencial midiático esportivo de outras frentes. As mídias sociais permitem o exercício da paixão do esporte 24 horas por dia, nos sete dias da semana, e as confederações devem usar suas plataformas digitais para alimentar essa paixão”, sugere Colagrossi.

Chama a atenção o fato de apenas cinco confederações terem aderido ao TikTok, rede social com grande adesão no meio esportivo: Futebol (CBF), Vôlei (CBV), Atletismo (CBAt), Esportes Aquáticos (CBDA) e Esportes no Gelo (CBDG). Dos 82 mil novos inscritos nas redes da CBV, por exemplo, o TikTok responde por 20%. Já a CBDG  ganhou nove posições no ranking geral, e 51% dos novos seguidores vieram dessa plataforma.

Skate sobe duas posições

Na classificação geral, o futebol lidera, seguido pelo vôlei. Atrás deles aparecem jiu-jitsu (879.164 seguidores), atletistmo (604.343) e futsal (532.619). A Confederação Brasileira de Skate (CBSk), com pouco mais de 100 mil seguidores, ganhou duas posições no ranking (ocupa o 13º lugar), com aumento de 40% de sua base digital. Além de viver a expectativa pela estreia do esporte nos Jogos Olímpicos, ano que vem, a modalidade foi impactada pela realização de dois torneios mundiais das modalidades Park e Street, em São Paulo.

“Com a proximidade das Olimpíadas, adiadas para 2021, é importante o Brasil ampliar sua popularidade em esportes olímpicos. Os esportes radicais como skate, por exemplo, têm forte potencial em atrair o público jovem e despontar em mídias como o TikTok que promete ser uma forte tendência para os próximos anos”, conclui José Colagrossi.

Abaixo, o ranking completo:

Ranking digital 2020 das confederações brasileiras de esportes, divulgado pelo IBOPE/Repucom

Por: Sergio du Bocage – repórter da TV Brasil

Esportes

Teste de paternidade confirma 8º filho de Jô, o sexto fora do casamento

Novo atacante do Amazonas vai morar no Norte do país com a sua esposa

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O atacante Jô, que acaba de assinar com o Amazonas para a Série B do Brasileirão, reconheceu a paternidade de João Gabriel, de um ano, fruto de um caso extraconjugal com a influenciadora Maiára Quinderolly.

O jogador, que foi campeão da Libertadores pelo Atlético em 2013 e defendeu a seleção brasileira, tem agora oito filhos, sendo seis de relacionamentos fora do casamento.

Jô é casado há 15 anos com Claudia Silva, com quem tem dois filhos. A esposa do jogador perdoou a traição e decidiu reatar o casamento, apesar das provocações de Maiára nas redes sociais nos últimos meses.

O casal deve se mudar para o Norte do país, onde Jô vai defender o Amazonas, clube que disputa pela primeira vez a segunda divisão nacional. O atacante é a principal contratação do time para a temporada.

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Esportes

Maconha deixa de ser substância proibida para o UFC, entenda

Cannabis sativa foi retirada da lista de substâncias proibidas

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A partir de 1º de janeiro de 2024, os lutadores do UFC não serão mais punidos pelo uso de maconha, uma das substâncias que deixaram de ser consideradas proibidas pela nova Política Antidoping da organização. A mudança foi anunciada no último dia do ano passado, junto com outras alterações nas normas que regem o controle de dopagem no maior evento de artes marciais mistas do mundo.

Segundo o comunicado oficial do UFC, a decisão de liberar a maconha se baseia na falta de evidências científicas de que a substância tenha efeitos ergogênicos ou que possa ocultar o uso de outras drogas de aumento de performance, as chamadas PED’s. Além disso, o UFC reconhece que a maconha tem fins medicinais e recreativos em vários países e estados, e que a sua proibição poderia prejudicar a saúde e o bem-estar dos atletas.

A nova Política Antidoping do UFC também traz mudanças nos agentes responsáveis pela coleta, análise e gestão dos exames antidoping. A partir de agora, a Drug Free Sport International (DFSI), ou uma de suas filiadas contratadas, será a encarregada de realizar as coletas de amostras dos lutadores, substituindo a USADA (agência antidoping dos EUA), que era a antiga parceira do UFC. As amostras serão analisadas pelo Laboratório de Testes de Medicina Esportiva e Pesquisa (SMRTL), credenciado pela Agência Mundial Antidoping (WADA). E a Combat Sports Anti-Doping (CSAD) será a nova administradora do programa antidoping, tendo a autoridade de aplicar as sanções aos infratores.

O UFC afirma que o objetivo da nova política é ser o melhor, mais eficaz e mais progressivo programa antidoping em todos os esportes profissionais. “O UFC está orgulhoso dos avanços que fizemos nos últimos oito anos”, declarou Hunter Campbell, diretor de negócios da organização. A nova política também pode influenciar outras modalidades esportivas, que estão de olho na atitude tomada pelo UFC.

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Esportes

Menino Gui e mãe são assaltados à mão armada na saída de São Januário

‘Não respeitaram o Gui no carro, uma criança!’, relatou Tayane. A mãe não confirmou se registrou boletim de ocorrência nem informou o local exato do crime.

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Tayane Gandra, a mãe do menino Gui, que tem uma doença genética rara chamada epidermólise bolhosa, foi vítima de um assalto na madrugada desta quinta-feira (7), após sair do estádio São Januário, onde assistiu à vitória do Vasco da Gama sobre o Bragantino, pelo Campeonato Brasileiro.

Segundo ela, os criminosos apontaram um revólver para ela e o filho, que estava no carro, e levaram celulares, relógios, aliança e causaram muito terror psicológico. Ela relatou o ocorrido nas redes sociais e pediu a proteção de Deus. Ela não informou se fez o registro da ocorrência nem o local exato do crime.

Antes do episódio, Tayane havia publicado um vídeo de Gui saudando os vascaínos que comemoravam a permanência do clube na Série A do Brasileirão. O menino estava no teto solar do carro acenando para os torcedores, que retribuíam o carinho.

Gui é um torcedor ilustre do Vasco e foi adotado como talismã do time. Ele ficou 16 dias em coma induzido por causa de uma pneumonia em um hospital da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e se recuperou em novembro do ano passado. As cenas do reencontro dele com a família emocionaram o país.

A história de Gui também mobilizou políticos, e uma lei que concede uma pensão a pacientes com epidermólise bolhosa foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e sancionada pelo governador Cláudio Castro. A doença é genética, não tem cura, nem é transmissível, mas provoca graves ferimentos na pele. Os cuidados são redobrados, e os gastos não são poucos.

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