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Esportes

Shopping Pier 21 promove corrida virtual

Os atletas podem percorrer as opções de 5km e meia maratona de 21km.

Foto: Reprodução/FreePick Kate Mangostar

O shopping Pier 21 estará promovendo entre os dias 14 e 20 de julho uma corrida virtual na qual o atleta poderá correr e/ou caminhar em local que considere seguro e adequado. A prova conta com duas modalidades, sendo corrida de 5 km e meia maratona, ou seja, 21 km. A taxa de inscrição de R$44,90 e R$89,90 varia de acordo com a distância, que deve ser escolhida pelo competidor no momento da inscrição. 

O evento idealizado em parceria com a Monumental Eventos Esportivos é uma maneira de celebrar de forma segura junto com os clientes, os 21 anos do shopping Pier 21. A prova tem como intuito incentivar os participantes a se testarem, percorrendo distâncias que sejam desafiadoras em relação ao participante com ele mesmo, e não com o próximo como em uma competição comum. 

Foto: Divulgação

As inscrições para a meia maratona já estão abertas e ficam disponíveis até o dia 11 de julho,  ou antes, caso esgotem as vagas, com a possibilidade de prorrogação, caso seja necessário. Para participar, o competidor deverá ter idade mínima de 18 anos. A corrida tem início marcado para o dia 14 de julho, a partir desta data o controle acontece de forma online, pelo aplicativo “Liga das Maratonas”. 

Para validação na competição é necessário que o competidor cadastre o treino realizado (corrida e/ou caminhada) no aplicativo e insira um arquivo, que pode ser foto do relógio, GPS ou print da tela do aplicativo para que haja a inclusão dos seus treinos no ranking da corrida. A data de 21 de julho é o último dia aceito para a inclusão dos treinos na plataforma.

Serviço

Meia Maratona Virtual Pier 21

Inscrições: Abertas a partir de 11 de julho (200 vagas)

Data da prova: de 14 a 20 de julho 

www.ligadasmaratonas.com.br

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Esportes

Duelo Náutico x Vasco pode definir destino das equipes na Série B

Rádio Nacional transmite ao vivo jogo em Recife a partir das 16h

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Foto: Vitor Brugger/Vasco/Direitos Reservados

Todos os 2610 ingressos colocados à disposição da torcida do Náutico que encara o Vasco neste domingo (24) no Estádio dos Aflitos, já foram vendidos. Só restam ingressos para os cruzmaltinos, que terão, pela primeira vez na competição, direito a 290 lugares como torcida visitante. O duelo em Recife, válido pela 31ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, terá início às 16h (horário de Brasília). A Rádio Nacional transmitirá o jogo ao vivo, com narração de André Luiz Mendes, comentários de Mário Silva e reportagem de Bruno Mendes.

Domingo vai ter testagem gratuita para Covid-19 nos Aflitos! 🥳🇦🇹

O teste é OBRIGATÓRIO para quem tomou apenas uma das doses da vacina e será feito em parceria com o programa Testa PE.

Os exames serão feitos das 10h às 15h e o resultado sai em até 20 minutos. ⏱️ pic.twitter.com/OIl7RMDEHc— Náutico (@nauticope) October 22, 2021

As duas equipes buscam chegar ao G4 para garantir o retorno à primeira divisão do futebol nacional no ano que vem. Apenas dois pontos separam a equipe carioca (46) do time pernambucano (44). O Timbu vem de três vitórias consecutivas, a última delas por 3 a 2 contra a Ponte Preta em Campinas (SP).  O Náutico não vai contar com o zagueiro Camutanga, que cumpre suspensão, mas terá o bom momento do goleiro Anderson.

“Vai ser um dos jogos mais difíceis, pelo momento da tabela e vai decidir quem continua brigando lá em cima e quem vai ficar um passo atrás”, analisou o arqueiro alvirrubro durante coletiva. 

👀 #NAUxVAS 💢

📸: Rafael Ribeiro | #VascoDaGama pic.twitter.com/fhrLqi8H8h— Vasco da Gama (@VascodaGama) October 22, 2021

O Vasco superou o Coritiba por 2 a 1 na última rodada e precisa vencer ao menos seis dos últimos oitos jogos para conquistar o acesso à Série A. Um dos jogadores em ascensão no Gigante da Colina é Marquinhos Gabriel.

“O que mais preocupa a gente é a nossa recomposição. Se a gente defender mal, também vai atacar mal. Precisamos estar juntos dentro de campo e buscar um equilíbrio”, defendeu o meia vascaíno.

No primeiro turno, em São Januário, Vasco e Náutico empataram em 1 a 1 e o resultado culminou com a demissão de Marcelo Cabo, o então técnico do Cruzmlatino. Lisca assumiu na sequência e depois deu lugar a Fernando Diniz, o atual treinador. Já o Timbu demitiu Hélio dos Anjos e depois o recontratou para o lugar de Marcelo Chamusca.

Por: Agência Brasil

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Distrito Federal

Participante de Projeto social do DF disputará Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica no Japão

Além do Campeonato Mundial, a atleta também representará o Brasil no Campeonato Sul-americano. O projeto do qual faz parte atende cerca de 120 meninas de 4 a 20 anos de idade

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Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

Expressão corporal, flexibilidade e postura. Esses são os pontos fortes das meninas que frequentam a Escolinha de Ginástica Rítmica do Instituto Inside Brasil. A modalidade, que já é destaque em Brasília, despertou o interesse de cerca de 120 meninas a participarem do projeto social responsável por difundir a cultura de ginástica rítmica.


O Instituto Inside Brasil surgiu do interesse em levar oportunidade a jovens por meio de práticas esportivas, criando outros polos de incentivo à ginástica rítmica e achar novos talentos. O projeto da Ginástica Rítmica começou em 2013 com a Professora Kely Regina Silva Portela Espinola, mãe e técnica da atleta Ana Luísa Passos Neiva.

Kely foi atleta de ginástica rítmica e começou seu trabalho com a modalidade em 1995. Tempos depois, em parceria com a professora Juliana Andrade, começaram a percorrer algumas administrações regionais e cidades satélites em busca de espaço onde pudessem criar escolinhas que garantissem às crianças a oportunidade de iniciar no esporte e a partir destas escolinhas colher novos talentos que seriam enviados ao Centro de Treinamento.

Este é um trabalho que tem gerado muitos resultados tanto na área social como também esportiva. Ao longo dos anos em que o projeto está em atuação cinco atletas da instituição passaram pela Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica, tanto na modalidade individual quanto na modalidade de conjuntos. O projeto tem o apoio da Secretaria Especial do Esporte do Ministério da Cidadania

O projeto conta com resultados expressivos, como o da atleta Ana Luisa Passos Neiva de 17 anos, que conquistou vaga na Seleção Brasileira de Ginástica Rítmica, única atleta de Brasília, e representará nosso país entre os dias 27 e 31 de outubro no Campeonato Mundial que acontecerá no Japão e no Campeonato Sul-americano de 2 a 8 de novembro na Colômbia.


Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

Outras 3 atletas representarão Brasília nos Jogos Escolares no Rio de Janeiro entre os dias 27 e 31 de outubro e mais 20 atletas no Torneio Nacional em Porto Alegre nos dias 3 a 8 de novembro.

Para as aulas no Instituto Inside, as crianças recebem gratuitamente collant e agasalho. Durante os encontros, as alunas aprendem a utilizar alguns equipamentos que são o diferencial do esporte, como a corda, o arco, a bola, as fitas e as massas.

Foto redes sociais Ana Luisa Passos Neiva

A Escolinha atende meninas de 4 a 20 anos, em 3 núcleos, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, no Clube de Associados Suboficiais e Sargentos da Aeronáutica de Brasília – CASSAB, localizado no setor de clubes sul trecho 2, no Centro Educacional 03 – Centrão, ÁREA ESPECIAL B – GUARÁ II e em breve na QR 2 na Candangolândia.

Interessados em conhecer o Projeto, podem visitar os núcleos de segunda a sexta-feira das 9h às 18h, ou visitar o site do Instituto: insidebrasil.org.br ou as redes sociais @insidebrasil.

Aqueles que quiserem podem ainda contribuir com o projeto por meio de doações ao projeto de Ginástica Rítmica ou demais projetos do Instituto Inside Brasil, utilizando a chave PIX CNPJ 18.683.437/0001-32 ou ainda realizar depósito em conta corrente 96842-0 agência 2911-4 – Banco do Brasil, em nome do Instituto Inside Brasil – IIB.

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Brasil

Após ouro em Tóquio, Mariana D’Andrea quer repetir feito no Mundial

Halterofilista retomou treinos logo após voltar da Paralimpíada

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Foto: Takuma Matsushita/CPB

Há exatamente um mês, Mariana D’Andrea escrevia o nome na história do paradesporto ao conquistar, nos Jogos de Tóquio (Japão), um inédito ouro paralímpico para o halterofilismo brasileiro. Três meses após o feito, a paulista de 23 anos será testada pela primeira vez desde a medalha, logo em um Campeonato Mundial. Ela já retomou os treinamentos visando a competição, que será disputada entre 28 de novembro e 5 de dezembro na cidade de Butami (Geórgia).

“A expectativa é muito boa. Saí de Tóquio preparada, tive um resultado muito bom lá e agora é manter os treinos para melhorar mais ainda e buscar outra medalha, agora de ouro”, disse Mariana à Agência Brasil.

“Será uma competição forte. Em Tóquio, eram oito [atletas por categoria]. Na Geórgia, podem ser 20. Mas estou bem preparada, tanto fisicamente como psicologicamente”, completou a medalhista de ouro da categoria até 73 quilos, que foi prata no último Mundial, realizado em Nur-Sultan (Cazaquistão), em 2019, na disputa por equipes mistas, ao lado de Bruno Carra e Evandro Rodrigues.

Chegar como atual detentora da coroa da categoria fará de Mariana a atleta mais observada pelas rivais no Mundial. Lidar com a pressão, no entanto, não parece que será difícil para a jovem de Itu (SP), que tem nanismo (baixa estatura). No halterofilismo paralímpico, os competidores não são divididos pela deficiência, mas conforme o peso.

“Tenho amadurecido com as experiências. O nervosismo só atrapalha. Sei que o que faço na competição é o mesmo que faço nos treinos. [Em Tóquio] fiquei bem tranquila. Sabia que a medalha viria. Era meu objetivo, meu foco. Tinha a adrenalina, mas nada de medo ou nervosismo. Nem eu mesmo acreditei que estava calma daquele jeito”, recordou a brasileira.

“Fiquei surpreso com o equilíbrio emocional da Mariana. Ela aqueceu ao lado da adversária principal, a chinesa [Lili Xiu, que foi prata]. Começaram a fazer pressão, jogar a barra, dar gritos, mas a Mariana simplesmente ignorou, virou as costas, fingiu que nada estava acontecendo. Ela dizia o tempo todo que queria ganhar o ouro, desde Hamamatsu [cidade japonesa onde a delegação brasileira fez aclimatação antes de ir para Tóquio]. Estava certa de que disputaria o ouro. Isso fez diferença”, completou o técnico da atleta, Valdecir Lopes, à Agência Brasil.

A maturidade de Mariana, que iniciou na modalidade em 2015, chama atenção pela juventude. A brasileira era a segunda mais jovem entre as finalistas da categoria dela em Tóquio. Das oito competidoras, cinco tinham mais de 30 anos. A chinesa Xiu, vice-campeã, tem 40 anos, um a mais que a francesa Souhad Ghazouani, recordista mundial do peso e medalhista de bronze no Japão.

“O halterofilismo paralímpico é um esporte de longo prazo, que permite tranquilamente que o atleta chegue aos 40 anos, 45, sendo competitivo. A Mariana é muito jovem. Minha ideia, como treinador, é cuidar para que ela prolongue ao máximo da saúde, sem lesão, para atingir essa maturidade e seguir entre as três primeiras do mundo por muito tempo. Ela gostou de ganhar o ouro, viu que representa muita coisa. Se perguntar a ela sobre [a Paralimpíada de] Paris [França], em 2024, ela vai falar que quer ganhar de novo [risos]”, comentou Valdecir.

Os participantes do Mundial ainda não foram confirmados. A equipe brasileira será definida após a seletiva marcada para 13 de outubro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Os sete atletas que representaram o país em Tóquio, porém, já possuem marcas que os credenciam à competição na Geórgia e não devem participar do evento de qualificação.

“Muita gente virá ao Mundial em uma fadiga danada, pois é a primeira vez que o torneio será realizado após a Paralimpíada. Talvez as marcas não sejam lá tão esperadas. Mas acho que aqueles que não conseguiram atingir os objetivos em Tóquio estarão com a faca nos dentes. Será um campeonato forte e duro, talvez até mais duro que os Jogos”, avaliou o técnico de Mariana.

“Meu objetivo é chegar lá, conquistar essa medalha e completar o ano bem feliz. Meu treinador sempre fala que é difícil chegar ao topo, mas que mais difícil é se manter. Quero continuar firme e forte para não deixar que as meninas me peguem e ser a melhor das melhores, sempre”, finalizou a paulista, que foi ao pódio dez vezes nas 12 competições internacionais que disputou.

Por: Agência Brasil

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