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Esportes

Stefani e Carter são vice-campeãs do WTA 500 de Abu Dhabi

Após final equilibrada, dupla da brasileira perdeu para japonesas

Foto: Hayley/Arquivo Pessoal

A paulistana Luisa Stefani e a norte-americana Hayley Carter levaram o título de vice-campeãs de duplas do WTA 500 de Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos). Após uma final equilibrada na manhã de hoje (13), a parceria Brasil-Estados Unidos acabou perdendo  por 2 sets 0 para a dupla japonesa formada por Eni Shibahara e Shuko Aoyama, com parciais 7/6 (7-5) e 6/4.

No primeiro set, com duas quebras de serviço para cada lado, Stefani e Carter conseguiram abrir 4/2 no placar. Mas acabaram sofrendo a virada, mesmo forçando o tie-break. No detalhe, Ena Shibahara e Shuko Aoyama não desperdiçaram a chance do set-point e largaram na frente. A segunda parcial foi parecida. A dupla da brasileira quebrou o serviço das rivais logo no segundo game. Só que não conseguiram manter a vantagem.

A campanha no WTA de Abu Dhabi rendeu à Stefani a melhor posição da carreira no ranking mundial. A paulistana, de 23 anos, subiu para a 30ª colocação no ranking mundial de duplas da WTA, e ficou a apenas uma posição de alcançar o posto mais alto ocupado por uma brasileira na modalidade até hoje: em 1976 a tenista Maria Esther Bueno estava em 29º lugar na lista de melhores de simples.

Essa foi a sexta final e o quarto vice-campeonato da brasileira em torneios WTA, o terceiro ao lado da americana de Carter. Agora, a dupla segue para Austrália, onde farão quarentena obrigatória de 14 dias, antes de disputar um WTA 500 em Melbourne, torneio que antecede o Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam de 2021. 

Por: Agência Brasil

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Automobilismo

Covid-19 tira provas de Chile e Marrocos de calendário da Fórmula E

Categoria anuncia rodadas duplas em México, EUA, Inglaterra e Alemanha

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Foto: Audi Communications Motorsport

A Fórmula E alterou o calendário da temporada 2020/2021. Segundo comunicado da categoria de carros elétricos, divulgado nesta quinta-feira (22), as etapas de Marrakesh (Marrocos), em 22 de maio, e Santiago (Chile), entre 5 e 6 de junho, deixaram a competição devido ao estágio da pandemia do novo coronavírus (covid-19) nos locais. Já a rodada dupla prevista para 19 e 20 de junho migrou da Cidade do México para Puebla (México), porque o circuito da capital (Autódromo Hermanos Rodriguez) é utilizado como hospital de campanha.

A categoria também anunciou as seis corridas que encerrarão a temporada, divididas em três rodadas duplas. A primeira será em Nova Iorque (Estados Unidos), entre 10 e 11 de junho. Depois, a Fórmula E vai para Londres (Inglaterra), com provas nos dias 24 e 25 de julho.

A sétima edição do campeonato mundial dos carros elétricos chega ao fim em Berlim (Alemanha), entre 14 e 15 de agosto. No ano passado, o Aeroporto de Tempelhof, na capital alemã, recebeu as seis provas finais da competição, em formato de bolha sanitária, em nove dias.

A temporada atual terá 15 provas, superando o recorde anterior da história da categoria (13, na edição de 2018/2019). Quatro corridas foram disputadas até o momento, após rodadas duplas em Al-Diriyah (Arábia Saudita) e Roma (Itália). As próximas etapas serão em Valencia (Espanha), no circuito Ricardo Tormo, nestes sábado (24) e domingo (25). Em seguida, a Fórmula E vai para Mônaco, com disputa única em 8 de maio.

O britânico Sam Bird, da escuderia Jaguar, lidera a temporada com 43 pontos, seguido pelo neozelandês Mitch Evans, seu companheiro de equipe, com 39 pontos. O neerlandês Robin Frinjs (Virgin), com 34 pontos, é o terceiro. O brasileiro mais bem colocado é Sérgio Sette Câmara (Dragon Penske), em 13º, com 12 pontos. Lucas Di Grassi (Audi), campeão na edição 2016/2017, está em 18º, com seis pontos.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Olimpíada: Pia destaca Países Baixos e alerta sobre China e Zâmbia

Técnica da seleção feminina sublinha técnica asiática e força africana

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Foto: Laura Zago/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) publicou um vídeo da técnica seleção feminina, Pia Sundhage, comentando o sorteio dos grupos da Olimpíada de Tóquio (Japão), realizado nesta quarta-feira (21). Das três adversárias da primeira fase, a equipe dos Países Baixos é a mais bem posicionada no ranking da Federação Internacional de Futebol (Fifa), em terceiro lugar. É também a rival de quem a comissão técnica mais possui informações.

“Os Países Baixos disputaram a final da última Copa do Mundo [em 2019, na França, derrotadas pelos Estados Unidos] e sabemos que é um time muito bom. Conhecemos todas as jogadoras, pois as vimos muitas vezes. O jogo pelos lados do campo será muito importante contra elas, tanto ofensiva como defensivamente”, afirmou Pia à CBF TV.

As neerlandesas foram adversárias do Brasil com Pia no Torneio Internacional da França, em março do ano passado. Na ocasião, as seleções empataram sem gols. O reencontro será na segunda rodada do torneio olímpico, em 27 de julho, às 8h (horário de Brasília), na cidade japonesa de Miyagi.

Antes, no dia 21 de julho, às 5h, também em Miyagi, o primeiro desafio será contra a China, a mesma rival da estreia da seleção feminina nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016. Dirigido por Vadão, há cinco anos, o Brasil venceu por 3 a 0, gols da zagueira Mônica, da meia-atacante Andressa Alves e da atacante Cristiane.

Com Pia no comando, as brasileiras pegaram as asiáticas na final do Torneio Internacional de Chongqing (China), em novembro de 2019. As equipes ficaram no 0 a 0 no tempo normal e as anfitriãs venceram na disputa por pênaltis. A treinadora, aliás, trabalhou na seleção chinesa como auxiliar na Copa do Mundo de 2007.

“A China se classificou [para Tóquio] ao derrotar a Coreia do Sul [no Pré-Olímpico asiático]. Vamos nos aprofundar para termos certeza de saber tudo sobre elas. É uma seleção técnica. Um time duro, coeso e agressivo no ataque, que está se preparando muito para essa competição”, comentou a técnica brasileira.

O Brasil encerra a participação na primeira fase dos Jogos de Tóquio contra a Zâmbia, no dia 27 de julho, às 8h30, na cidade de Saitama. As zambianas, embora figurem apenas na 104ª colocação do ranking da Fifa e sejam a 12ª nação africana mais bem posicionada, surpreenderam ao conquistarem o Pré-Olímpico continental, superando Camarões.

“Para ser sincera, não sabemos muito sobre a Zâmbia e, provavelmente, esse será o maior desafio. Por isso, é até melhor que não a enfrentemos no primeiro jogo, e sim na última partida. Assim, teremos a chance de saber um pouco mais sobre essa seleção. Pela minha experiência contra times africanos, elas são sempre muito fortes e rápidas. Talvez não seja a equipe mais organizada taticamente, mas elas estão se preparando para algumas situações de uma contra uma e cruzamentos na área”, analisou Pia.

Até Tóquio, a treinadora espera que a seleção brasileira consiga ir a campo na próxima data Fifa, período destinado a jogos entre equipes nacionais. Por conta do cenário da pandemia do novo coronavírus (covid-19) no Brasil, não foi possível realizar amistosos na última data Fifa, entre 5 e 13 de abril. Nestes dias, Pia comandou treinos com um elenco formado predominantemente por jogadoras que atuam no país na Granja Comary, em Teresópolis (RJ).

“Estamos tentando nos preparando o máximo possível. Como todos sabem, não estamos jogando tantos jogos como a China e a Holanda. Teremos mais uma data Fifa e espero que tenhamos confrontos. Após esse período, imagino que teremos uma melhor ideia da qualidade da equipe brasileira. Temos ótimos planos para o período pré-olímpico e isso fará diferença. Se quisermos ter um time coeso e um plano de jogo, temos que trabalhar o DNA e, por isso, é preciso treinar muito”, concluiu a sueca.

Por: Agência Brasil

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Esportes

Fluminense recebe River Plate no Maracanã na estreia da Libertadores

Partida acontece nesta quinta, a partir das 19h, no Maracanã

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Foto: Lucas Mercon/Fluminense F.C

Esta quinta-feira (22) ficará na memória dos tricolores cariocas, pois, após um hiato de oito anos, o Fluminense volta a disputar uma partida pela Taça Libertadores da América. E a caminhada em busca da glória eterna começa contra o River Plate (Argentina), a partir das 19h (horário de Brasília), no estádio do Maracanã. Brasileiros e argentinos estão no Grupo D junto com Santa Fe e Junior Barranquilla, ambos da Colômbia.

“O que nos colocará na condição de brigar por este título é a classificação para as oitavas de final. A partir daí, tudo se iguala”, afirma Fred. O veterano atacante de 37 anos é um dos trunfos do técnico Roger Machado para estrear com sucesso na competição.

O Tricolor vem de vitória de 1 a 0 sobre o Botafogo pelo Campeonato Carioca com uma trinca de volantes (Yago Felipe, Martinelli e Wellington) que pode ser repetida esta noite. Dos cinco reforços recém-contratados, não jogam o atacante argentino naturalizado paraguaio Raúl Bobadilla, por falta de documentação, e o zagueiro David Braz, que recupera do novo coronavírus (covid-19).

Já os argentinos chegam à estreia na Libertadores após golearem o Central Córdoba por 5 a 0 pelo Campeonato Argentino. Com quatro Libertadores no currículo (1986, 1996, 2015 e 2018) e o mesmo técnico desde 2014, Marcelo Daniel Gallardo (campeão da competição como jogador e treinador), o River Plate é um dos favoritos a ficar com o título da atual edição da Libertadores.

Retrospecto

Esta será a primeira partida oficial entre Fluminense e River Plate. As duas equipes já disputaram quatro amistosos, com dois empates e uma vitória para cada lado.

Por: Agência Brasil

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