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Brasil

Tóquio: no sétimo dia de competição, Brasil conquista duas medalhas

Prata veio com a ginasta Rebeca Andrade e bronze com Mayra Aguiar

Foto: Lindsey Wasson

No sétimo dia de competições dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, os destaques para o Brasil vieram com duas medalhas de atletas mulheres. A judoca Mayra Aguiar conquistou bronze e a ginasta Rebeca Andrade faturou prata na ginástica artística. No vôlei, a equipe feminina também fez bonito e engatou a terceira vitória seguida.

Ginástica artística

A paulista Rebeca Andrade, de 22 anos, entrou para a história da ginástica artística do Brasil ao conquistar a prata no individual nos Jogos de Tóquio, a primeira medalha olímpica feminina do país na modalidade, na manhã desta quinta-feira (29). Rebeca somou, ao final dos quatro aparelhos, 57.298 pontos, ficando atrás somente da norte-americana Sunisa Lee (57.433) e à frente de Angelina Melnikova, do Comitê Olìmpico Russo (ROC, sigla em inglês) que totalizou 57.199. A brasileira ainda tem chances reais de conquistar mais medalhas nas disputas de salto e solo a partir de domingo (1º de agosto). 

Judô

A gaúcha Mayra Aguiar conquistou feito inédito na manhã de hoje, após conquistar a medalha de bronze na categoria meio-pesado (até 78kg). 

A medalha do Brasil veio com a vitória contra a sul-coreana Hyunji Yoon, que foi imobilizada por 20 segundos no Nippon Budokan, templo das artes marciais na capital japonesa. A judoca se tornou a primeira mulher a conquistar três medalhas olímpicas em um esporte individual. Ela já havia levado o bronze nos Jogos de Londres (2012) e na Rio 2016.

Mayra Aguiar mostra medalha de bronze conquistada no judô na Olimpíada de Tóquio
A judoca Mayra Aguiar exibe medalha de bronze conquistada – Reuters/Sergio Perez/Direitos Reservados

Vôlei

A seleção brasileira de voleibol feminino conquistou nesta quinta-feira a terceira vitória consecutiva. As brasileiras venceram o Japão por 3 sets a 0, com parciais 25/16, 25/18 e 26/24. A partida foi realizada na Arena de Ariake, na capital Tóquio. Invicto na competição, o Brasil já havia derrotado a Coreia do Sul e a República Dominicana.

Com este resultado, a seleção brasileira está na segunda colocação do Grupo A. Na próxima rodada, no sábado (31), o Brasil vai encarar as líderes do grupo às 4h25 (horário de Brasília), na Arena de Ariake.

As brasileiras venceram o Japão por 3 sets a 0, com parciais 25/16, 25/18 e 26/24.
As brasileiras venceram as anfitriãs da Olimpíada – Wander Roberto/COB/Direitos Reservados

Vôlei de praia

Nesta quinta-feira, o Brasil avançou para as oitavas de final no vôlei de praia feminino e masculino. A dupla Alison e Álvaro Filho venceu os holandeses Robert Meeuwsen e Alexander Brouwer por 2 sets a 0, com parciais de 21/14 e 24/22. A partida foi disputada no Parque Shiozake, na capital japonesa. O triunfo selou a classificação dos brasileiros às oitavas de final. Com a vitória, eles vão aguardar os resultados das partidas de amanhã para saber quem enfrentarão na fase mata-mata. 

No feminino, Ágatha e Duda sabiam que precisavam vencer para continuar em busca da medalha olímpica no vôlei de praia. E a dupla brasileira conseguiu o objetivo nesta quinta-feira, também no Parque Shiozake, quando derrotou as canadenses Heather Bansley e Brandie Wilkerson por 2 sets a 0, com parciais de 21/18 e 21/18.

Os próximos jogos da dupla feminina brasileira também dependem dos resultados das partidas de sexta-feira. 

 Ágatha e Duda vencem Bansley e Brandie
Ágatha e Duda vencem Bansley e Brandie – Reuters/PILAR OLIVARES

Canoagem

O Brasil começou bem a madrugada desta quinta-feira com a atleta Ana Sátila chegando, pela primeira vez na história, à uma final olímpica da canoagem slalom. A medalha na prova da canoa (C1), no entanto, não veio: a mineira terminou na 10ª posição (tempo de 164s71), após ser punida por não ter cruzado uma das 25 balizas do circuito. O ouro ficou com a australiana Jessica Fox (105s04), a prata com a britânica Mallory Franklin (108s68) e o bronze com a alemã Andrea Herzog (111s13). 

Mesmo fora do pódio, Sátila também protagonizou outro feito inédito: tornou-se a única mulher do país a brigar por medalhas na modalidade. O Brasil conta ainda com Pepê Gonçalves, classificado para a semifinal no caiaque (K1) às 2h (horário de Brasília) desta sexta (30). A final do K1 será na sequência, às 4h. 

Ana Sátila termina em 10º lugar na final da canoa (C1) em Tóquio 2020 - Olimpíada
Ana Sátila termina em 10º lugar na final da canoa (C1) em Tóquio 2020 – Olimpíada – Gaspar Nóbrega/COB/Direitos Reservados

Handball

O Brasil foi superado pela Espanha por 27 a 23, hoje no Ginásio Nacional Yoyogi, em jogo válido pela 3ª rodada do Grupo B do torneio de handebol feminino. Essa foi a primeira derrota da equipe comandada pelo técnico Jorge Dueñas, que empatou em 24 a 24 na estreia com o Comitê Olímpico Russo e venceu a Hungria por 33 a 27 na rodada seguinte.

Na próxima rodada, o Brasil pega a Suécia na madrugada do próximo sábado (31), a partir das 04h15 (horário de Brasília).

Ciclismo BMX

O brasileiro Renato Rezende avançou às semifinais do ciclismo BMX na Olimpíada de Tóquio. Na noite desta quarta-feira (28), no Parque de Esporte Urbanos de Ariake, o carioca fez o terceiro melhor tempo (40s98) na primeira bateria, ficando atrás apenas de dois holandeses, Twan van Gendt e Niek Kimmann. Assim, o atleta está garantido na semifinal prevista para as 22h desta quinta-feira.

Na prova feminina, a brasileira Priscilla Stevaux ficou na sexta posição da chave e não conseguiu passar das quartas.

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Renato Rezende compete em Tóquio 2020 – Wander Roberto/COB/Direitos Reservados

Remo

O remador carioca Lucas Verthein ficou fora da final do skiff simples na Olimpíada de Tóquio (Japão). Nesta quarta-feira, o brasileiro ficou em quinto lugar na primeira semifinal da prova, realizada no Canal Sea Forest, com tempo de 7min02s87. Para se classificar à disputa por medalhas, ele precisava chegar entre os três primeiros.

Verthein compete nesta quinta-feira, às 21h15 (horário de Brasília), na final B, que define a classificação do sétimo ao 12º lugar. A participação do remador, que disputa a primeira Olimpíada da carreira, já é a melhor de um brasileiro no skiff simples.

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Lucas Verthein não se classificou para a final do Skiff simples do remo – Gaspar Nóbrega/COB/Direitos Reservados

Natação

O carioca Guilherme Costa não conseguiu repetir o ritmo da fase eliminatória e chegou na oitava e última posição na final dos 800 metros (m) livres da Olimpíada de Tóquio. O brasileiro concluiu a prova, no Centro Aquático da capital japonesa, em 7min53s31, seis segundos acima da marca atingida na semifinal, que lhe rendeu o recorde sul-americano. Na sexta-feira (30), o carioca disputa os 1.500 metros livres.

Guilherme virou os primeiros 50 metros na segunda posição, mas não conseguiu acompanhar o ritmo dos demais nadadores. O carioca lamentou a queda de rendimento e revelou ter se sentido cansado no início da prova.

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Na sexta-feira, o carioca disputa os 1.500 metros livres – Satiro Sodré/SSPress/CBDA/Direitos Reservados

Rugby de 7

A seleção brasileira feminina de rugby de 7 estreou na Olimpíada, na noite desta quarta-feira (28) no Estádio de Tóquio, perdendo para o Canadá por 33 a 0. Em seguida, às 5h de quinta-feira, as Yaras, como é conhecida a equipe nacional de rugby, enfrentou a França e perdeu por 40 a 5, no grupo B da competição.

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Brasil estreou contra o Canadá em Tóquio – Gaspar Nóbrega/COB/Direitos Reservados

Tênis

O tenista sérvio Novak Djokovic deu mais um passo rumo a um histórico Golden Slam (vencer o Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon, o US Open e os Jogos Olímpicos na mesma temporada) nesta quarta-feira, avançando para as quartas de final do torneio de simples dos Jogos de Tóquio (Japão), enquanto outros competidores reclamaram das condições de calor e umidade.

Nas duplas mistas, Djokovic e Nina Stojanovic venceram a dupla brasileira formada por Marcelo Melo e Luisa Stefani por 2 sets a 0, parciais de 6-3 e 6-4, pela primeira rodada.

Recepção no Brasil

A mais jovem medalhista olímpica do Brasil, Rayssa Leal, a Fadinha chegou ontem ao país e preferiu cancelar uma recepção com fãs em sua cidade natal, Imperatriz, no Maranhão, para evitar aglomerações durante a pandemia de covid-19. Ela disse que os próximos dias serão dedicados a sua família.

Covid-19

O norte-americano bicampeão mundial do salto com vara Sam Kendricks e o rival German Chiaraviglio, da Argentina, foram excluídos das Olimpíadas nesta quinta-feira, após teste positivo para covid-19, em meio ao aumento dos casos na cidade-sede dos Jogos.

Os casos diários em todo o país chegaram a 10 mil pela primeira vez, informou a mídia japonesa.

Sam Kendricks compete na Diamond League em Estocolmo - atleta testa positivo para covid-19 em 29/07/2021 e está fora de Tóquio 2020 - Olimpíada
Sam Kendricks testou positivo para covid-19 e está fora da Olimpíada. Na imagem, ele compete na Diamond League em – TT News Agency via REUTERS/Christine Olsson/tt/Direitos Reservados

Estreia nesta sexta-feira

A programação do atletismo na Olimpíada de Tóquio terá estreia do novo revezamento 4x100m misto amanhã, no qual equipes de dois homens e duas mulheres competirão pela medalha de ouro, oferecendo imprevisibilidade e intrigantes combinações aos torcedores.

O nível de imprevisibilidade da corrida ocorre pois não há regras de gênero definindo a ordem dos atletas na corrida. A surpresa em relação à ordem dos atletas promete manter os torcedores tentando adivinhar ao longo do evento, embora a formação homem-mulher-mulher-homem seja a favorita da maioria das equipes.

Treino do atletismo misto antes dos Jogos.
Treino do atletismo misto antes dos Jogos – Wander Roberto/COB/Direitos Reservados

Por: Agência Brasil

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Brasil

Risco de covid-19 grave é até 6 vezes maior em pacientes com Alzheimer

Estudo identificou doença como fator de risco

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Foto: Toby Melville

Pesquisadores brasileiros identificaram que o Alzheimer é um fator de risco para quem contrai a covid-19, independentemente da idade. O estudo foi publicado na revista Alzheimer’s & Dementia, periódico da associação que pesquisa a doença e que tem sede em Chicago (EUA). Foram usados dados do sistema de saúde britânico, reunindo informações de 12.863 pessoas maiores de 65 anos.

O trabalho mostrou que quando um paciente era internado e já tinha Alzheimer, o risco de desenvolver um quadro mais grave por conta do vírus da covid-19, o Sars-CoV-2, foi três vezes maior na comparação com quem não tinha a doença. No caso de pacientes com mais de 80 anos, o risco é seis vezes maior. A doença não aumentou o risco de internações ao ser comparado com outras comorbidades.

“Os pacientes internados infectados por covid-19, se tiverem um quadro de Alzheimer, é um fator significativamente agravante de internação”, aponta Sérgio Verjovski, doutor em biofísica e liderança científica do Laboratório de Parasitologia do Instituto Butantan. O estudo também envolveu pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Os dados dos participantes foram divididos em três grupos: 66 a 74 anos (6.182 pessoas), 75 a 79 anos (4.867 pessoas) e acima de 80 anos (1.814 pessoas). Dessa amostragem inicial, 1.167 pessoas estavam com covid-19. Verjovski explica que o banco inglês foi usado por ter o histórico de mais de 10 anos dos pacientes, além disso possui o sequenciamento genômico da maior parte dos indivíduos.

Atenção rápida

O pesquisador destaca que essa descoberta revela a importância de uma atenção rápida a esses pacientes, considerando as chances de agravamento. “Tudo isso aponta para o fato de que esses pacientes necessitam de uma intervenção mais imediata. Pacientes com 65 a 70 anos tinham risco aumentado em quase quatro vezes de terem complicações e irem a óbito”, exemplificou.

Algumas hipóteses podem explicar essa relação e Verjovski destaca que estudos ainda estão sendo feitos. Contudo, um dos mecanismos possíveis é que quando o SARS-CoV-2 infecta o organismo, o corpo responde com um processo inflamatório para combater o vírus.

“Sabe-se que Alzheimer envolve inflamação de vasos do cérebro e é uma possibilidade que essa inflamação diminua a barreira hematoencefálica, que é uma barreira que permite que o cérebro receba nutrientes, receba a circulação, mas não deixa passar fatores de infecção. No caso da inflamação, que leva à degeneração pelo Alzheimer, pode estar diminuindo essa barreira hematoencefálica e aumentando a chance da infecção pelo vírus”, explica.

Fatores genéticos

Verjovski disse que o grupo busca agora relações entre os fatores genéticos de propensão da doença de Alzheimer e o agravamento da covid-19. “A gente agora está tentando associar os dados clínicos com os dados de variantes genéticas envolvidas com Alzheimer para ver se aponta, entre os genes causadores Alzheimer, algum que aumenta também nitidamente a gravidade da covid e que pode apontar para um mecanismo genético.”

Originalmente, o laboratório liderado por Verjovski pesquisa genes de câncer. Com a pandemia, no entanto, o trabalho foi reorientado. “Temos um financiamento para pesquisa que nos permitiu usar esses bancos. Temos pessoal capacitado em fazer as análises, equipamentos e, embora o nosso trabalho não seja voltado para Alzheimer, nem pra covid-19, a gente se associou ao Sérgio Ferreira [doutor em biofísica e professor da UFRJ] e usou nosso knowhow de análise de genética em larga escala”.

Por: Agência Brasil

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Brasil

Comunicação emocional mais eficaz

Já parou pra pensar o quanto uma relacionamento sem comunicação faz mal? Nesse texto será debatido a importância da comunicação em relacionamentos e como usá-la da maneira correta para o valor de uma relação social/amorosa.

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Foto: Freepik

A COMUNICAÇÃO EMOCIONAL não violenta e o gerenciamento de conflitos têm sido temas de numerosos estudos por parte de vários cientistas da área. O Dr. Gottman chegou a duas conclusões básicas:

1- Não existem relacionamentos emocionais duradouros sem conflitos crônicos.
2- O que mais nos afeta emocionalmente é o distanciamento emocional das pessoas que amamos.

Diante de situações conflituosas, quando perdemos o controle de nossas emoções, o resultado pode ser desastroso. O Dr. Gottman define esse tipo de relação negativa como característico dos Quatro Cavaleiros do Apocalipse, uma metáfora que se traduz como quatro atitudes que destroem qualquer tipo de relação (a crítica, o desprezo, o contra-ataque e o apedrejamento).

O primeiro cavaleiro, a CRÍTICA, é representado pela atitude com a qual a pessoa do outro é desqualificada. Atinge-se a pessoa e não o fato, que não é esclarecido. Por exemplo, “Você só pensa em você!”

O segundo Cavaleiro se traduz pelo DESPREZO. É o mais violento e perigoso, porque o sarcasmo magoa muito. Podemos comunicá-lo com gestos, trejeitos, causando profunda irritação no parceiro. Essa forma de comunicação inviabiliza uma solução pacífica.

Mas o que podemos fazer para resolver conflitos sem violência? O primeiro princípio da Comunicação não Violenta é substituir a CRÍTICA por uma afirmação objetiva dos fatos. Se você diz para um subordinado “Você não aprende mesmo, hein!”, “Esse relatório não está nada bom!”, A reação da pessoa é ficar na defensiva. Você pode ser objetivo dizendo: “Nesse relatório precisamos colocar três ideias para comunicar nossa mensagem e você é capaz de colocá-las”. O segundo princípio é numa conversa colocar o referencial em nós, expressando como nos sentimos naquela situação. Devemos iniciar a frase com “EU” em vez de “VOCÊ”. Ao falar apenas de mim, nem critico nem ataco o outro. Quando eliminamos a CRÍTICA e o DESPREZO, certamente a nossa comunicação se torna mais harmoniosa.

O CONTRA-ATAQUE E O APEDREJAMENTO são os 2 últimos Cavaleiros do Apocalipse (atitudes negativas no relacionamento). Se em uma situação de conflito costumamos utilizar essas atitudes, ou seja, esses cavaleiros, com certeza a nossa comunicação emocional está prejudicada. Infelizmente, nas nossas batalhas emocionais, invocamos esses guerreiros.

Quando nos sentimos atacados, geralmente CONTRA-ATACAMOS e em consequência a outra
pessoa sente-se ofendida, CONTRA-ATACANDO com mais violência. Se essa escalada prossegue, o nosso relacionamento poderá ser bastante abalado pela rejeição, pelo divórcio ou até mesmo pela agressão física violenta. Quando um CONTRA-ATAQUE é “bem-sucedido”, a ferida da parte derrotada, muitas vezes com um tapa dado pelo mais forte, aumenta e o convívio fica cada vez mais difícil.

O APEDREJAMENTO é o quarto Cavaleiro, é a quarta atitude negativa típica de homens e que tanto desagrada as mulheres. Nessa fase já caracteriza um relacionamento em desintegração, seja o casamento ou uma sociedade que, após um período de críticas, indiferenças, Ataques, Contraataques, uma das partes escolherá a fuga, abandonando o campo de batalha, pelo menos emocionalmente. Por sua vez, a outra parte, em busca de contato, busca a conversa, enquanto o outro ignora. Sem êxito, as abordagens vão ficando cada vez mais violentas, numa tentativa desesperada de volta. A retratação emocional não é eficaz para a resolução de conflitos. O APEDREJAMENTO com frequência leva a um triste final.

Avalie os seus relacionamentos emocionais! Diante de um conflito, qual desses guerreiros você costuma chamar? Ou, em qual desses estágios você se encontra na sua relação amorosa? Se as situações citadas forem uma realidade em sua vida, procure dar outro rumo a sua comunicação emocional.

Por: Dra Francisca Leão

IMPIInstituto de Medicina e Psicologia Integradas

RT: Dalmo Garcia Leão CRM 4453

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Brasil

Fiocruz: síndrome respiratória aguda grave mostra tendência de queda

Boletim InfoGripe monitora casos com indicativo de covid-19

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Foto: Reuters/Direitos Reservados

O Boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado hoje (24), confirma a tendência de queda dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país verificada nas últimas semanas. De acordo com a Fiocruz, desde o início da pandemia de covid-19, cerca de 99% dos casos da síndrome com identificação laboratorial de vírus respiratório dão positivo para o novo coronavírus.

A análise é feita com base nos dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe). No boletim são considerados os dados de até 20 de setembro.

O relatório aponta que apenas Espírito Santo, Piauí e Rondônia apresentam sinal de crescimento na tendência de longo prazo, que considera as últimas seis semanas, até a Semana Epidemiológica 37, que compreende o período de 12 a 18 de setembro.

A tendência de queda foi verificada em 12 estados: Amazonas, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo e Sergipe.

Do total, seis unidades federativas – Amapá, Amazonas, Bahia, Pernambuco, Rio de Janeiro e Tocantins – apresentam sinal de crescimento apenas na tendência de curto prazo, que considera as últimas três semanas. Apenas o Rio de Janeiro ainda não atingiu valores inferiores aos observados em 2020.

Segundo o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, ao contrário do que ocorreu em outros países, a disseminação da variante Delta no Brasil não levou a um aumento exponencial dos indicadores da epidemia. “Mesmo o Rio de Janeiro, principal fonte de preocupação nos últimos meses, já interrompeu essa tendência e registrou queda em semanas recentes”, disse.

O pesquisador destaca que a variante Delta pode não ter avançado no país por causa da proximidade em relação aos picos extremamente altos em março e maio, o que pode ter elevado o número de pessoas ainda com algum nível de imunidade, além do avanço gradual da vacinação. Porém, apesar do cenário positivo, para Gomes não é possível garantir ainda que “o pior já passou”.

Idades

Na análise por faixas etárias, o boletim indica queda sustentada desde a segunda quinzena de agosto nos casos de SRAG entre crianças e adolescentes, de zero a 19 anos, após um período de estabilização. Apesar da boa perspectiva, a Fiocruz ressalta que as estimativas estão em valores próximos ao registrado no pico de julho de 2020, com 1.000 a 1.200 casos por semana.

Nas faixas de 20 a 59 anos, o número de internações por síndrome retornou ao patamar de baixa verificado em outubro de 2020. Porém, a Fiocruz destaca que o nível para aqueles com mais de 60 anos continua alto.

“Enquanto a redução expressiva no número de casos de SRAG na população adulta é reflexo do impacto da campanha de vacinação escalonada, que permitiu proteger essa população durante o aumento na transmissão nos meses de abril e maio, a estabilização em valores relativamente mais altos na população mais jovem é reflexo da manutenção de transmissão elevada na população em geral”, diz o boletim.

Os indicadores da Fiocruz para a transmissão comunitária do novo coronavírus apontam que a maioria das capitais estão em macrorregiões de saúde com nível alto ou superior, “embora diminuindo gradativamente”.

Das 27 capitais, São Luís está com classificação de saúde em nível epidêmico. Aracaju, Belém, Boa Vista, Cuiabá, Fortaleza, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Salvador, Teresina e Vitória estão em nível alto. Já Campo Grande, Curitiba, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Paulo estão em nível muito alto; e Belo Horizonte, Brasília e Goiânia estão em nível extremamente alto.

Por: Agência Brasil

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