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Mundo

Trump vai à cidade-natal de Biden para criticá-lo antes de democrata aceitar indicação

Foto: REUTERS/Tom Brenner

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, viajará nesta quinta-feira a uma área da Pensilvânia, um Estado-chave na eleição presidencial norte-americana, em que seu rival democrata Joe Biden nasceu para criticar suas décadas de serviço público horas antes de o ex-vice-presidente aceitar a indicação de seu partido para a eleição de novembro.

O discurso, que a campanha disse que ressaltará “meio século de Joe Biden falhando com a América”, tentará fortalecer o apoio dos republicanos no Estado, que pode se mostrar essencial para a reeleição em novembro.

Trump venceu no cinturão de ferro da Pensilvânia por meros 45 mil votos em 2016, e aparece cerca de seis pontos percentuais atrás de Biden em pesquisas de opinião locais, de acordo com o Real Clear Politics.

Mas o discurso em Old Forge, nos arredores de Scranton, onde Biden nasceu, também pode sair pela culatra, segundo o professor de política Terry Madonna, da Faculdade Franklin and Marshall de Lancaster, na Pensilvânia.

“Ele terá que ser cuidadoso com o que diz sobre Joe Biden, dado que Scranton é sua cidade-natal”, opinou Madonna, dizendo que Trump deveria concentrar sua mensagem na recuperação dos empregos da população operária, que funcionou em 2016, e tentar aumentar a confiança na maneira como lida com a pandemia mortal de coronavírus.

“Até que ponto ele pode ir (nas críticas) é um mistério. Mas Trump é Trump, e ele fará o que faz”, acrescentou.

Biden, que se mudou para Delaware na juventude, aceitará a indicação presidencial na noite desta quinta-feira, encerrando a Convenção Nacional Democrata virtual de quatro dias, na qual oradores argumentaram que ele é capaz de unir o país após os quatro anos de liderança polarizadora de Trump.

Biden aparece à frente de Trump de forma constante em pesquisas de opinião nacionais quando se indaga quem consegue combater melhor a pandemia, que já matou mais de 170 mil norte-americanos, mas Trump o supera com frequência quando se pergunta quem lida melhor com a economia.

O discurso na Pensilvânia coroa uma semana de aparições de Trump para se contrapor à convenção democrata, que incluiu depoimentos de alguns republicanos desencantados proeminentes, antes da Convenção Nacional Republicana da semana que vem.

Na segunda-feira, Trump viajou a Mankato, no Minnesota, e Oshkosh, no Wisconsin, onde se vangloriou de ter induzido o crescimento dos empregos e prometeu restaurar a economia devastada pelos isolamentos impostos para conter o coronavírus.

Reportagem adicional de John Whitesides – Reuters

Mundo

Passageiro abre porta e cai de avião momentos antes da decolagem

Homem que embarcou normalmente e abriu uma outra porta, sem autorização, foi atendido no pátio do Aeroporto Pearson, de Toronto, Canadá

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Um incidente incomum e perigoso ocorreu na noite de segunda-feira no Aeroporto Internacional Pearson de Toronto, quando um passageiro de um voo da Air Canada para Dubai abriu a porta da cabine e caiu na pista, sofrendo ferimentos e atrasando a partida do avião por quase seis horas.

Segundo a Air Canada, o passageiro, que não teve sua identidade revelada, embarcou normalmente na aeronave, um Boeing 777, mas em vez de ir para o seu assento, ele abriu a porta da cabine do lado oposto ao da porta de embarque. A altura da queda foi de cerca de 6 metros.

O passageiro foi socorrido pelos serviços de emergência e pelas autoridades, que foram acionadas imediatamente. A Air Canada informou que o voo AC056, que levaria 319 passageiros, foi adiado e só decolou mais tarde, após a inspeção da aeronave e a reorganização dos passageiros.

A companhia aérea afirmou que seguiu todos os seus procedimentos aprovados de embarque e operação de cabine e que está investigando o incidente. A Autoridade dos Aeroportos da Grande Toronto (GTAA) também confirmou que está ciente do ocorrido e que prestou apoio à Air Canada, à Polícia Regional de Peel e ao Peel EMS.

Até o momento, não se sabe o que motivou o passageiro a abrir a porta da cabine, nem qual é o seu estado de saúde.

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Mundo

Rajadas de vento fazem arranha-céu balançar nos EUA

O arranha-céu, que tem 325 m de altura e 74 andares

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Um fenômeno impressionante foi registrado na noite de ontem (10/1) em Nova York, nos Estados Unidos. Uma forte tempestade, com ventos que chegaram a quase 100km/h, provocou a oscilação de um dos maiores edifícios da cidade, o Brooklyn Tower.

O arranha-céu, que tem 325 m de altura e 74 andares, fica em Downtown Brooklyn, na Avenida DeKalb. Ele foi inaugurado em 2023 e é considerado um dos mais modernos e luxuosos da região.

As imagens capturadas em time-lapse revelam o movimento da estrutura, que parece se inclinar para os lados. Segundo especialistas, esse é um mecanismo de segurança para evitar o colapso do prédio em situações extremas.

Veja o vídeo abaixo:

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Tecnologia

Google demite centenas de funcionários em todo o mundo

A gigante das buscas disse que vai desligar pessoas em sua unidade de assistente de voz, realidade aumentada e de hardware; dois executivos estão deixando a empresa.

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A Alphabet, empresa-mãe do Google, anunciou na última quarta-feira (10) um corte de centenas de empregos em várias áreas, incluindo assistente de voz, realidade aumentada e hardware. A medida faz parte de uma reestruturação organizacional que visa reduzir custos e focar na tecnologia de inteligência artificial (IA) generativa, que permite criar conteúdo original a partir de dados.

De acordo com a Reuters, o Google confirmou que as demissões afetam principalmente a unidade de assistente de voz (Google Assistente), que compete com a Alexa da Amazon e a Siri da Apple, a equipe de realidade aumentada, que desenvolve produtos como o Google Glass e o Google Lens, e a equipe de hardware, que produz os celulares Pixel, os alto-falantes inteligentes Nest e os relógios inteligentes Fitbit.

O Google não informou o número exato de funcionários desligados nem o impacto das demissões no Brasil, mas disse em nota que “alguns times continuam a fazer mudanças organizacionais, que incluem a eliminação de alguns cargos globalmente”.

A decisão da Alphabet também levou à saída dos cofundadores da Fitbit, James Park e Eric Friedman, que venderam a empresa de monitoramento de saúde e condicionamento físico para o Google por US$ 2,1 bilhões em 2019. Apesar da aquisição, o Google continuou a lançar versões de seu Pixel Watch, um produto que concorre com alguns dos dispositivos da Fitbit e também com o Apple Watch.

A reorganização de algumas equipes ocorre em um momento em que gigantes da tecnologia como a Microsoft, a Meta (antiga Facebook) e o Google investem na crescente adoção da IA generativa, que ganhou destaque com o sucesso do ChatGPT, um modelo de conversação desenvolvido pela OpenAI, uma organização sem fins lucrativos apoiada por personalidades como Elon Musk e Peter Thiel.

No ano passado, o Google anunciou planos para adicionar recursos de IA generativa ao seu assistente virtual, que permitiriam ao assistente ajudar as pessoas a planejar uma viagem ou colocar os e-mails em dia e, em seguida, fazer perguntas de acompanhamento.

Em janeiro de 2023, a Alphabet anunciou planos para cortar 12 mil empregos, o equivalente a 6% de sua força de trabalho global. Em setembro de 2023, ela tinha 182.381 funcionários em todo o mundo.

O que diz o Google Brasil

“Como já dissemos, temos investido de maneira responsável nas maiores prioridades de nossa companhia e nas oportunidades significativas à frente. Para melhor nos posicionar para essas oportunidades, diversos times fizeram mudanças na segunda metade de 2023 para se tornarem mais eficientes, alinhando recursos às suas principais prioridades. Alguns times continuam a fazer essas mudanças organizacionais, que incluem a eliminação de alguns cargos globalmente. Continuamos a oferecer suporte aos funcionários impactados para que eles possam buscar novas posições dentro e fora do Google“.

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