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5 curiosidades sobre Brasília

Com os seus 60 anos de pura beleza e charme arquitetônico, a capital federal do país já recebeu gente praticamente de todo o mundo. 

Conhecida pela sua história e infraestrutura majestosa, criadas por grandes nomes da arquitetura, como Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, Brasília também encanta pelo seu multiculturalismo e pelos mais variados enredos de pessoas que por aqui já passaram e viveram. 

Contudo, assim como qualquer outra cidade, Brasília possui curiosidades que muitas pessoas talvez desconheçam. Confira nos próximos webstories cinco fatos curiosos sobre a capital federal do país. 

Patrimônio Mundial

Detentora da maior área tombada do mundo, com 112,5 quilômetros quadrados, Brasília foi reconhecida pela UNESCO em 1987, como Patrimônio Mundial pela sua arquitetura moderna e urbanismo. 

Lago Paranoá

O Lago Paranoá além de segredos, também pode esconder tesouros. Ao ver a imensidão e beleza do lago, que possui cerca de 80 quilômetros de extensão e 38 metrôs de profundidade, é quase impossível imaginar que ali, em 1959, existia uma vila que abrigava diversas famílias. 

Calma, antes de a vila ser inundada, os moradores foram avisados e estes deixaram o local. Contudo, mergulhadores exploram o lago em busca de artefatos que possam ter sido deixados para trás. 

Parque da Cidade

O Parque Dona Sarah Kubitschek, comumente conhecido como Parque da Cidade, foi construído com o objetivo de preservar a área verde existente na cidade e proporcionar atividades de lazer aos moradores. Localizado na Asa sul, o parque é considerado um dos maiores parques urbanos do mundo, sendo o maior da América Latina. 

Com 420 hectares, o Parque de Brasília supera o Central Park, localizado em Nova York, que possui 320 hectares. Curiosidade bônus, na música Eduardo e Mônica do cantor Renato Russo, o parque é palco do encontro do casal. 

Templo da Boa Vontade

Você sabia que em Brasília existe um templo onde toda e qualquer forma de religião é aceita? Isso mesmo, o Templo da Boa Vontade é um espaço ecumênico, ou seja, um local onde é possível unir pessoas de diferentes religiões sem qualquer discriminação. 

Cine Drive-in

A capital do país abriga o último cinema ao ar livre do Brasil. Em atividade desde 1973, o Cine Drive-in atrai diversas pessoas que desejam assistir aos lançamentos da cultura pop de forma diferente. 

Com tela cinematográfica de 312 m², a maior do país, o Cine Drive-in possui capacidade para 500 carros, acomodando até 2,5 mil pessoas. Uma ótima forma de curtir um bom filme com a família. 

Veja outros webstories em: https://opanorama.com.br/webstories/

Distrito Federal

O Panorama da Odontologia: Cirurgião dentista Simone Fonseca fala sobre atendimento odontológico no Sesc DF

Com 25 anos de profissão, a Dra. Simone faz parte do Sesc DF há 20 anos realizando um importante trabalho no setor odontológico da unidade

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Foto: Dimitri

O quadro O Panorama da Odontologia recebe para um bate-papo a Cirurgiã Dentista Simone Fonseca, em entrevista ao Dr. Ricardo Paulin. Simone Gomes Camargo Fonseca é goiana, mas formou-se em Uberaba pela Uniube e agora é Supervisora de saúde bucal do Sesc DF, atuando na unidade há 20 anos.

Durante a entrevista a Dra. Simone falou um pouco sobre a história do Serviço Social do Comércio (Sesc) e a missão que o programa tem. Em Brasília o Sesc surgiu em 1966, apesar de ter sido criado nacionalmente em 1945.

“A missão do Sesc é realmente trazer qualidade de vida, nas áreas de atuação de: saúde, nutrição, alimentação, turismo, lazer, esporte e educação. São muitas áreas de atuação do Sesc”

falou a Dra. Simone.

Foto:Dimitri

A cirurgiã dentista falou também sobre a atuação do Sesc DF na área odontológica durante a pandemia e sobre os serviços oferecidos nesta área. Dividido em duas frentes de trabalho o Sesc oferece atendimento com foco em atenção básica voltados para a Clínica Geral em odontologia e as especialidades como: endodontia, periodontia, prótese e odontopediatria.

“Desde 1966 nós temos odontologia dentro do Sesc, tem muito tempo e já é algo consolidado. Nós temos vários serviços e nosso paradigma é a atenção básica. Então pela atenção básica nós temos vários serviços disponibilizados”,

completou a cirurgiã. 

De acordo a supervisora hoje a unidade do Sesc DF conta com 48 dentistas que prestam atendimento em diversas áreas e atendem anualmente 1120 mil consultas odontológicas com mais de 600 mil procedimentos odontológicos.

“Durante a pandemia o Sesc não parou, temos atuado incansavelmente. Na odontologia nós atendemos neste período urgências odontológicas de março até julho. Atendemos a sociedade e quem precisou, procurou o Sesc e foi atendido”

falou Simone.

A Supervisora falou ainda dos desafios que este período trouxe, entre eles a participação da equipe em um estudo epidemiológico junto ao GDF.

“Nós participamos de um estudo epidemiológico e logo em seguida recebemos o convite para continuar nesta missão em parceria com o GDF e então começamos na vacinação a partir de março”

explicou a Dra. Simone.

Foto: Dimitri

Entre outros tópicos Simone explicou ainda a disposição de atendimento odontológicos nas unidades Sesc DF e nas unidades móveis. A Dra. falou ainda da importante ação voltada para cultura e educação, que são pontos também importantes para aumentar a qualidade de vida da população.

Para finalizar a cirurgiã dentista falou sobre os próximos projetos para a retomada das atividades do Sesc em 2022, entre eles o início dos trabalhos com implante odontológico nas unidades. Para ter acesso a entrevista completa com a Dra. Simone Fonseca acesse o canal de Youtube do O Panorama.

dimitri

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Brasil

CPI terá dia dedicado a ouvir parentes de vítimas da covid-19

em meio a divergências, votação do relatório fica para semana que vem

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Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Às vésperas do fim dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, o gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, ganhou, nesta segunda-feira (18), um grande varal com 600 lenços brancos. A instalação, feita pela organização não governamental (ONG) Rio de Paz, simboliza os mais de 600 mil mortos pela covid-19 no Brasil. Os mesmos lenços foram expostos na Praia de Copacabana, Rio de Janeiro, no início deste mês.

Cronograma da CPI

Com uma nova mudança na programação do colegiado, a data escolhida para a ação coincide com o dia que será dedicado exclusivamente a depoimentos de sete vítimas diretas e indiretas da covid-19 no colegiado. Durante o fim de semana, os senadores decidiram cancelar a oitiva de Nelson Mussolini, do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que seria ouvido hoje. Mussolini integra a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), órgão consultivo do Ministério da Saúde. Ele seria cobrado a dar explicações sobre a última reunião da Conitec que retirou de pauta um documento que pretendia vetar o uso de medicamentos ineficazes no tratamento contra a covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS).

A mudança na programação fez com que outro depoimento previsto para hoje, o de Elton da Silva Chaves, representante do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), que também integra a Conitec, fosse reagendado para amanhã (19). Com isso, a leitura do relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL) passou para quarta-feira (20). Para evitar questionamentos na Justiça e garantir tempo suficiente para os senadores analisarem o texto, o presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), remarcou a votação do parecer para a próxima semana, na terça-feira (26).

Divergências

As alterações no calendário da CPI foram motivadas por divergências entre o chamado G7 – grupo de senadores independentes ou de oposição que tem maioria na comissão. As divergências são relacionadas a pedidos de indiciamentos no relatório. “Acho muito bom o adiamento, pois nós teremos mais tempo para discutir. A CPI foi uma investigação complexa, feita à luz do dia, com aderência social e que reuniu caminhões de provas. Preciso pacificar essas divergências no grupo após o vazamento [de informações do relatório]. Esse grupo é heterogêneo e é natural que haja divergência em algum ponto”, avaliou Calheiros.

Por: Agência Brasil

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Brasil

Governo sanciona lei que cria autoridade de segurança nuclear

A lei foi publicada hoje no Diário Oficial

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Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O governo federal sancionou a lei que cria a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN). O texto, assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, foi publicado na edição de hoje (18) do Diário Oficial da União.

A nova estrutura, que tem sede no Rio de Janeiro, será responsável por monitorar, regular e fiscalizar as atividades e instalações nucleares no país. Segundo a Presidência da República, a ANSN surgiu a partir de um desmembramento da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), a qual agora ficará responsável pelos trabalhos de pesquisa e desenvolvimento do setor.

De acordo com a presidência, a ANSN usará estrutura e pessoal atualmente previstos para a Cnen e, por isso, não causará impacto no Orçamento da União.

Entre as atribuições da nova autarquia estão definir regras sobre segurança nuclear, proteção radiológica, segurança física das atividades e das instalações nucleares; regular e controlar estoques e reservas de minérios nucleares; e conceder licenças e autorizações para usinas nucleares, operadores de reator, pesquisas, e para o comércio interno e externo de minerais e minérios.

“A criação da ANSN tem o objetivo de separar a pesquisa da regulação e, com isso, atender exigências de gestão e também obter mais celeridade nas atividades. Exigência da Convenção de Viena aderida pelo Brasil, a ANSN veio para cumprir o requisito de independência da autoridade nuclear, separando atividades que estavam sendo acumuladas pela Cnen. Além disso, permitirá que os setores de pesquisa e desenvolvimento e regulação atuem de forma separada com interlocutores distintos, trazendo benefícios para ambas as autarquias”, informa nota da presidência.

Por: Agência Brasil

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