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Conheça a história de Brasília e muito mais

Brasília é uma cidade que esbanja beleza por sua arquitetura moderna. No entanto, o encanto da capital vai além das majestosas estruturas construídas pelos arquitetos Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. 

Além dos belos prédios, a capital federal possui um roteiro turístico cultural rico em informações e diversidade. Para aqueles que amam saber e conhecer mais sobre a história da metrópole e cultura do Brasil, os museus do Distrito Federal pode ser um destino criativo e diferente para curtir com a família, amigos ou sozinho (a). Confira!

Museu Vivo da Memória Candanga 

Fundado em 1990, no sítio histórico onde fora construída as instalações do antigo Hospital Juscelino Kubitschek de Oliveira, o Museu Vivo da Memória Candanga (MVMC), foi considerado em 1985 como patrimônio cultural local pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

Localizado entre as regiões administrativas de Candangolândia e  Núcleo Bandeirante, o Museu Vivo conta com um espaço de 184 mil metros quadrados, no qual abrange casas feitas de tábuas, bosque, pomar, parque infantil, auditório e salas de exposições permanentes, que contam a história dos primeiros artistas de Brasília e muito mais. Vale a pena conferir!

Serviço:

Endereço: Lote D Setor Juscelino Kubistchek, 71739-020, Núcleo Bandeirante, Brasília-DF.

Horário de visitação: verificar junto ao museu

Telefone: (61) 3301-6641

E-mail: [email protected]

Memorial JK

O museu Memorial JK é um dos mais conhecidos entre os brasilienses, afinal, a estrutura guarda e preserva partes importantes da história da família Kubitschek e do ilustre presidente Juscelino. 

No espaço, pode-se encontrar fotos da época da construção da capital, roupas de gala, objetos pessoais e a reprodução de cômodos do ex-presidente, como, por exemplo, a biblioteca particular presidente JK.  Além da biblioteca, um dos espaços mais notáveis do complexo é a Câmara Mortuária, onde estão reservados os restos mortais de Juscelino Kubitschek. Visite!

Serviço:

Endereço: Eixo Monumental, Praça do Cruzeiro – Lado Oeste, 70070-300.

Horário de visitação: verificar junto ao museu

Telefone:  61 3226-7860 / 3225-9451

E-mail: [email protected]

Memorial dos Povos Indígenas 

O Memorial dos Povos Indígenas, localizado na Zona Cívico-Administrativa, em frente ao Memorial JK, foi construído em 1987 por Oscar Niemeyer, com o objetivo de mostrar a imensa diversidade e riqueza da cultura indígena do país. 

Com formato de uma maloca redonda (tipo de cabana comunitária utilizada por alguns nativos indígenas) o espaço dispõe de peças representativas de várias tribos, que inclui exemplares da coleção Darcy-Berta-Galvão, como Urubu-Kaapor; bancos de madeira dos Yawalapiti, Kuikuro e Juruna, máscaras e instrumentos musicais do Alto Xingu e Amazonas.

Serviço:

Endereço: Eixo Monumental Oeste, Praça do Buriti, em frente ao Memorial JK.

Horário de visitação: verificar junto ao museu

Telefone:  (61) 3344-9272 / 3344-1154 / 3306-2874

E-mail: [email protected]

Museu Nacional dos Correios 

Localizado no Setor Comercial Sul, o Museu dos Correios, criado em 1931, nasceu com o objetivo de preservar a história dos serviços postais, telegráficos e a memória de uma das instituições mais antigas do Brasil, os Correios. 

Considerado, referência em conservação, pesquisa e exibição de objetos relativos à História Postal e Telegráfica do Brasil, o acervo do museu abriga mais de 1 milhão de peças relacionadas à história postal e telegráfica do país. Além, de oferecer durante todo o ano, uma programação variada de atividades culturais. 

Serviço:

Endereço: Setor Comercial Sul, quadra 4, bloco A, n° 256, ed. Apolo, Asa Sul.

Horário de visitação: verificar junto ao museu

Telefone: (61) 2141-9276

E-mail: [email protected]

Museu de Valores do Banco Central 

Inaugurado em 1972, na cidade do Rio de Janeiro e transferido para Brasília em 8 de setembro de 1981, o museu de  Valores do Banco Central possui um acervo diversificado de exemplares de cédulas e moedas de diversos países, maquetes que retratam a história do dinheiro no Brasil e a maior pepita de ouro encontrada no país.

Serviço:

Endereço: Setor Bancário Sul (SBS) Quadra 3 Bloco B – Ed. Sede – Asa Sul, DF, 70074-900.

Horário de visitação: verificar junto ao museu

E-mail: [email protected]

Museu Histórico de Brasília 

Construído em 21 de abril de 1960, data de inauguração de Brasília, o Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade) que integra o Conjunto Cultural Três Poderes é o museu mais antigo da cidade. 

Projetado por Oscar Niemeyer, o complexo tem foi erguido com o objetivo de preservar os trabalhos relativos à história da construção de Brasília. O Museu possui uma exposição permanente com inscrições históricas, transcritas em braile e inglês.

Serviço:

Endereço:  Praça dos Três Poderes – Esplanada dos Ministérios Brasília – DF.

Horário de visitação: verificar junto ao museu

Telefone: (61) 3325-6244 / 3323-3728 / 3326-7709

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Distrito Federal

O Panorama da Odontologia: Cirurgião dentista Simone Fonseca fala sobre atendimento odontológico no Sesc DF

Com 25 anos de profissão, a Dra. Simone faz parte do Sesc DF há 20 anos realizando um importante trabalho no setor odontológico da unidade

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Foto: Dimitri

O quadro O Panorama da Odontologia recebe para um bate-papo a Cirurgiã Dentista Simone Fonseca, em entrevista ao Dr. Ricardo Paulin. Simone Gomes Camargo Fonseca é goiana, mas formou-se em Uberaba pela Uniube e agora é Supervisora de saúde bucal do Sesc DF, atuando na unidade há 20 anos.

Durante a entrevista a Dra. Simone falou um pouco sobre a história do Serviço Social do Comércio (Sesc) e a missão que o programa tem. Em Brasília o Sesc surgiu em 1966, apesar de ter sido criado nacionalmente em 1945.

“A missão do Sesc é realmente trazer qualidade de vida, nas áreas de atuação de: saúde, nutrição, alimentação, turismo, lazer, esporte e educação. São muitas áreas de atuação do Sesc”

falou a Dra. Simone.

Foto:Dimitri

A cirurgiã dentista falou também sobre a atuação do Sesc DF na área odontológica durante a pandemia e sobre os serviços oferecidos nesta área. Dividido em duas frentes de trabalho o Sesc oferece atendimento com foco em atenção básica voltados para a Clínica Geral em odontologia e as especialidades como: endodontia, periodontia, prótese e odontopediatria.

“Desde 1966 nós temos odontologia dentro do Sesc, tem muito tempo e já é algo consolidado. Nós temos vários serviços e nosso paradigma é a atenção básica. Então pela atenção básica nós temos vários serviços disponibilizados”,

completou a cirurgiã. 

De acordo a supervisora hoje a unidade do Sesc DF conta com 48 dentistas que prestam atendimento em diversas áreas e atendem anualmente 1120 mil consultas odontológicas com mais de 600 mil procedimentos odontológicos.

“Durante a pandemia o Sesc não parou, temos atuado incansavelmente. Na odontologia nós atendemos neste período urgências odontológicas de março até julho. Atendemos a sociedade e quem precisou, procurou o Sesc e foi atendido”

falou Simone.

A Supervisora falou ainda dos desafios que este período trouxe, entre eles a participação da equipe em um estudo epidemiológico junto ao GDF.

“Nós participamos de um estudo epidemiológico e logo em seguida recebemos o convite para continuar nesta missão em parceria com o GDF e então começamos na vacinação a partir de março”

explicou a Dra. Simone.

Foto: Dimitri

Entre outros tópicos Simone explicou ainda a disposição de atendimento odontológicos nas unidades Sesc DF e nas unidades móveis. A Dra. falou ainda da importante ação voltada para cultura e educação, que são pontos também importantes para aumentar a qualidade de vida da população.

Para finalizar a cirurgiã dentista falou sobre os próximos projetos para a retomada das atividades do Sesc em 2022, entre eles o início dos trabalhos com implante odontológico nas unidades. Para ter acesso a entrevista completa com a Dra. Simone Fonseca acesse o canal de Youtube do O Panorama.

dimitri

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Brasil

CPI terá dia dedicado a ouvir parentes de vítimas da covid-19

em meio a divergências, votação do relatório fica para semana que vem

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Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

Às vésperas do fim dos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia do Senado, o gramado em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, ganhou, nesta segunda-feira (18), um grande varal com 600 lenços brancos. A instalação, feita pela organização não governamental (ONG) Rio de Paz, simboliza os mais de 600 mil mortos pela covid-19 no Brasil. Os mesmos lenços foram expostos na Praia de Copacabana, Rio de Janeiro, no início deste mês.

Cronograma da CPI

Com uma nova mudança na programação do colegiado, a data escolhida para a ação coincide com o dia que será dedicado exclusivamente a depoimentos de sete vítimas diretas e indiretas da covid-19 no colegiado. Durante o fim de semana, os senadores decidiram cancelar a oitiva de Nelson Mussolini, do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que seria ouvido hoje. Mussolini integra a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), órgão consultivo do Ministério da Saúde. Ele seria cobrado a dar explicações sobre a última reunião da Conitec que retirou de pauta um documento que pretendia vetar o uso de medicamentos ineficazes no tratamento contra a covid-19 no Sistema Único de Saúde (SUS).

A mudança na programação fez com que outro depoimento previsto para hoje, o de Elton da Silva Chaves, representante do Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde (Conasems), que também integra a Conitec, fosse reagendado para amanhã (19). Com isso, a leitura do relatório do senador Renan Calheiros (MDB-AL) passou para quarta-feira (20). Para evitar questionamentos na Justiça e garantir tempo suficiente para os senadores analisarem o texto, o presidente do colegiado, senador Omar Aziz (PSD-AM), remarcou a votação do parecer para a próxima semana, na terça-feira (26).

Divergências

As alterações no calendário da CPI foram motivadas por divergências entre o chamado G7 – grupo de senadores independentes ou de oposição que tem maioria na comissão. As divergências são relacionadas a pedidos de indiciamentos no relatório. “Acho muito bom o adiamento, pois nós teremos mais tempo para discutir. A CPI foi uma investigação complexa, feita à luz do dia, com aderência social e que reuniu caminhões de provas. Preciso pacificar essas divergências no grupo após o vazamento [de informações do relatório]. Esse grupo é heterogêneo e é natural que haja divergência em algum ponto”, avaliou Calheiros.

Por: Agência Brasil

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Brasil

Governo sanciona lei que cria autoridade de segurança nuclear

A lei foi publicada hoje no Diário Oficial

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Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

O governo federal sancionou a lei que cria a Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN). O texto, assinado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, foi publicado na edição de hoje (18) do Diário Oficial da União.

A nova estrutura, que tem sede no Rio de Janeiro, será responsável por monitorar, regular e fiscalizar as atividades e instalações nucleares no país. Segundo a Presidência da República, a ANSN surgiu a partir de um desmembramento da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), a qual agora ficará responsável pelos trabalhos de pesquisa e desenvolvimento do setor.

De acordo com a presidência, a ANSN usará estrutura e pessoal atualmente previstos para a Cnen e, por isso, não causará impacto no Orçamento da União.

Entre as atribuições da nova autarquia estão definir regras sobre segurança nuclear, proteção radiológica, segurança física das atividades e das instalações nucleares; regular e controlar estoques e reservas de minérios nucleares; e conceder licenças e autorizações para usinas nucleares, operadores de reator, pesquisas, e para o comércio interno e externo de minerais e minérios.

“A criação da ANSN tem o objetivo de separar a pesquisa da regulação e, com isso, atender exigências de gestão e também obter mais celeridade nas atividades. Exigência da Convenção de Viena aderida pelo Brasil, a ANSN veio para cumprir o requisito de independência da autoridade nuclear, separando atividades que estavam sendo acumuladas pela Cnen. Além disso, permitirá que os setores de pesquisa e desenvolvimento e regulação atuem de forma separada com interlocutores distintos, trazendo benefícios para ambas as autarquias”, informa nota da presidência.

Por: Agência Brasil

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