Nascida em 1960, quando o então presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek decidiu construir uma cidade planejada em pleno cerrado do Planalto Central, para ser a capital brasileira, Brasília tem uma beleza singular. Tombada como Patrimônio Cultural da Humanidade pela Unesco, é uma cidade conhecida pelo trabalho público, arquitetura moderna com avenidas largas, imensos canteiros, jardins e muita arte.
Planejada por grandes artistas brasileiros, o urbanista Lúcio Costa e o arquiteto Oscar Niemeyer, a cidade carrega consigo muita história e é considerada um verdadeiro museu a céu aberto. Com tanta história, não poderia faltar na cidade um roteiro turístico e cultural que apresenta tudo isso.
Em Brasília, você encontra museus que contam desde a história sobre a construção da capital, memórias da cultura indígena e arte moderna até acervos de cédulas e moedas que refletem o contexto econômico brasileiro de cada época.
Para te ajudar no seu itinerário de visitas, O Panorama selecionou 5 museus que contam sobre a história de Brasília. Confira!
1- Memorial JK
Localizado no canteiro central do Eixo Monumental, o Memorial JK foi construído para homenagear a história de Juscelino Kubitschek, o presidente que idealizou e criou Brasília. O museu é quase que uma aula de história e ao longo do tour apresenta objetos, documentos, roupas e retratos do presidente e de sua esposa, Sara Kubitscheck. O lugar funciona de segunda a domingo, das 9h às 18h.
2- Museu Histórico de Brasília (Museu da Cidade)
Projeto por Oscar Niemeyer, foi inaugurado no dia 21 de abril de 1960, mesmo dia da inauguração de Brasília. Localizado na Praça dos Três Poderes, a construção traz uma exposição permanente com inscrições históricas, transcritas em braile e inglês.
3- Museu do Catetinho
O que hoje é um museu, foi anteriormente criado com outra finalidade, ser a casa de JK durante a construção da capital. Hoje, além da própria residência, é possível encontrar objetos e móveis da mesma maneira que estavam na época. O prédio todo em madeira é uma bela maneira de voltar ao passado e descobrir curiosidades da vida cotidiana do ex-presidente. A casa tem funcionamento de terça à domingo das 09h00 às 17h00.
4- Espaço Lúcio Costa
Localizado na Praça dos Três Poderes, o Espaço Lúcio Costa pode até passar despercebido, mas é um ótimo panorama geral da cidade. Lá, é possível encontrar uma maquete gigante do Plano Piloto e seus monumentos, além de cópias dos croquis apresentados por Lúcio Costa no concurso que escolheu o melhor projeto urbanístico da futura capital. O funcionamento acontece de terça à domingo das 09h às 18h.
5- Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves
Também localizado na Praça dos Três Poderes, o Panteão foi construído em homenagem ao ex-presidente Tancredo Neves e aos heróis da Pátria, como Tiradentes. Em seu interior, no salão principal, os destaques vão para o vitral de Marianne Peretti e o painel sobre a Inconfidência Mineira, de João Câmara. Já no salão vermelho, o destaque fica por conta do painel de Athos Bulcão, também sobre a Inconfidência Mineira. O funcionamento acontece de terça a domingo, das 9h00 às 18h00.
Para continuar atualizado sobre saúde, política, cultura pop e outros assuntos, lembre-se de checar e seguir o nosso perfil do Instagram (@OPanoramaOficial).
O carnaval carioca de 2025, no comecinho de março, será o último em que o público da Passarela do Samba ouvirá o tradicional grito de guerra “Olha a Beija-Flor aí, gente!” com a voz de Neguinho da Beija-Flor. Há 50 anos na escola de samba azul e branca, o cantor e intérprete anunciou nesta quarta-feira (20) que fará apenas mais um desfile no Sambódromo. “O desfile de 2025 marcará minha despedida como intérprete de seus hinos na Passarela do Samba”, escreveu Neguinho, em uma carta direcionada “à minha amada Beija-Flor” e publicada no Instagram.
“Vamos atravessar a Passarela do Samba pela derradeira vez, eu com a minha voz e o orgulho de sempre, sustentando a força e a magia de nossa comunidade que brilha no altar dos bambas. Será mais um momento de nosso amor eterno”, prometeu.
O cantor de 75 anos está na escola de samba desde 11 de junho de 1975, quando entrou para a ala de compositores. Isso faz com que tenha participado de todos os 14 títulos da escola de Nilópolis, município da região metropolitana do Rio de Janeiro. “Inserimos a Beija-Flor de Nilópolis na história da maior festa popular do Brasil. Em lugar de protagonista”, afirmou.
Na carta de despedida, Neguinho mostra a ligação profunda que tem com a azul e branca, a ponto de ter alterado o nome na carteira de identidade para Luiz Antonio Feliciano Neguinho da Beija-Flor Marcondes.
Na despedida, ele lembra também de todo apoio que recebeu da agremiação e comunidade ao participar de desfile no período em que fazia tratamento contra um câncer, em 2009.
“Tenho fé que me curei graças a Deus e ao abençoado remédio do Carnaval. Nunca esquecerei como a comunidade me recebeu, na volta aos ensaios, em nossa quadra sagrada. O aplauso e a montanha de carinho estão para sempre tatuados na memória”, contou.
Ao descrever a relação com a escola, o cantor diz no comunicado de despedida que “jamais” cogitou receber salário da Beija-Flor. “Nunca assinei contrato nem me submeti a qualquer burocracia. Nossa relação é única e dispensa protocolos. Costumo repetir que se alguém deve algo, sou eu a você, minha escola”.
A voz mais famosa da história da agremiação e, talvez, até do carnaval carioca, finaliza com o grito de guerra eternizado.
“Obrigado por tudo, minha escola, minha vida, meu amor. Olha a Beija-Flor aí, gente!”.
Em publicação também no Instagram, a escola de samba mostrou que a relação entre a Beija-Flor e Neguinho é recíproca. “O ano de 2025 será marcado por grandes homenagens e recordações. Viveremos o último desfile com a voz da nossa história. Nos enchemos de orgulho, gratidão e respeito. O lado profissional se encerra, mas o elo é eterno. Sua história está gravada em nossas cores, nossos sambas e nossos corações”, registra a publicação.
A escritora Conceição Evaristo será a homenageada da Festa Literária das Periferias (Flup) 2025, que ocorrerá entre 20 e 29 de novembro do próximo ano. Será a primeira vez que o festival homenageará uma autora em vida. De acordo com os organizadores, isso reforça o compromisso da Flup “com a valorização e fortalecimento de vozes ativas e transformadoras”.
A escritora – considerada como “referência central da literatura brasileira e internacional” – ficou emocionada quando recebeu o convite dos organizadores, quando participava do debate com a colega inglesa Bernardine Evaristo, na Flup, que terminou no último domingo (17).
A programação da Flup em 2024 foi no Circo Voador, espaço tradicional da cena cultural carioca, e uniu literatura, música, performances e muita reflexão crítica. Nos sete dias do evento, 31.997 pessoas acompanharam mesas literárias com nomes como Mame-Fatou Niang, Ana Paula Lisboa, Cidinha da Silva, Jurema Werneck, Neon Cunha, Nilma Bentes, Oyèrónke Oyěwùmí, Sueli Carneiro, Marie NDiaye, Audrey Pulvar, Bela Gil, Creuza Oliveira, Christiane Taubira, Elisa Lincon, Rokhaya Diallo, Flávia Oliveira e muitas outras mulheres negras. “Juntas, elas destacaram temas essenciais sobre literatura negra, ancestralidade, feminismo e transformação social”, disse a organização do evento, acrescentando que, considerando os canais Flup e Futura na rede social, a Flup teve 13.324 visualizações no Youtube.
Apresentações de artistas como Lia de Itamaracá, Dona Onete, Ilê Aiyê, Fabiana Cozza, Pérolas Negras (Alaíde Costa, Eliana Pittman e Zezé Motta), diversos DJs e várias rodas de samba, além de batalhas de vogue e do passinho, slam e poesia, animaram o público.
“Ao todo, foram 18 shows que conectaram arte e resistência em sete dias de uma programação elogiada pelo público e pela crítica. Somente no dia 15 de novembro, data da programação mais extensa da Flup24, 9.300 pessoas estiveram no Circo Voador”, contou.
Mavie e Endrick entre os nomes mais populares para bebês em 2024
Mavie e Endrick, nomes de filhos de Neymar e Bruna Biancardi e do atacante do Real Madrid, figuram entre os mais populares de 2024, segundo o Babycenter
Mavie e Endrick, nomes que estão dominando as escolhas de pais em 2024
O Babycenter, plataforma de apoio à gestação, revelou que os nomes Mavie e Endrick estão entre os mais escolhidos para bebês em 2024. O nome da filha de Neymar e Bruna Biancardi, Mavie, e o do atacante do Real Madrid, Endrick, figuram no ranking, embora não sejam tradicionais no Brasil.
Mavie, nome da filha de Neymar e Bruna, nasceu em outubro de 2023 e, até então, foi pouco popular. Em 2024, no entanto, o nome de origem francesa, que significa “minha vida”, saltou para mais de 300 registros, um grande aumento em relação ao ano passado, quando foi escolhido por menos de cinco pais.
Por outro lado, Endrick, nome do jovem jogador do Real Madrid, também figurou entre os mais escolhidos para meninos. Com origem alemã e significado de Henrique, o nome registrou um crescimento significativo, entrando no ranking de 85º lugar, refletindo a popularidade do atleta de 18 anos, que se transferiu do Palmeiras para o clube espanhol no meio de 2024.
Entre os nomes mais populares, Ravi, filho de Viih Tube e Eliezer, ocupa o segundo lugar, ficando atrás apenas de Miguel. Já o nome José Leonardo, filho de Virginia Fonseca, não aparece na lista de 2024.
O levantamento do Babycenter é baseado nos 250 mil nomes registrados entre 1º de janeiro e 31 de outubro deste ano.